UMA VIAGEM AO CÉREBRO HUMANO-PARTE 5



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Maconha. Marijuana. Erva. Você pode escolher como quer chamar a droga ilícita mais popular do mundo. Tão popular, na verdade, que não falta quem apoie a sua legalização, tanto para fins medicinais quanto” recreativos”. Mas o que ela realmente faz conosco?Veja aqui neste post, que faz parte da nossa série sobre o Cérebro Humano, um apanhado dos seus efeitos sobre a saúde e as preocupações potenciais sobre o seu uso.

CANNABIS -MARIJUANA-HAXIXE-Diferenças e Nomeclatura

“Cannabis” descreve qualquer uma das diferentes drogas que provêm do cânhamo indiano, incluindo marijuana e haxixe.

Marijuana é a palavra usada para descrever as flores secas, sementes e folhas da planta de cânhamo indiano. Na rua, é chamada por muitos outros nomes, tais como: marijuana, cânhamo, erva (Portugal), liamba (Angola), maconha (Brasil) e seruma (Moçambique).

Haxixe é uma forma relacionada da droga, feito das resinas da planta de cânhamo indiano. Também chamado “ganza”(Portugal), “hash”(EUA), ou “shit”(EUA), é uma média de 6 vezes mais forte que a marijuana.

OBS;Independentemente do nome, esta droga é um alucinógeno – sendo uma substância que altera a forma como a mente percebe o mundo em que vive.O elemento químico na cannabis que cria esta alteração é conhecido como THC. A quantidade de THC encontrada em qualquer quantidade de marijuana pode variar substancialmente, mas geralmente, a percentagem de THC tem aumentado em anos recentes.

Fonte: Fundação para um Mundo Livre de Droga

http://br.drugfreeworld.org/home.html

Maconha não vicia? MITO: apesar de ser uma droga com baixa incidência de dependência, ela tem sim potencial para viciar seus usuários. Estima-se que 10% dos que experimentam maconha acabem se tornando dependentes; o número para quem experimenta heroína chega a 90%. “Em geral, quem começa mais cedo tem mais risco de se tornar dependente, assim como de desenvolver quadros psicóticos, de alucinações e delírios”.
Thiago Marques Fidalgo, psiquiatra do Hospital A.C.Camargo
Leia mais Luiz Eduardo Noriega/EFE
Maconha: uma substância controlada que precisa de pesquisa científica controlada

Antes de começar, devemos notar que muito mais pesquisas precisam ser feitas nesta área. Embora a maconha tenha sido usada por séculos como um medicamento e como inebriante (é até mesmo mencionada no Antigo Testamento várias vezes como “kaneh-bosem”), nós não sabemos muito sobre seus efeitos na saúde. Isso é porque não existem muitos estudos controlados a respeito dela, devido à forma como a maconha é classificada por governos do mundo todo.

A Administração de Drogas e Alimentos (FDA, na sigla em inglês) estadunidense, classifica a maconha como uma droga de Classe I, a mais perigosa de todas as classes de drogas, com a definição de “nenhum uso médico atualmente aceito e um elevado potencial para o abuso”. (Fato curioso: heroína, ecstasy e LSD também são drogas Classe I, mas a cocaína e metanfetamina são consideradas menos perigosas, entrando na Classe II;falaremos delas em posts posteriores da série).E o principal ingrediente ativo na maconha, responsável por muitos dos seus efeitos conhecidos. Quando a maconha é fumada, seus efeitos começam quase que imediatamente.O THC(ver fórmula no quadro acima) passa rápidamente os pulmões para a corrente sanguínea, o qual transporta o produto químico para órgãos de todo o corpo, incluindo o cérebro. Os efeitos da marijuana fumada pode durar de 1 a 3 horas. Se a maconha é consumida em alimentos ou bebidas, o efeito de aparecimento tardio, geralmente dentro de 30 minutos a 1 hora, mas pode durar até 4 horas. Fumar maconha proporciona muito mais THC na corrente sanguínea do que comer ou beber a droga.

COMO O THC AGE NO CÉREBRO

Os cientistas aprenderam muito sobre como o THC age no cérebro. O THC se liga a locais específicos chamados receptores dos canabinóides (CBRs) localizados na superfície de células nervosas. Estes receptores são encontrados em alta densidade em áreas do cérebro que produz o prazer da influência, a memória, o pensamento, a concentração, o movimento, a coordenação e a percepção sensorial e o tempo.CBRs fazem parte de uma vasta rede de comunicação conhecida como o sistema endocanabinóide, que desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na função cerebral normal. Na verdade, os efeitos de THC são semelhantes aos produzidos por agentes químicos encontrados no cérebro (e corpo) chamado canabinóides endógenos que ocorrem naturalmente. Essas substâncias químicas ajudam a controlar muitas das mesmas funções mentais e físicas que podem ser interrompidas por uso de maconha.

AÇÃO DA MACONHA NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL- Como age a maconha no sistema nervoso central? O que explica que algumas pessoas experimentem uma sensação de paz e tranquilidade, enquanto outras se queixem de delírios ?

Falando baseado em depoimentos de usuários de vários tipos e idades,as viagens boas predominam sobre as alucinações, delírios persecutórios, medos avassaladores. Se não fosse assim, o uso da maconha não seria tão difundido.

Até 1964, quando foi encontrado e isolado o tetraidrocanabinol (THC), sequer se conhecia o princípio ativo dessa planta. Tal descoberta deu lugar a dois questionamentos.

Primeiro: se existe o THC, uma substância pura que age no cérebro, nele deve existir um receptor programado para recebê-la.

Segundo: se esse receptor existe, nós devemos produzir espontâneamente uma espécie de maconha interna para atuar sobre ele.

Terceiro; foi descobrir que todos os cérebros fabricam uma substância endógena, uma espécie de maconha interna que foi chamada de anandamida, palavra que em sânscrito quer dizer bem-aventurança. Disso resultou uma série enorme de cogitações científicas. Por exemplo: se todos têm um sistema canabinóide que age no cérebro, será que doenças mentais não poderiam resultar de alterações no funcionamento desse sistema?

A ESQUIZOFRENIA,O CÉREBRO E O USO DA MACONHA

Outro aspecto que está sendo muito discutido é a relação entre esquizofrenia e os grandes usuários de maconha. Muitos estudiosos levantam a hipótese de que não são as pessoas comuns que se tornam dependentes. Seriam as portadoras dessa doença que desenvolveriam extrema dependência da droga na tentativa de automedicar-se sem ter o conhecimento exato do que estão fazendo.Na esquizofrenia, existem algumas características chamadas de sintomas negativos. Os pacientes apresentam grande achatamento do afeto. Não vibram com nada. Morrer a mãe ou ganhar um prêmio na loteria dá no mesmo, pois são incapazes de serem tocados pelas emoções e isso faz falta para o ser humano que precisa estabelecer relacionamentos afetivos e experimentar alegrias e tristezas. Parece que a maconha estimula a evocação de sentimentos e sensações que essas pessoas desconheciam e disso decorreria enorme dependência. Com base nesses dados, está sendo estabelecida nova teoria sobre os efeitos da maconha.

Maconha causa infertilidade? Parcialmente verdade: pesquisas em laboratório mostraram que a maconha pode levar a uma queda na quantidade de espermatozóides e fazer com que eles se locomovam de maneira um pouco diferente, mais lentamente. “Na vida real, porém, não há nada comprovando que isso cause infertilidade entre os usuários”, explica o psiquiatra do Hospital da Clínicas de São Paulo Ivan Mario Braun, autor do livro “Drogas – perguntas e respostas” Leia mais

O QUE ACONTECE QUANDO A MACONHA É FUMADA

Quando alguém fuma maconha , o THC estimula os CBRs artificialmente ,INCLUSIVE INTERROMPENDO A FUNÇÃO DOS CANABINÓIDES NATURAIS OU ENDÓGENOS . Uma estimulação excessiva destes receptores em áreas chaves do cérebro produz a Marijuana ” alta“, bem como outros efeitos sobre processos mentais. Com o tempo, esta superestimulação pode alterar a função de CBRs , que , junto com outras mudanças no cérebro , pode levar à dependência e sintomas de abstinência quando para o uso de drogas.O teor de THC ou potência da maconha , como detectado em amostras apreendidas ao longo dos últimos 30 anos , está crescendo. Este aumento levanta preocupações de que as conseqüências do uso da maconha poderia ser pior do que no passado , especialmente entre os novos usuários, ou nos jovens, cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento . Nós ainda não sabemos, porém, se os usuários de maconha ajustam para o aumento da potência, usando menos ou fumá-la de forma diferente. Também não sei todas as consequências para o cérebro e do corpo quando exposto a altas concentrações de THC .

LEIA MAIS;Volta Abuso de Maconha

COMO É O TRABALHO DOS CIENTISTAS DIANTE DA PROIBIÇÃO DA MACONHA

Como tal, para fazer pesquisas clínicas com a maconha, nos EUA é necessária uma licença da Divisão Estadual de Narcóticos e da aprovação do estudo pela FDA. Além disso, para obter a matéria-prima, é necessário passar pelo Instituto Nacional de Abuso de Drogas. Caso contrário, uma vez que é ilegal a nível nacional ter maconha (mesmo em estados que legalizaram a maconha), os cientistas que trabalham em hospitais, faculdades ou outras instituições que recebem financiamento federal correm o risco de perder seus fundos para esta pesquisa.“Não é uma novidade que a maconha tenha poderes medicinais,(FALAREMOS MAIS ADIANTE DISSO) mas todo embargo que foi feito sobre a ciência gerou uma represa, em escala mundial, que está vazando por todos os lados”, explica o neurocientista da Universidade de Brasília (UnB) Renato Malcher.

Cronologia;-O que a maconha faz para nossos cérebros nas primeiras duas horas

Mesmo com tais restrições, há quem consiga enfrentá-las para que saibamos o que acontece conosco ao consumir maconha. A cannabis contém pelo menos 60 tipos de canabinóides, compostos químicos que agem sobre os receptores em todo o nosso cérebro. O THC, ou tetrahidrocanabinol, é o produto químico responsável pela maior parte dos efeitos da erva, incluindo a euforia intensa. Ele se assemelha a outro canabinóide produzido naturalmente em nosso cérebro, a anandamida, que regula o nosso humor, sono, memória e apetite.Essencialmente, o efeito dos canabinóides em nosso cérebro é manter nossos neurônios disparando, ampliando nossos pensamentos e percepção e nos mantendo fixos neles (até que outro pensamento nos leve a uma tangente diferente). É por isso que quando o usuário está, como se diz na gíria,” chapado” não é uma boa hora para dirigir, estudar para um teste ou praticar esportes que exigem coordenação, como o tênis. Como o álcool, a cafeína e o açúcar, canabinóides também afetam os níveis de dopamina no nosso cérebro, muitas vezes resultando em uma sensação de relaxamento e euforia.Há, ainda, outras maneiras de como maconha interage com os nossos cérebros, por exemplo, prejudicando nossa capacidade de formar novas memórias e causando(na gíria popular) a clássica “larica” – a fome avassaladora que vem depois de um “baseado”(nota pessoal;usamos o “glossário” habitual dos usuários para maior esclarecimento).

OS EFEITOS

Os efeitos dependem da dose utilizada, bem como de quão potente é a preparação (a maconha comum contém de 2 a 5% de THC, enquanto a ganja pode conter até 15% de THC e o óleo de haxixe entre 15 e 60% de THC). Em altas doses – e se você não tomar cuidados ao consumi-la por via oral, como em bolos ou no brigadeiro -, a maconha pode produzir estados alucinatórios assustadores.Tal como acontece com outras drogas, os efeitos da maconha variam de acordo com o indivíduo. Nem todas as pessoas podem achar a experiência agradável ou relaxante; para aqueles que têm ansiedade ou são propensos a ataques de pânico, a maconha poderia agravar seus sintomas ao invés de trazer uma sensação de calma.

A POTÊNCIA DA MACONHA DE HOJE-Indução á procura de drogas mais potentes

A marijuana é com frequência mais potente hoje em dia do que costumava ser. As técnicas em expansão e o uso seletivo de sementes têm produzido uma droga mais poderosa. Como resultado disso, tem havido um aumento enorme do número de atendimentos de emergência aos jovens fumadores de marijuana.Por criar uma tolerância, a marijuana leva os seus consumidores a consumirem drogas mais fortes para terem a mesma euforia. Quando os efeitos começam a desvanecer-se, a pessoa pode optar por drogas mais potentes para se desfazer das condições indesejadas que a impulsionaram a consumir marijuana pela primeira vez. A marijuana em si não conduz a pessoa às outras drogas: as pessoas consomem drogas para saírem de situações e sentimentos indesejados. A droga (marijuana) mascara o problema durante algum tempo (quando o consumidor está eufórico). Quando a “viagem” se desvanece, o problema, a condição indesejada, a situação retorna mais intensamente do que antes. Então o dependente pode vir a consumir drogas mais fortes porque a marijuana já não “funciona”.

Maconha não parece ter um efeito de longo prazo sobre a memória e concentração

Os efeitos de curto prazo da maconha são geralmente sentidos dentro de alguns minutos. O pico ocorre em 30 minutos e se desgasta após cerca de duas ou três horas. A grande questão é: o que acontece se usarmos a maconha com mais regularidade, ou se fomos usuários ocasionais, mas em grandes quantidades? Existem mudanças permanentes de saúde cognitiva? Mais uma vez, nós não temos muitos estudos científicos rigorosos sobre isso, muito menos muitos estudos longitudinais. Em 2012, no entanto, foi feita uma revisão de pesquisas disponíveis, publicada no “Journal of Addiction Medicine”, que conclui que as deficiências imediatas sobre a memória e a concentração, pelo menos, não são provávelmente permanentes ou seja, quando um usuário resolve “dar um tempo” no uso da droga, sua memória se recupera.Mas, com o aumento da concentração nos últimos anos e o uso indiscriminado para qualquer coisa, seja, para aliviar tensões, seja para a tal “recreação”, seja para atingir estados alterados de consciência, estas afirmações começam a tomar um rumo completamente oposto.

A conclusão das pesquisas sobre a atenção e a concentração

A maconha prejudica a atenção e concentração dos usuários leves, mas não parece afetar os usuários regulares ou pesados seis horas após fumá-la ou ingeri-la. No longo prazo, os pesquisadores descobriram que, depois de 3 semanas ou mais desde a última “dose”, a atenção e concentração voltava ao normal. “Em cinco dos sete estudos, nenhuma deficiência de atenção ou concentração foi encontrada em indivíduos que tinham permanecido abstinentes de 28 dias a um ano”, garante os autores da revisão de bibliografia. Outros dois estudos encontraram diferenças na atenção e concentração entre não usuários e usuários pesados depois de 28 dias, mas os pesquisadores observam que as conclusões díspares podem se dever a medir diferentes tipos de habilidades de processamento.

Efeitos a curto prazo:

Perda da coordenação e distorções no sentido do tempo, visão e audição, sonolência, vermelhidão dos olhos, apetite aumentado e músculos relaxados. A frequência cardíaca pode acelerar. De fato, na primeira hora ao fumar marijuana, o risco de ataque cardíaco do fumador de marijuana pode aumentar cinco vezes. O desempenho escolar é reduzido devido à memória reduzida e capacidade diminuída para resolver problemas.

Efeitos a Longo Prazo:

A longo prazo pode provocar sintomas psicóticos. Pode danificar os pulmões e o coração, piora os sintomas de bronquite e causa tosse e asma. Pode reduzir a capacidade do corpo para combater infeções e doenças pulmonares.

A memória funcional

Do mesmo modo, vários estudos não encontraram nenhum efeito residual ou a longo prazo na memória funcional. Um estudo de 2002, por exemplo, testou 77 fumantes pesados ​​por dia após a abstenção de fumar maconha. O comprometimento da memória estava presente em usuários pesados ​​até 7 dias após o uso da maconha, mas no dia 28, seus resultados de teste de memória não diferiram significativamente do grupo de controle. Em outras palavras, mesmo que sua memória seja afetada quando você fuma, depois de parar, ela provávelmente vai voltar ao normal com o tempo.Estudos mais recentes indicam que ela bloqueia a memória de curto prazo, isto é, a memória de pequena duração da qual precisamos num determinado instante e da qual nos desfazemos em seguida. Por exemplo: ao ouvir os números de um telefone, se tivermos que procurar papel e lápis para anotá-los, eles se esvairão de nossa memória e seremos obrigados a pedir que sejam repetidos, o que não acontecerá se tomarmos nota imediatamente.

Esse efeito, que de fato existe, pode trazer grande prejuízo especialmente para os estudantes. Quem vive “chapado” o tempo todo não consolida a memória de longo prazo, uma vez que ela se solidifica pela repetição do que é registrado na memória de curto prazo. Trata-se, porém, de um efeito transitório que desaparece quando a pessoa se afasta da droga.Existe outro efeito curiosíssimo da maconha: ela diminui a taxa de testosterona circulante nos homens e reduz o número de espermatozoides, embora não os faça desaparecer completamente. Não interfere na libido, mas, se o homem quiser ter filhos, fumar maconha é mal negócio. Num congresso nos Estados Unidos, levantou-se até a possibilidade, não comprovada, de que seu uso constante pudesse representar o primeiro anticoncepcional masculino. Nesse caso, também, suspendendo-se o uso, a produção de espermatozoides volta ao normal.

LEIA MAIS;Por que fumar maconha dá fome?

A Administração de Serviços de Abuso de Substância e de Saúde Mental (SAMHSA, do inglês Substance Abuse and Mental Health Services Administration) tem um flyer sobre as possíveis consequências de curto e longo prazo do uso de maconha. Ele relata que não há nenhuma ligação forte entre a frequência do uso da maconha e da violência ou crime, nenhuma ligação clara ou distinta entre depressão e uso de maconha, e nenhuma ligação clara entre o uso de maconha e defeitos de nascimento.O uso pesado de maconha, no entanto, tem sido associado a um aumento da probabilidade de problemas respiratórios, desenvolvimento de esquizofrenia (alguns estudos sugerem que uma predisposição genética pode estar envolvida nestes casos) e, para os adolescentes que estão aumentando o uso de maconha, mais dificuldade de se ajustar à sociedade. Nós vamos tratar algumas dessas questões abaixo.

Maconha pode combater outros vícios, como do crack e da cocaína. PARCIALMENTE VERDADE: embora existam algumas experiências e até pesquisas científicas apontando nesse sentido, usar a maconha para se livrar de outros vícios é contestável sob o ponto de vista médico, diz o psiquiatra Ivan Mario Braun. Existem outros tratamentos melhores, mais aceitos. Não faz sentido você passar de uma droga para outra. Apesar de muitas pessoas a considerarem leve, esse é um conceito equivocado. A verdade é que o consumo de maconha é extremamente prejudicial à saúde. Leia mais

Em comparação com outras drogas, a maconha é menos viciante e prejudicial

O vício é um tema muito complexo. É possível que as pessoas fiquem viciadas em qualquer coisa que nos dá prazer. Enquanto a dependência da maconha é real, é um vício mais raro do que a outras substâncias (legais ou ilegais). As estatísticas dizem que 9% das pessoas que usam maconha tornam-se dependentes dela, em comparação com 32% dos usuários de tabaco, 20% dos usuários de cocaína, e 15% dos consumidores de álcool.Quando se trata de maconha e outras substâncias, alguns dizem que o mais importante pode não ser o quão viciante a substância é, mas quão prejudicial poderia ser. A ex-cirurgiã geral Jocelyn Elders disse que apoia a legalização da maconha, sustentando-se no argumento de que ela “não é fisicamente viciante”. Além disso, ela afirma que esta substância não é tóxica – ao contrário do álcool, heroína ou cocaína, a única forma de você ter uma overdose fatal de maconha é se um fardo gigante dela cair na sua cabeça.De um modo geral, a maconha tem se mostrado muito menos perigosa e viciante do que outras substâncias – mais de 100 vezes mais segura do que o álcool -, mas isso não quer dizer que ela é completamente inofensiva. Como a maconha é consumida e preparada pode fazer uma grande diferença em seus efeitos sobre a saúde, para melhor ou pior.A MACONHA É MAIS PERIGOSA PARA OS ADOLESCENTES

As chances de se viciar em maconha aumentam se você é um usuário diário ou se o hábito começou quando você era adolescente. De acordo com o Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos EUA, o vício da maconha sobe cerca de 17% em quem começar a usar nesta época e cerca de 25 a 50% entre os usuários diários.“A maconha pode causar mudanças no cérebro que atrapalham o aprendizado, especialmente em adolescentes, já que seus cérebros ainda não terminaram de se desenvolver”, explica Damon Raskin, médico internista e diplomata do Conselho Americano de Medicina do Vício. “Os cérebros não estão totalmente desenvolvidos até a idade de 25 ou 26 anos. O uso crônico da maconha pode levar a alterações nas habilidades de personalidade, julgamento e raciocínio”.Ainda de acordo com ele, a maconha nessa fase causa danos no coração e pulmões, aumenta a incidência de ansiedade, depressão e esquizofrenia, e pode desencadear episódios psicóticos agudos. “Grande parte da maconha disponível hoje é mais potente do que era no passado, de modo que existe potencial para que ela tenha efeitos deletérios mais intensos sobre o usuário”, conta Raskin.

 Fumar não é tão eficiente

A CEO dos laboratórios G FarmaLabs, Ata Gonzalez, explica que os métodos tradicionais não são os mais eficientes e nem os mais “limpos”. Isso porque métodos baseados em papel podem ser prejudiciais para o tecido da garganta e do pulmão ao longo do tempo, podendo introduzir a possibilidade de inalação de esporos de mofo e ser cancerígenos, dependendo do material no qual a cannabis é enrolada.

(NOTA PESSOAL;Este texto é colocado aqui com a intenção de informar  de fontes especializadas, e não com o intuito de incentivar ou facilitar/dificultar o uso, já que cada um é dono de suas próprias escolhas e responsáveis por elas;por isso a exposição do tema sob vários ângulos, para que cada um use seu discernimento.Cada um de nós é responsável pela sua vida e de como quer levá-la).

PRODUTOS Á BASE DE MACONHA MEDICINAL

Tinturas e tônicos às vezes são classificados nesta categoria de consumo. Finalmente, temos soluções tópicas feitas com óleo de cannabis (por exemplo, pomadas, loções, pomadas) que são mais usadas ​​como anti-inflamatórios e analgésicos(estes últimos quando ingeridos , que agem sobre os neurotransmissores cerebrais).Nós tendemos a pensar na maconha como um movimento hippie e todo natural, mas hoje a maconha legal é a indústria que mais cresce nos EUA – uma indústria de bilhões de dólares – e a pureza e a qualidade da maconha pode significar muito para a sua saúde e o efeito dela sobre você.

(NOTA PESSOAL;SERÁ QUE  A MACONHA CONSUMIDA JÁ É TRANSGÊNICA?)

Há muitos usos médicos possíveis para a maconha

Finalmente, há os potenciais usos médicos da marijuana para uma ampla variedade de condições. 23 estados norte-americanos e o Distrito Federal já legalizaram o uso medicinal da maconha para tratar sintomas de câncer, AIDS, artrite, esclerose múltipla, enxaqueca, epilepsia, náuseas e outras condições. Nosso vizinho Uruguai também está fazendo a sua parte para a descriminalização da maconha.Nos Estados Unidos, 76% dos médicos disseram que iriam prescrever maconha para fins medicinais. E uma análise de 60 estudos revisados ​​por especialistas sobre a maconha medicinal descobriu que 68% das pesquisas demonstravam que os tratamentos concluídos foram positivos para as condições tratadas.

PARA MAIORES CONCLUSÕES NECESSITAMOS DE MAIS PESQUISAS

Tal como no caso dos efeitos adversos de marijuana, no entanto, nesta área também faltam pesquisas satisfatórias. Segundo Sanjay Gupta, médico que trabalha em parceira com a rede de televisão CNN, que questiona a categorização da maconha como uma droga de Classe I, diz que a maioria esmagadora dos trabalhos recentes sobre tema – cerca de 94% – são projetados para investigar os danos, enquanto apenas 6% investigam os benefícios da maconha medicinal.

(nota pessoal;Mas é importante deixar claro que a erva não faz só bem ao corpo, como alguns defensores da legalização defendem. Quando não é usada adequadamente ou com acompanhamento médico, a substância pode ser prejudicial à saúde em vários aspectos, como na perda de memória, no agravamento de sintomas da esquizofrenia, além de disfunção erétil, esclerose múltipla e até mesmo encolhimento do cérebro.Esse post não pretende defender ou não a legalização da maconha ou fazer apologia ao uso da planta, apenas mostrar as propriedades medicinais que já foram descobertas. Abaixo, confira algumas das doenças que a maconha pode ajudar a combater)

1 – Câncer

A canabis não cura o câncer, mas alivia o sofrimento causado pela quimioterapia, diminuindo as crises de náusea e vômitos. Isso pode ser essencial no tratamento, já que muitos pacientes desistem dele por não aguentar as reações causadas no organismo. Em uma pesquisa feita em 1991 pela Universidade Harvard (EUA), 70% dos médicos que tratam câncer afirmaram que recomendariam o uso de maconha se ela fosse legalizada nos EUA. Nesse mesmo ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu a maconha como medicamento.

LEIA MAIS;Medicamentos baseados em cannabis podem aliviar a dor sem efeitos psicóticos

2 – Aids

A cura definitiva para a Aids ainda não foi encontrada. Mas os portadores da doença podem conseguir um efeito importante no corpo usando a erva natural: o aumento de apetite. Sim, isso que popularmente conhecemos como “larica”. Pacientes com Aids podem perder até quatro quilos por mês e morrer por desnutrição. Mas a maconha não é indispensável, já que existem outros medicamentos que produzem o mesmo efeito.

3 – Dor crônica

No início dos anos 90, foi descoberta uma substância na canabis que é muito eficiente no combate à dor. A erva natural é tão eficaz nisso que esse efeito já aparece em relatos chineses de mais de quatro mil anos. Um americano chamado Burton Aldrich, tetraplégico, afirmou que a maconha foi a única solução para o fim das dores insuportáveis que ele sentia. “Depois de cinco minutos fumando maconha, os espasmos foram embora e a dor neuropática desapareceu”, afirmou ele.

4 – Glaucoma

O glaucoma faz com que a pressão no olho aumente, o que torna a doença a maior causa de cegueira no Brasil.A maconha diminui essa pressão na órbita ocular, pois o THC – substância química que compõe a planta – controla a ação dos líquidos que correm na córnea e na íris.

5 – Ansiedade

Chocolate, cigarro, chicletes… muitas pessoas tentam combater a ansiedade com essas substâncias. A maconha é proibida, mas também pode ser usada para tentar diminuir a agitação. Algumas pessoas, principalmente as que não estão habituadas à erva, podem ter o efeito oposto, entretanto. A maconha é usada também para o tratamento da depressão e insônia – que podem surgir em decorrência da ansiedade em excesso.

FONTE;[Enrironmental Graffiti/Super/HSW]


  • Maconha pode causar câncer e problemas do coração? VERDADE: a maconha possuiu substâncias cancerígenas semelhantes às presentes no tabaco, muitas delas numa concentração bem superior às do cigarro. “A questão fica menos importante na maconha porque algumas pessoas chegam a fumar um maço de cigarro por dia, mas ninguém fuma tantos baseados”, explica o psiquiatra Ivan Mario Braun. Segundo o médico, outro efeito que aproxima a maconha do cigarro é, a longo prazo, provocar prejuízos ao sistema cardiovascular. Quem já tem alguma doença do coração corre ainda mais riscos, pois no momento do consumo a maconha acelera os batimentos.Leia mais

O QUE DIZEM OS ATIVISTAS PRÓ-MACONHA

Segundo Greta Carter, ativista pró-maconha, empresária e fundadora de uma cadeia de clínicas, já foram vistos benefícios claros de tratamentos com maconha sobre a síndrome de estresse pós-traumático. “Sabemos também que os pais que têm lutado diáriamente com crianças que sofrem de convulsões e distúrbios do movimento vão a extremos para mudar suas famílias para os estados que permitem o acesso ao medicamento”, conta. Ela ainda relata casos de pacientes com AIDS e câncer que encontram benefícios na cannabis.Além destes casos extremos, Greta acha que a cannabis é uma parte do bem-estar geral para muitos. Ela já atendeu 40 mil pacientes em suas clínicas especializadas e pôde concluir que a idade média dos pacientes aumenta cada vez mais. “A população mais idosa que vem aqui relata que toma mais de 14 tipos de medicamentos (e alguns deles são remédios para compensar os efeitos colaterais dos outros remédios). Em um ano após a incorporação da cannabis, eles voltam e estão em 2 ou 3 medicamentos, desfrutando de uma melhor qualidade de vida. Aqueles que têm sofrido com o vício em analgésicos usam cannabis para gerir a sua dor e param de tomar seus remédios. As histórias não acabam mais”, relata ela.(nota pessoal;aqui vemos o uso controlado medicinal,o que já está em estudo com efeitos positivos comprovados, mas em dosagens controladas e com uso restrito medicinal e não recreativo ou para induzir estados deeuforia/alegria/entusiasmo/desempenho etc).

OS ESTUDOS E PROFISSIONAIS CONTRÁRIOS AO USO DA MACONHA

Os opositores da maconha medicinal argumentam que ela é muito perigosa para ser utilizada (embora os argumentos pareçam estar mais associados aos efeitos do tabagismo em vez da maconha em geral ou de administrá-la de outras formas), que a maconha é viciante e que as “drogas legais”(cigarro, álcool e afetaminas) tornam a maconha desnecessária.Os profissionais de saúde, pesquisadores e legisladores em ambos os lados do debate continuam a discutir os prós e contras do uso da droga. Como sempre, “mais pesquisas são recomendadas”. No caso da maconha, contudo, nós realmente precisamos de mais pesquisas – e mais pesquisas de qualidade – para que essa discussão possa ser sustentada com mais do que dogmas.

FONTE;-(Agência Brasil, Life Hacker)

MACONHA X ÁLCOOL

Wayne Hall, professor e diretor do Centro de Pesquisa em Abuso de Substâncias dos Jovens da Universidade de Queensland, na Austrália, publicou uma nova revisão bibliográfica analisando estudos feitos sobre os efeitos da maconha na saúde entre 1993 e 2013.Segundo o pesquisador, o uso da maconha traz alguns dos mesmos riscos que o uso de álcool, tais como aumento do risco de acidentes, dependência e psicose. Além disso, é provável que pessoas de meia-idade que fumam maconha tenham um risco aumentado de sofrer um ataque cardíaco. No entanto, “efeitos sobre a função respiratória e câncer respiratório ainda não estão claros, porque a maioria dos fumantes de maconha fumaram ou ainda fumam tabaco”.Os críticos argumentam que outras variáveis, ​​além do uso de maconha, podem influenciar e aumentar os riscos de tais problemas de saúde mental(FUNÇÕES CEREBRAIS ANORMAIS) e que, em primeiro lugar, é possível que as pessoas com problemas de saúde mental sejam mais propensas a usar maconha.Quanto aos efeitos do consumo de cannabis em mulheres grávidas, a droga pode reduzir um pouco o peso do bebê ao nascer, de acordo com Hall.

FONTE;. [Live Science]

LEIA MAIS;Maconha ou álcool: o que é pior para a saúde?

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LEIA MAIS;Perguntas frequentes

CEBRID-Centro brasileiro de informações sobre drogas psicotrópicas da UNIFESP–ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA

  1. O que é a maconha?
  2. Como a maconha é utilizada?
  3. O que é hashishe (ou hachiche)? e skank (skunk)?
  4. Por que as pessoas usam Maconha?
  5. Quantas pessoas usam Maconha?
  6. O que a maconha faz no corpo após uma dose (efeitos físicos agudos)?
  7. O que a maconha faz no corpo com o uso contínuo (efeitos físicos crônicos)?
  8. O que a maconha faz com a mente após uma dose (efeitos psíquicos agudos)?
  9. O que a maconha faz com a mente depois de um período de uso crônico (efeitos psíquicos crônicos)?
  10. A maconha afeta o desempenho na escola?
  11. A maconha leva ao uso de outras drogas?
  12. É possível reconhecer alguém que usa Maconha ?
  13. A maconha pode ser usada como remédio?
  14. A pessoa pode usar maconha quando está grávida?
  15. A maconha causa dependência?
  16. As pessoas podem parar de usar maconha?
  17. A maconha causa tolerância?
  18. O que acontece se uma pessoa for surpreendida usando maconha?
  19. O que acontece se uma pessoa for surpreendida levando maconha para usar junto com amigos?
  20. A maconha afeta a memória?
  21. A maconha afeta o desempenho sexual?

CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

Dados das pesquisas do Instituto de Neurociência da USP e Faculdade Paulista de Medicina UNIFESP

O tetraidrocanabiol (THC), composto químico com propriedades psicoativas presente na maconha, tem a capacidade de matar neurônios em desenvolvimento. Mas seus efeitos não param por aí: a mesma substância pode salvar células neurais de adultos com a doença Alzheimer. Muitos pesquisadores trataram ratos recém-nascidos e ratos jovens com o THC. Em ambos os casos os neurônios das cobaias morreram. Os mesmos efeitos, porém, não foram notados em neurônios retirados de animais adultos.A maconha – assim como o tabaco e o ópio – causa fortes efeitos no cérebro, pois alguns de seus componentes apresentam semelhança química com substâncias que existem naturalmente no corpo humano, os endocanabinoides. Esses compostos são responsáveis por regular importantes funções cerebrais, controlando sinapses e circuitos neurais que processam o pensamento e a percepção. De acordo com alguns estudos, essas substâncias produzem efeitos no cérebro e também no sistema imune, como regulação do desenvolvimento e auxílio à sobrevivência de neurônios jovens, e ainda o controle da ligação neuronal em circuitos envolvidos nos processos cognitivos e de fixação de memórias. A pesquisadora suspeita que fumar maconha durante um período da vida em que os neurônios estão se desenvolvendo afeta sinais químicos críticos.O massacre de neurônios jovens causado pelo THC pode explicar os prejuízos na aprendizagem notados em crianças filhas de mulheres que fumaram maconha durante a gravidez. Além disso, pesquisas com adolescentes que abusam da droga mostram danos cerebrais nos circuitos neurais em desenvolvimento. Em cérebros mais velhos, entretanto, o THC parece ter um efeito protetor. As descobertas da pesquisadora indicam que a bioquímica dos neurônios muda com o amadurecimento das células. O papel dos endocanabinóides se altera em diferentes funções e passa a ajudar a sobrevivência de neurônios mais velhos.
Em pacientes com a doença de Alzheimer, o THC pode proteger as células cerebrais contra a morte e reforçar os níveis perdidos do neurotransmissor acetilcolina que, quando reduzidos, contribuem para que a função mental de pacientes seja enfraquecida. A substância também suprime o efeito tóxico da proteína a-beta que, em casos de demência, pode matar neurônios e promover a secreção de um catalisador do crescimento neural, além de diminuir a liberação do glutamato (neurotransmissor excitatório) capaz de matar neurônios em casos de demência. O THC também possui ações antiinflamatórias e antioxidantes que protegem as células neurais do ataque do sistema imune.
Apesar de tantos benefícios a substância pode causar efeitos colaterais indesejados no cérebro. A maior dificuldade para os cientistas é a de isolar os ingredientes benéficos da maconha e desenvolver drogas que possam ser aplicadas em doses apropriadas e específicas para a idade de cada paciente.Os estudos comprovam que  os efeitos positivos do THC são vistos quando a concentração do composto é menor do que a encontrada na própria planta. É uma questão de balancear baixas concentrações da substância com uma boa margem de segurança. Drogas sintéticas similares ao tetraidrocanabiol já estão disponíveis, como o Sativex, que contém THC e outros canabinóides e foi aprovada no Canadá para o tratamento de dores em esclerose múltipla e câncer. A maconha é uma mistura complexa de compostos químicos com propriedades psicoativas e contém cerca de 60 canabinóides distintos. O desafio é tentar separar quais são importantes para proteger os neurônios, ecoando a visão de outros pesquisadores para esse fato. Dependendo de como a planta é cultivada, a proporção relativa dos diferentes tipos de canabinóides se altera.

Nós da Luz é Invencível fazendo nosso papel de informar e disponibilizar pesquisas e dados comprovados de instituições sérias, com pesquisadores muito capacitados e bem amparados acadêmicamente, iniciamos o estudo das drogas e seus efeitos no cérebro humano, dando prosseguimento á nossa série.Não estamos aqui discutindo a legalização de drogas ou defendendo seu uso de qualquer forma ou para qualquer propósito;apenas informando científicamente, divulgando as pesquisa recentes e colocando as várias posições dos profissionais especializados no assunto.Cada um pode usar estas informações com o critério que melhor lhe aprouver e todas as escolhas e decisões pertencem á cada um,portanto a responsabilidade /Causa e Efeito, também.

Nós da Equipe sempre aconselhamos a leitura com discernimento, análise e estudo,pois a matéria está bem documentada para que todos possam aprender mais e avaliar os efeitos e/ou benefícios com o cuidado que merecem, afinal, estamos falando de qualidade de vida,o que muito interfere nessa nova fase da Transição Planetária pela qual estamos passando.

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL

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LEIA MAIS;Efeitos cerebrais da maconha – resultados dos estudos de neuroimagem-(Brain effects of cannabis – neuroimaging findings)-PDF

ALGUNS LIVROS SOBRE O CÉREBRO

Bibliografia para consulta

O super cérebro
Deepak Chopra
 O Cérebro que se transforma
 Norman Doidge
O cérebro criativo
Shelley Carson Ph.D
Treine a mente e mude o cérebro
 Sharon Begley
 Como funciona o cérebro
Série mais ciência
 Vitalize seu cérebro
John Arden
 A cura do cérebro
Adriana Fóz

Nota:Biblioteca Virtual

Divulgação: A Luz é Invencível

A “Luz é Invencível” tem por norma não publicar links que não estejam ligados ao texto postado.Pedimos a compreensão de todos, e para qualquer dúvida, temos nossa caixa de sugestões onde todos podem livremente fazer suas colocações que serão arquivadas para consultas posteriores.
Nós agradecemos a compreensão de voces.
Equipe da “Luz é Invencível”

13 comentários em “UMA VIAGEM AO CÉREBRO HUMANO-PARTE 5

  1. Mônica,

    se maconha é a porta para outras drogas, isso foi a um tempo atrás… hoje existe tanta droga comercializando na baladas que a polícia não consegue nem classificar mais os tipos. O problema destas substâncias são duas situações: uma que leva a um submundo de criminalidade ou delinquência. Não que vc se tornará um criminoso. Mas se você viver esse mundo, você ficará cercado de pessoas com comportamentos desnorteantes como traficantes, bad boys, mães desesperadas pelos seus filhos, dependentes que roubam para saciar a sua “secura”, morte de viciados que não pagam dívida em um capitalismo literalmente selvagem e o governo que faz vista grossa porque isso dá muuuuuuuuuuuuito dinheiro! A outra situação é que as pessoas se tornam zumbis. Sim, zumbis! Falam que maconha faz bem, que outro tipo de droga melhora o estado, o prozac abre portas da felicidade, mas olha para o aspecto externo da pessoa. Algumas até se arrastam. Vai em uma balada e olhe para as pessoas que estão lá! Algumas jogadas no canto, outras com os olhos vermelhos, dizendo que está tudo bem mas no fundo, a alma está gritando nos porões?Isto é estado de felicidade ou alegria dentro delas? Não! Você sabe porque as pessoas bebem bebida alcoólica? Não, não é por causa do gosto, não! É POR CAUSA DO EFEITO!

    Vc diz que não quer levantar a questão da legalização mas abriu espaço para um monte de gente que irá comentar aqui à favor ou contra. Enfim, vc quer audiência e vai conseguir! Eu não sou nem sim nem não, apenas enxerguei a realidade disso tudo.

    E se procuramos a evolução, procuramos saber que podemos viver sem estas tais substâncias que alteram nossa mente. Elas criam apenas euforia. Mas você realmente sentiu êxtase? Mergulhe no oceano de Deus que vc ficará 24 horas chapado (extasiado, elevado, feliz e sem precisar de artifícios enganadores).

    Outra questão que me chocou foi quando vc disse no comentário: “mas, quem realmente se conhece em profundidade? quem pode dizer isso com propriedade absoluta?” Eu me pergunto, então: qual é o objetivo desse blog? Por que tanto artigo e texto e por que tantos termos e nomes bonitos vindos de cientistas e mestres para dizer uma mesma coisa?

    O problema do excesso de conhecimento é que tornamos racionais demais e deixamos de usar o coração e sentimentos. Procurar o autoconhecimento através da curiosidade levará a um loop eterno de mentalização.

    O autoconhecimento surge quando uma agonia muito profundo em sua alma lhe atormenta todo o dia até o momento que você diz: “Chega! eu vou atrás da resposta, custe o que custar. Mas eu vou atrás saber quem sou eu e como posso fazer o melhor de mim que está bloqueado!”

    Ascensão, iluminação não é um paraíso chegando do céu, não a terra prometida.
    E saber quem vc é e como gosta de ser.

    Jesus mostra o caminho, Buda também. Outros mestres como Osho, Maria Madalena, Sócrates, Heráclito, Jung, essas milhares de canalizações que acontecem hoje em dia (Kryon, Metatron, Arcanjo Miguel e Gabriel), uma criança pequena, um cachorro brincalhão indicam também o caminho do autoconhecimento. Mas eles apontam para a lua, não é para ficar fixado em seus dedos! E o caminho é para dentro!

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    • Olá Sr André

      Obrigada pelo retorno e pelo depoimento

      Quando falamos que a maconha é a porta para outras drogas, estamos nos referindo ao cérebro,que acostuma com as reações e a pessoa passa a não mais ficar “satisfeita” e começa a procurar coisas mais fortes para ficar em estados alterados.Isso depende também da predisposição de cada um, pois temos uma genética que está já sendo decodificada e muitas das tendências que temos estão em nosso DNA.Portanto, está aí a explicação porque muitas pessoas podem até não se viciar, mas na realidade, é a sensação de relaxamento, alucinações chamadas de agradáveis que acabam fazendo com que a pessoa queira cada vez mais ficar neste estado.

      Quanto á hábitos errôneamente chamados de “recreação” ,só podemos lamentar que as pessoas não saibam selecionar as coisas/lugares/situações em que se metem, isso é falta de consciência, o que aqui no blog sempre pregamos ser imprescindível para uma mudança de paradigma.Não entraremos em méritos do tipo político nem ideológico,pois nossas matérias estão voltadas para o conhecimento científico/espiritual, afim de trazer qualidade de vida ao ser humano, independentemente destes postulados.Acreditamos em um ser humano cósmico, pertecente ao universo,que tem um olhar muito mais abrangente que nações, raças e governos.

      Realmente não estamos aqui para discutir leis, e sim para alertar e informar sobre os efeitos de várias coisas sobre o cérebro, não só drogas, mas alimentos, hábitos, remédios e substâncias químicas,alterações do humor, álcool,e outros.

      O auto-conhecimento é uma coisa que leva a vida inteira, ou ainda eu diria, muitas vidas…ninguém se conhece realmente até estar diante de uma situação que o prove no mais íntimo do seu ser, e falo isso por experiência própria.O Objetivo do blog é indicar os caminhos, aconselhar passando um pouco da experiência de vida que temos( que são de décadas e décadas,posso lhe garantir) e trazer informação baseada em nossa formação acadêmica.Ser um buscador, em primeiro lugar requer humildade de sabermos que nada sabemos na verdade, que tudo está em mutação, que podemos ser experenciados de uma hora para outra de repente e não temos como saber, em determinadas situações, como reagiremos…nossa bagagem , nossas crenças e aprendizado é que farão a diferença nestes momentos, e isso eu posso lhe dizer de cátedra.

      Digamos que todo começo de algo começa sim, por uma curiosidade natural, algo nos move ou moveu para esta busca/procura…o que virá em seguida, depende do que temos por dentro, seja espiritual, seja intelectual ou missão assumida até em outras vidas…uma redescoberta de algo perdido,uma busca que chega ao fim, tudo isso deve ser levado em consideração.E conhecimento não ocupa espaço, apenas abre o leque de possibilidades e, cada vez que nos deslumbramos com o que podemos aprender, o que nos é oferecido, nos encantamos e nosso coração vibra de alegria por estarmos no Caminho….aí as emoções fazem sua presença.Jamais quem “conhece” de verdade tem um coração de pedra.O senhor deve estar se referindo á pessoas céticas, que só vem no conhecimento a explicação para os mistérios da vida.Pois saiba que grandes pensadores de verdade são altamente emotivos;leia os versos de Ouro de Pitágoras e saberá do que eu estou falando.

      Ascenção é saber-se parte de um Todo que ainda não sabemos direito como é, mas SENTIMOS NO ÂMAGO a força desta certeza, inexplicável porém tão perto de nós, nas pequenas coisas que vemos na natureza, em quem amamos, nas nossas alegrias infinitas, e até nas nossas tristezas e desilusões que nos ensinam tanto.

      Quanto á termos ou não audiência por isto ou aquilo, para nós nunca foi importante, já que levamos o trabalho como uma missão de fé, sem qualquer vaidade ou necessidade de reconhecimento;estamos aqui, única e exclusivamente exercitando a vontade de servir ao próximo com o que sabemos e aprendemos todos os dias.Esse auto- conhecimento está sedimentado em nosso ser, não mudará, aconteça o que acontecer.A experiência de vida acumulada neste sentido já nos colocou á prova e saímos vitoriosos, e faz tempo.

      Fique sempre á vontade para colocar aqui as suas considerações, pois este espaço é livre e democrático, e como o senhor é um dos nossos comentaristas constantes e sempre o faz com muito respeito e consideração, nosso blog sempre agradece a sua presença, como a de todos que se dispuserem a imitá-lo.

      Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível

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  2. Caríssima,
    Saúdo mais um capítulo desta série, que, como muito bem afirma, é um tema fascinante mas demasiado longo e complexo, ao ponto, diria, de que jamais conseguiremos atingir a plenitude de seu conhecimento e de suas verdadeiras capacidades e abrangências enquanto estivermos presos a este ‘escafandro’.tridimensional.
    Mas muito já está sendo desbravado e vosso contributo informativo tem sido precioso nesse sentido.
    Quanto ao tema em pauta, por aqui o termo mais usado é ‘cânhamo’, pelo menos na sua versão nutricional. Eu venho usando um produto biológico de nome ‘proteína de cânhamo’ em pó, que pode ser usado em sopas, bartidos, papas, etc., e que, conforme referência destacada, é isento da substância THC.
    Quanto aos demais usos, não há dúvidas quanto aos seus benefícios terapêuticos, que são enormes e muito abrangentes, mas me parece que a via ‘fumante’ não será jamais uma delas, pelo menos para quem tem verdadeiras pretensões ascensionais.
    Um Bem-Haja Luminoso para ambos e continuem… desbravando!

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    • Olá Sr Àlvaro

      Obrigado pelo comentário e pela presença constante nos prestigiando

      Esta série é uma tentativa de trazer mais luz é um assunto que está sempre em constantes pesquisas, é mais do que estudado á décadas, e acaba gerando as polêmicas de sempre com relação ao que pode ou não pode otimizá-lo , enganá-lo, nutri-lo e desvendá-lo em seus maiores segredos.

      Vamos desbravando sim, pois temas não faltam e pesquisas atualizadas também, já que temos aqui em mãos muitas coisas que podem ser úteis á todos e o papel do blog é esse; a informação bem embasada e documentada.Exploraremos várias frentes, inclusive , as drogas e os remédios, as doenças e a Pineal estão em nossa pauta;fazer uma série sobre este assunto traz á todos muito mais conhecimento e desmistifica muitos dogmas acerca do cérebro, que nos impede de tentar entendê-lo.

      O Cânhamo é excelente proteína de alta performance e inclui uma gama variada de aminoácidos e oligo-elementos que otimizam a memória, e é de uma ótima absorção pelo organismo. Boa escolha.

      Realmente, fumar é a pior opção, como podemos constatar, além de que, usar substâncias para ficarmos “ligados” ou “excitados” para curtir a vida, não procede nesta Transição Planetária. Vamos nos informar e abolir estas práticas, e usar exatamente o que podemos extrair de melhor destes canabinóides.

      Nos agradecemos sempre as gentis palavras, que são um enorme incentivo ao nosso trabalho.Os comentários sempre nos dão mais informações e todos os leitores aproveitam e acabam conhecendo mais.Continue nos acompanhando.

      Muitas Vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível

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  3. Porquê a natureza criaria um elemento que se pode encontrar tanto em plantas como no cérebro humano? Falo sobre a Maconha e sobre a Ayahuasca (Ayahuasca contém dmt na “mistura” de um cipó + um tipo de arbusto que serve para prolongar os efeitos) dmt por sinal é chamado de “a molécula do espirito”, encontrada na glândula pineal. Fumo maconha à uns 4 anos e nunca tive problemas relacionados a minha saúde, muito pelo contrário, já não vou ao médico faz muuito tempo… Gripe? Resfriado? Já nem sei oq é isso! Amigos, sabemos que a cabala/mídia esconde e distorce as coisas… E sobre maconha “acelerar os pensamentos” eu discordo totalmente. Maconha te relaxa, diferente do alcool. Parabéns pelo blog irmão.

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    • Olá Sr Vinícius

      Obrigado pelo comentário e pela presença.Seja bem vindo

      Há menos de trinta anos, acreditava-se que o princípio ativo da maconha (Cannabis sativa), (-9-tetrahidrocanabionol)- (THC), agia sobre o sistema nervoso central de forma inespecífica, ou seja, perturbava o cérebro como um todo. Posteriormente, foram descobertos receptores específicos para o THC e outros alcalóides canabinóides. Além disso, canabinóides sintetizados pelo próprio organismo (endógenos) também foram identificados.Uma pesquisa dos neurocientistas revela que o cérebro humano produz uma substância pertencente à mesma família da maconha (Cannabis sativa). É este componente (de nome científico endocanabinoides) que nos deixa mais sonolentos ou mais ligados.
      O professor e pesquisaror da UFRJ Roberto Lent, militante da divulgação científica desde a década de 1970 e neurocientista, que escreveu o livro “Sobre neurônios, cérebros e pessoas”, no qual a inusitada informação é publicada, foi fazer a seguinte questão: “Por que nosso cérebro é capaz de reconhecer as propriedades de uma planta?”. De acordo com ele, a resposta é simples: “Porque nosso corpo já produz alguma coisa parecida”.Apesar da descoberta, Lent afirma que o fato de que o cérebro humano produza essa substância não significa que fumar maconha não faça mal para a saúde. Afinal, quando se fuma, o indivíduo inala muito mais do que canabinóides, esse é o problema.
      Além disso, nosso cérebro produz sua “própria maconha” de maneira controlada. Sendo assim, ninguém vai ficar alterado por causa disso.

      A resposta para sua primeira pergunta é simples;endocanabinóides são substãncias que existem nas plantas e em organismos vivos , essa é a biologia deste planeta e isso levou muito tempo evoluindo.Da mesma forma que outros processos neurológicos, os efeitos da cannabis no cérebro seguem o protocolo padrão de transdução de sinal (processo no qual uma célula do corpo converte um sinal ou estímulo recebido em outro). Compreende-se agora que estes receptores canabinóides aparecem de formas similares na maioria dos vertebrados e invertebrados e possuem uma longa história evolucionária de 500 milhões de anos. Os receptores canabinóides diminuem a atividade da enzima adenilato ciclase, inibe os canais N de cálcio, e desinibe os canais A dos íons de potássio;a planta Cannabis usada na forma de psicotrópico sem controle e com fins recreativos,simula um estado que pode variar de pessoa para pessoa, pois interfere nas funções cerebrais normais, como está descrito no texto.

      Com isso, podemos entender como certas substâncias encontradas em plantas estão presentes no corpo humano, pois isso é biologia e bioquímica, isso está na natureza,porém a concentração é completamente diferente, ou seja, é adaptada para o tipo de organismo em que ela está envolvida,já que nada é por acaso.A maioria dos canabinóides são compostos lipossolúveis (se dissolvem em gordura) que facilmente podem ser estocados na gordura corporal, rendendo um longo tempo de eliminação pelo organismo em comparação a outras drogas recreacionais. A molécula de THC, além de compostos relacionados, são usualmente detectados em testes de drogas em 3 até 10 dias após o uso, de acordo com o Redwood Laboratories, dependendo também da frequência de uso. A detecção é possivel devido ao fato de que os metabólitos (restos do metabolismo) dos componentes não-psicoativos do THC são estocados por um longo período nas células adiposas, e o THC é extremamente pouco solúvel em água. A taxa de eliminação dos metabólitos é substancialmente maior nos usuários mais frequêntes devido à tolerância.

      Quanto á imunidade, o receptor CB1 é encontrado primáriamente no cérebro e controla os efeitos psicológicos do THC. O receptor CB2 é mais abundamente encontrado na celúlas do sistema imunológico. Canabinóides agem como imunomoduladores nos receptores CB2, significando que eles aumentam algumas respostas imunológicas e diminuem outras. Por exemplo, os canabinóides não-psicotrópicos podem ser usados como um potente antinflamatório(medicinalmente falando, quando isolados). A afinidade dos canabinóides para se vincularem aos receptores é a mesma, com uma pequena excessão observada com o CBD derivado de plantas, que se vincula com os receptores CB2 com mais frequência. Os canabinóides provávelmente possuem um papel no controle do movimento e da memória no cérebro, além da modulação natural da dor. Está claro que os canabinóides podem afetar o mecanismo de transmissão da dor e, especificamente, estes canabinóides interagem com o sistema endógeno opióide do cérebro e podem afetar a transmissão de dopamina. Isso é uma importante descoberta psicológica que irá ajudar muito os meios de tratamento médico da dor.

      Portanto, estamos diante de um ativo que pode ser usado de forma medicinal, para tratar doenças/males específicos, com controle médico e estritamente isolando o principio ativo.”Fumar” o canabinóide não resolve problemas de saúde, pelo contrário, além de ser uma porta aberta para outras drogas mais pesadas, isto está textualmente atestado por médicos e especialistas no post e documentado pelos links e pesquisas descritas da Faculdade Paulista de Medicina-USP e Departamento de estudo sobre drogas psicotrópicas do Hosptal Israelita Albert Einstein-SP

      Nós estamos aqui para informar e disponibilizar pesquisas e conhecimento, pois acreditamos que todos possuem o livre arbítrio para conduzir sua prórpia experiência de vida.Fique á vontade para suas considerações.

      Muitas vibraçôes positivas da Equipe da Luz é Invencível

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  4. Pingback: Uma viagem ao Cérebro Humano – 5ª Parte – 06.11.2015 | Senhora de Sírius

  5. Pingback: UMA VIAGEM AO CÉREBRO HUMANO-PARTE 5 | dilsondosanjosdaluzinvencivel

  6. Ah… da série sobre o cérebro, por que colocou matéria sobre maconha? Fugiu do tema, sabe… Queremos saber sobre a maravilhas do cérebro, não subterfúgios e enganações.

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    • Olá Sr André

      Obrigado pelo comentário e pela presença sempre nos prestigiando

      Nosso objetivo é explorar o cérebro na sua totalidade.Os primeiros posts estão focados na parte funcional e estrutural;começamos a parte das influências externas-drogas, substâncias alucinógenas/psicotrópicas, doenças que podem afetar o cérebro, consciência e parte espiritual e por fim, um estudo detalhado da Pienal.

      Com relação ás drogas, não podíamos deixar de citá-las, já que TODAS COMEÇAM A AGIR PELO CÉREBRO, OU SEJA, AFETAM NOSSO HARDWARE E DEPOIS, NOSSO SOFTWARE; e falar em drogas, a primeira mais comum e passaporte para as outras é a maconha; e isso implica em muitas coisas, mas, nos detivemos nos efeitos cerebrais(hardware) e nos efeitos motores e sintomáticos(software, conduzido pelo hardware).Portanto, achamos por bem não entrar em polêmica quanto á legalização, e deixamos as informações para avaliações individuais de cada um, sem contar que citamos os benefícos que estão em estudo, quando isolamos os canabinóides, estudos que eu pessoalmente conduzo , junto ás teses de mestrado e doutorado em farmácia e bioquímica.

      Espero que tenha compreendido nossa posição e o objetivo do trabalho e continue nos acompanhando.

      Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível

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      • Sim, eu entendi a sua posição mas se vc analisar qualquer outra planta ou substância química tem alteração no cérebro e isso são fatores externos que não ajudam no nosso auto-conhecimento, e quando atingimos o auto-conhecimento, não precisamos disso! Seremos auto-geradores de nossa própria prosperidade! Já fumei isso e acredite: só atrasou a minha vida (meu raciocínio ficava lento, tinha síndrome de perseguição e minha inteligência improdutiva). As pessoas querem legalizar para usar como distração ou relaxamento (tipo um comprimido dorflex), não mais que isso… Gostaria que pudesse publicar uma matéria sobre o sistema de estímulos e resposta que nós temos em nosso cérebro, ou seja, a nossa eterna busca de recompensas que molda nossa personalidade. É um tema interessante que nos faz ir além das influências ambientais ou de parentes e amigos e que uma vez vc adota quais são os estímulos e respostas que deseja receber, isso cria as suas características!

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      • Olá Sr André

        Obrigado pelo retorno

        O senhor acaba de contribuir e muito para o nosso post com o seu depoimento.E responde todas as perguntas que o senhor mesmo fez.Vejamos;

        Quem se auto-conhece não utiliza nenhum subterfúgio, seja remédios, seja drogas, seja sons que alteram o cérebro, seja comida contaminada com aditivos que afetam o cérebro, seja substâncias que modificam as frequências cerebrais e eu iria mais longe, sabe utilizar as palavras e principalmente purificar os pensamentos;mas, quem realmente se conhece em profundidade? quem pode dizer isso com propriedade absoluta?

        Se estamos todos aprendendo a se conhecer e conhecer nossa “máquina”,precisamos de informação, seja qual for e de onde vier, desde que seja fidedigna e bem embasada.Nosso objetivo aqui é esse e os depoimentos, como sempre afirmamos, são fundamentais para que todos também compreendam e se sintam á vontade , sem julgamentos, para dar a sua contribuição como o senhor corajosamente deu.

        A série do cérebro é longa, ainda teremos muitos temas e este que citou é um deles; nosso hardware é tão complexo que precisaremos de muitas postagens que incluam muitas variáveis sobre ele e todos aprenderemos mais e poderemos otimizá-lo e cuidá-lo com mais conhecimento.

        Nosso blog não faz apologia , não toma partido a não ser do bem estar das pessoas, das descobertas de como somos maravilhosos, de como nossos potenciais são desconhecidos ainda , de como podemos ter qualidade de vida, de como é bom viver desbloqueado e livre e só podemos vivenciar tudo isso com conhecimento e informação, que é a tônica da Transição Planetária.

        Queremos também reinterar nossas notas e conclusões que estão grifadas no post de que cada um é responsável pelas atitudes que toma em relação á si mesmo e sobre as concientizações que assimila,portanto, quem está consciente e informado está mais lúcido e quem está mais lúcido , fica cada vez mais imune á manipulação, seja por que causa/situação for.

        Nós agradecemos seu corajoso e lúcido depoimento e aguarde os próximos posts que teremos muito ainda que aprender, todos juntos, sobre este hardware com potenciais inimagináveis.Continue conosco e seja sempre bem vindo.

        Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível

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