COSMÓSIS

A LINHA DO TEMPO E A REFORMULAÇÃO DA MENTE HUMANA- SEXTA PARTE

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Uma vez que aprendamos a controlar nossos pensamentos, é importante entender o que está envolvido na construção das imagens do mundo. Diferentes sentidos criam o imaginário mental.È importante entender como as imagens do mundo chegam a ser estereotipadas em diferentes imagens.Como criamos novas imagens no mundo? aqui vemos a diferença entre o conhecimento condicionado e as novas percepções sensoriais. Uma vez que um padrão condicionado é estabelecido na mente, muitas impressões serão recusadas automáticamente, e as que forem aceitas serão filtradas através da mente conceitual, ou a que está em conformidade com a percepção particular da realidade.

QUAL É A REAL ENTÃO?

COSMÓSIS  é um bom termo.Sabemos que a osmose depende de que exista uma membrana semipermeável, que possa ser penetrada por um fluído ou por outra substância.Do outro lado dessa membrana o fluído vai para uma forma mais altamente concentrada, que logo retorna e equilibra o outro lado.Por exemplo, as plantas tomam água por osmose;se colocamos água na terra, as membranas semi permeáveis das células a absorvem por osmose. A mesma coisa acontece dentro de nossos corpos, dentro de certas células(como no revestimento do estômago e das áreas digestivas) há uma passagem de diferentes fluídos através das paredes celulares.

Análogo á osmose, a Cosmósis é como o organismo psicobiológico humano, que absorve a energia cósmica, o Prana ou o plasma radiônico para o sistema corporal, incluindo o corpo etérico, e o reconstitui em formas concentradas antes de secretá-las de volta através das paredes do corpo para criar o que poderíamos chamar de “aura mais luminosa”. È por meio da Cosmósis, que o corpo físico é finalmente cuidado. De fato,tudo o que necessitamos é realmente nos cuidar fazendo uso do processo da Cosmósis.

A Cosmósis é só uma nova palavra, não um novo processo.Os sistemas Yóguicos sempre falam do PRANA entrando no corpo,porém, no caminho evolutivo ou no caminho da evolução espiritual, a admissão do Prana e dos plasmas não ocorrem exclusivamente através do nariz e garganta, mas, por todo o corpo. PRANA é a energia cósmica do universo (pelo menos a parte que está acessível à nossa dimensão). Os hindus a chamam de Prana (ou Purana), os chineses de Chi (ou Ki), Wilhelm Reich chamava de Orgone, e no espiritismo se conhece por Energia imanente (ou primária).A ciência moderna descobriu que nosso tão aparentemente mundo sólido, vibra em uma eterna dança de redemoinho de átomos. Esses na verdade,consistem de minúsculos pares de partículas, que finalmente tornam-se pura energia (Prana) densificada em várias ondas que se agregam e permitem formar matéria.

O Prana não está somente no ar, ele está em toda parte. Não existe um lugar onde ele não esteja; ele existe até mesmo no vácuo ou no vazio. Nada existe sem o Prana, nenhum ser animado ou inanimado. O Prana é o menor e mais refinado bloco construído em miniatura de vida, energia sutil que cria e sustenta simplesmente tudo (matéria física, pensamentos, sentimentos…etc.). Prana, é a mais alta energia criativa dimensional e inseparavelmente conectada ao Espírito, Plenum/Deus ou a Energia Criadora.

Informações recentes sugerem que uma vez nós realmente fomos conscientemente e continuamente conectados à Infinita Fonte de Prana e existimos puramente disto. Há pouco tempo atrás – aproximadamente 13000 anos – antes da última mudança de polos apagar nossa memória consciente disto , nós respirávamos de tal modo, que enquanto o ar entrava através de nossa boca e nariz, nós poderíamos tomar Prana através do topo de nossas cabeças, que uma vez foi o ponto por onde entrava o principal fluido plásmico espiritual da Fonte. O canal do Prana vai através do corpo como um eixo vertical e tem aproximadamente duas polegadas de diâmetro. Ele se estende uma palma acima da cabeça e uma palma abaixo dos pés e se conecta com o campo de energia cristalina (Mer-ka-ba) ao redor do corpo. O Prana então circula  acima e embaixo do corpo e se encontra em um dos Chacras. O Chacra onde o Prana se encontra, depende de onde você esta mentalmente, emocionalmente, e dimensionalmente “afinado.”

Assim, equilibrando e criando um mais alto nível de biohomeostasia(que é a propriedade de um sistema aberto, especialmente dos seres vivos, de regular o seu ambiente interno, de modo a manter uma condição estável mediante múltiplos ajustes de equilíbrio dinâmico, controlados por mecanismos de regulação inter-relacionados), a estabilização das funções biológicas ocorrerá, de tal modo, que, assim como podemos controlar a respiração,possamos também, controlar o ingresso plásmico(PRANA) do corpo físico para levar a energia cósmica ao sistema.

Esta energia cósmica vai direto aos chacras, reconstituindo e logo entra no sistema nervoso etéreo, antes de passar de regresso pelas paredes celulares físicas, para o entorno biopsíquico imediato(dando como resultado o que usualmente chamamos de AURA). Este plasma “reconstituído”,chega a ser uma “espécie de bateria” ou sistema de energia para o corpo. Amplificando a Aura(nosso campo eletromagnético), os plasmas reconstituídos, também começam a alterar sutilmente o entorno ou BIOSFERA.

Deste modo, a Cosmósis depende de todos os sistemas clássicos da yoga, como os temos definido(post anterior), como também do mais avançado entendimento, no que estamos evoluindo. Esta é a direção dos novos órgãos dos sentidos do corpo etérico, evoluindo para a Noosfera como campo morfogenético coletivo da espécie humana, estabelecendo seu campo mental como um palpável mecanismo planetário. Nesse processo cada ser humano está funcionando como uma espécie de célula nervosa psicofísica da Noosfera.

Nesse momento, podemos participar conscientemente deste processo de Cosmósis, utilizando-o continuamente sintetizando e transformando a energia cósmica para a nossa própria manutenção. Mediante o processo consciente da Cosmósis, chegamos a sermos “cósmicos”, enquanto a unidade celular do corpo é a História Cósmica.Isso significa que chegamos a ser uma entidade cosmótica, vivendo pela Graça  e finalmente retornando á um estado onde o Plenum Cósmico está nos dando as faculdades e capacidades para penetrar ainda mais longe em algo do conhecimento oculto, que existe mundo afora na natureza.

No entanto, este conhecimento só pode ser penetrado pela Divina Graça, e com o cultivo destes mais elevados órgãos dos sentidos etéreos, que se acomodam á coordenação mais alta dos sistemas de conhecimento. Estes sistemas  de conhecimento são definidos pela História Cósmica como sendo “Sistemas Integrais”.Falaremos sobre eles , em posts posteriores da série.

Nós somos uma maneira do Cosmos conhecer a si mesmo
Carl Sagan

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Bibliografia para consulta

O Cosmo de Einstein
Dr Michio Kaku
Do Big Bang ao Universo Eterno
Mario Novello
Energy Body in Prana Healing
Abigail Abby
Viver de Luz
Jasmuheen

Divulgação: A Luz é Invencível

Um comentário em “COSMÓSIS

  1. Pingback: Cosmósis – 08.02.2015 | Senhora de Sírius

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