ATIVIDADE PARANORMAL- Parte 1-A Percepção extra-sensorial-


posterior

Percepção extra-sensorial(PES) é um termo coletivo para várias habilidades mentais APARENTEMENTE hipotéticas. Essas aptidões (juntamente com outros fenômenos paranormais) também são chamadas de psi.

Os principais tipos de percepção extra-sensorial são:

  • telepatia – capacidade de ler o pensamento de outra pessoa
  • clarividência – capacidade de “ver” objetos e eventos acontecendo em um outro lugar
  • premonição – capacidade de ver o futuro
  • retrocognição – capacidade de ver o passado distante
  • mediunidade – capacidade de se comunicar com espíritos de mortos
  • psicometria – capacidade de obter informações sobre uma pessoa ou um lugar ao tocar um objeto físico

Nesta nova série do blog , abordaremos estes tópicos em separado, visando esclarecer um pouco mais acerca destes fenômenos que estão cada vez mais se tornando comuns, devido á ascenção planetária e a evolução do DNA da raça humana.Disponibilizaremos textos e entrevistas, depoimentos e testes comprovados esclarecedores de cada tipo de PES OU PSI, e cada um dos leitores e interessados poderá tirar suas próprias conclusões e expandir o assunto.

O QUE É A PERCEPÇÃO EXTRA-SENSORIAL-PSI

Todas essas habilidades são baseadas na idéia de que os seres humanos podem perceber coisas além do âmbito dos conhecidos sentidos corporais. Esse assunto está em voga desde o começo da civilização humana, sob diversos nomes diferentes, mas a concepção moderna não se desenvolveu até a primeira metade do século XX. O próprio termo “percepção extra-sensorial” foi inventado em 1934, pelo professor da Duke University ( em inglês) J.B.Rhine, um dos primeiros cientistas respeitáveis a liderar pesquisas sobre paranormalidade em um laboraratório de universidade.Há aqueles que acreditam que a percepção extra-sensorial têm diferentes idéias sobre como essas habilidades se manifestam; Alguns crêem que toda pessoa possui essas habilidades e que, involuntáriamente, vivencia momentos de percepção extra-sensorial o tempo todo. Outros dizem que apenas alguns poucos paranormais, xamãs ou médiuns, têm poder especial e que só têm acesso a esse poder quando entram em um estado mental diferenciado. A maioria desses crentes acha que todos têm o potencial para a percepção extra-sensorial, mas que alguns estão mais sintonizados com suas habilidades paranormais do que outros.

COMO A PERCEPÇÃO EXTRA-SENSORIAL FUNCIONA

Entre os que acreditam também, há discordância sobre como a percepção extra-sensorial realmente funciona. Uma teoria diz que, assim como nossos sentidos comuns, a percepção extra-sensorial é uma energia que se move de um ponto a outro. Normalmente, os defensores dessa teoria dizem que a energia da percepção extra-sensorial assume a forma de ondas eletromagnéticas, assim como a luz, o rádio e o raio x, que não podemos detectar científicamente.Essa teoria foi bem popular no começo do século XX, mas hoje não é aceita devido a vários problemas inerentes. Um exemplo é que a explicação serve apenas para a telepatia, mas não para a clarividência e nem para a premonição. Supostamente, se a informação viaja na forma de energia eletromagnética, ela deve ser enviada por alguém, ou seja, tem de viajar de uma mente a outra. Isso não explica o movimento das informações através do tempo ou do objeto até a mente.

Além disso, a teoria não está de acordo com o que sabemos sobre nós mesmos e sobre o universo. Na maioria dos casos relatados de telepatia, a percepção extra-sensorial funciona independentemente da distância. Isso significa que a potência do “sinal” é a mesma quando a mente transmissora e a receptora estão na mesma sala ou em extremos opostos do planeta. Céticos destacam que nenhuma outra forma de energia comporta-se dessa maneira, por isso não faz sentido que isso ocorra com as “ondas psi”. Além disso, é estranho que não tenhamos encontrado nenhum novo órgão do sentido capaz de captar essa energia, tampouco provas das próprias ondas de energia.(nota pessoal;óbviamente que é uma energia com uma carga vibratória diferente, que vem de outra dimensão e está atrelada á energias ainda desconhecidas por nós, proveniente da Fonte,Essência, ou Plenum Cósmico presente no nosso DNA ainda carbonado, que está aos poucos entrando na fase cristalizada, o que transmitirá muito melhor essas energias para os corpos físicos, ampliando nossas capacidades psíquicas natas.)

OS DEFENSORES DA PERCEPÇÃO EXTRA-SENSORIAL

Diante desses problemas, a teoria prevalecente entre os que defendem a teoria da existência da PSI hoje, é a de que a percepção extra-sensorial é um resultado de algo além do mundo físico conhecido. Por exemplo, muitas pessoas vêem isso como algo que “transborda” de outra realidade. De acordo com essa teoria, além do universo físico de que temos consciência, todos existimos em uma outra dimensão cujas leis dominantes são completamente diferentes. O tempo e o espaço funcionam de maneira bem diferente na outra realidade, permitindo que saibamos os pensamentos de outras pessoas, acontecimentos distantes ou fatos que ainda não ocorreram na realidade física. Normalmente, nossa noção sobre esse plano de existência é completamente inconsciente, mas, de vez em quando, a mente consciente capta essa informação.

OS CIENTISTAS CÉTICOS NÃO CONCORDAM

Nem é preciso dizer que essa teoria não se encaixa em nosso conhecimento científico de mundo. De acordo com os defensores da teoria, não é esperado que ela se encaixe nessa concepção. Como os conceitos sobre “Deus e pós-vida,” a realidade hipotética não se basearia nas leis físicas do universo e dependeria da existência de algum tipo de alma.Desse modo, isso está em total desacordo com o nosso entendimento de mundo sob o ponto de vista científico clássico. Então, por que tantas pessoas acreditam na percepção extra-sensorial? A seguir, entenderemos algumas das razões para a existência dessa crença e veremos o que as evidências científicas apóiam.

Oração intercessora

Muitas pessoas classificam formas de orações religiosas como percepção extra-sensorial e outros fenômenos psi. A idéia de oração intercessora é a de que a energia mental focada na forma de oração pode, na verdade, ter efeito sobre a realidade, através de força divina ou em virtude da própria energia.Como se vê, há alguns dados científicos que apóiam essa crença. Em certo número de experimentos duplo-cego (em inglês), cientistas monitoraram um grupo controle de pacientes que não recebeu orações e um grupo experimental que recebeu. Os resultados foram misturados, mas alguns estudos indicam uma correlação entre a oração e a recuperação. Para mais informações, veja Uma oração antes de morrer (em inglês) e Estudo não produz nenhuma evidência de eficácia médica da oração intercessora à distância (em inglês) para duas diferentes visões.As convicções da maioria dos crentes vêm por meio de experiências pessoais ou de evidências de histórias relatadas. Se você tem um sonho que acaba se tornando realidade, com uma incrível riqueza de detalhes, você toma isso como prova da sua paranormalidade. Além disso, se você escuta incríveis histórias sobre percepção extra-sensorial, de fontes confiáveis, ficará cada vez mais difícil não levar o fenômeno em consideração.

Há dezenas de histórias famosas, a maioria não tão bem documentada, detalhando maiores ou menores exemplos de aparente percepção extra-sensorial no mundo inteiro. Porém, da mesma forma que essas histórias são atrativas para os crentes, são limitadas para os cientistas, pois ocorrem em um ambiente não controlado. Para, efetivamente, demonstrar algo com evidências concretas, os cientistas precisam conduzir experimentos estruturados em laboratórios e em condições bem controladas.Indiscutivelmente, o mundo está cheio dessas duas formas de evidência. A maioria de nós se depara com coincidências extraordinárias de vez em quando, e há muitos casos bem documentados de legítima premonição e clarividência. Por exemplo, em 1898, Morgan Robertson publicou “Futilidade” (em inglês), um romance sobre um imenso navio luxuoso chamado Titan. A história supostamente chegou até ele em uma espécie de transe. No romance, o navio sibila através da densa neblina em uma noite de abril, quando bate em um iceberg e afunda, matando centenas de pessoas. Catorze anos depois, o Titanic, com estrutura e tamanho semelhantes ao navio ficcional, fez exatamente isso, na mesma época do ano, sob as mesmas condições. Em ambos os navios, o real e o da ficção, o número de mortes foi grande devido à insuficiência de botes salva-vidas a bordo.Desde os anos 30 do século XX, parapsicólogos do mundo inteiro têm feito apenas isso.J.B.Rhine , freqüentemente chamado de pai da parapsicologia, estava por trás de uma das primeiras e mais famosas tentativas, os experimentos das cartas Zener. As cartas Zener originais (com nome de seu planejador, Karl Zener) eram um baralho de 25 cartas brancas comuns. Cada uma era pintada com um dos cinco modelos distintos. Cada baralho continha cinco cartas de cada modelo, assim qualquer um teria uma chance em cinco de adivinhar corretamente o modelo de qualquer carta em particular.

Os modelos de desenhos das cartas Zener

O PROCEDIMENTO

O experimento era simples: Rhine pedia que o sujeito adivinhasse qual era o modelo de cada carta e registrava o resultado. Na média, a adivinhação aleatória levaria a cinco acertos por baralho de 25. Rhine concluiu que a precisão consistente acima desse nível, sem fraudes, indicaria capacidade de percepção extra-sensorial.A comunidade científica estava certamente surpresa, e muito incrédula, quando Rhine declarou em seu estudo, “Percepção Extrassensorial” (em inglês) que alguns daqueles sujeitos adivinharam corretamente acima dos níveis esperados. Muitos contestaram os métodos de Rhine e sua credibilidade, mas em geral ele foi considerado um legítimo e verdadeiro cientista.Nos anos seguintes ao trabalho pioneiro de Rhine, centenas de parapsicólogos conduziram experimentos semelhantes, às vezes com os mesmos resultados positivos. A maioria desses pesquisadores trocou os rígidos modelos das cartas Zener por imagens mais ilimitadas, como pinturas e fotografias. Em um experimento, um “emissor” concentra-se em uma imagem em particular (um alvo) e tenta transmiti-la telepaticamente a um sujeito isolado. O “receptor” descreve o que enxerga em sua mente enquanto a equipe de pesquisadores registra suas impressões. Ao fim da sessão, o receptor tenta escolher o alvo correto em uma coleção de imagens criadas a partir das impressões.

Em experimentos com alvo ganzfeld (alemão, para “campo total”), desenvolvidos nos anos 70 do século XX, o receptor é desprovido de informações sensoriais para facilitar o foco em mensagens de percepção extra-sensorial. O indivíduo deita em uma sala com uma fraca luz vermelha, ouvindo ruído branco, com os olhos cobertos (por bolas de ping pong divididas ao meio, no experimento convencional). Na maior parte do tempo, nesses experimentos, os receptores passaram longe nas adivinhações, mas alguns descreveram as imagens alvo com detalhe surpreendente. Há vários exemplos de acertos incríveis em Investigador PSI: o experimento ganzfeld. Em experimentos semelhantes, planejados para testar só a clarividência, e não a telepatia, não há emissor, apenas um receptor.Em um outro experimento popular, os sujeitos tentam influenciar uma máquina, como um gerador de números aleatórios, com a própria mente. Muitas vezes, os pesquisadores perceberam que os indivíduos parecem ter alguma influência sobre o comportamento da máquina, embora bem pequena.Muitos parapsicólogos dizem que suas descobertas indicam a existência da percepção extra-sensorial, mas os céticos estão longe de serem convencidos. Na seção seguinte, veremos alguns dos argumentos contra as alegações de evidência de percepção extra-sensorial.

AS OPINIÕES CONTRÁRIAS

A parapsicologia ganhou muita credibilidade nos últimos cem anos, mas ainda há um forte contigente de céticos que vêem os estudos sobre a percepção extra-sensorial como mal orientados e como uma pseudociência completamente inútil.Para muitos desses céticos, o principal argumento contra a percepção extra-sensorial é o de que ela não faz nenhum sentido. Como vimos anteriormente, a existência do fenômeno da percepção extra-sensorial vai contra as conhecidas “regras” do universo, como apoiam inúmeros experimentos científicos. Os céticos afirmam que, por mais que queiramos acreditar nela, a percepção extra-sensorial é simplesmente extraordinária demais para ser aceita sem provas igualmente extraordinárias.Dizem ainda que as evidências de histórias relatadas e muito difundidas sobre a percepção extra-sensorial com certeza não são extraordinárias, não quando se considera o amplo cenário. Para a pessoa comum, um sonho ou uma sensação que se realiza, com detalhes precisos, parece surpreendente demais para ser uma simples coincidência. Mas se você olhar do ponto de vista de um estatístico, isso é muito menos incrível. Há mais de seis bilhões de pessoas no planeta, constantemente pensando e vivendo dezenas de acontecimentos significantes todos os dias. Estatísticamente, em qualquer dia, algumas das coisas pressentidas por certas pessoas irão se aproximar de algumas das experiências vividas por elas. Durante toda a sua existência na Terra, isso sem dúvida acontecerá com você de vez em quando. Os céticos declaram que, adicionando a isso o desejo de uma pós-vida, não é de se estranhar que grande parte da população se iluda acreditando em fenômenos psi.

As chances de um acerto aumentam ainda mais quando se considera a capacidade da pessoa fazer adivinhações pensadas e instruídas. Por exemplo, a aparente previsão de Morgan Robertson a respeito do desastre do Titanic parece menos incrível quando se sabe que ele havia sido um marinheiro que conhecia bastante a moderna tecnologia dos navios. Os céticos afirmam que seu livro adivinhou de maneira correta detalhes do verdadeiro navio e da batida, porque ele tinha um bom conhecimento sobre como um navio daquele seria construído, como teria problemas e o que aconteceria em tal cenário.De modo semelhante, algumas pessoas parecem possuir poderes paranormais, quando na verdade só têm uma intuição elevada. Seus cinco sentidos estão constantemente colhendo informações, e o cérebro está sempre as processando em um nível de inconsciência. Algumas pessoas são peritas em analisar informações aparentemente irrelevantes e juntar as peças para fazer adivinhações altamente precisas. Por exemplo, você pode saber de modo inexplicável quando alguém está mentindo, pois inconscientemente você reconhece variações sutis na expressão facial ou no tom de voz.Muitos dos que acreditam na percepção extra-sensorial opõem-se a esses argumentos com a declaração de que verdadeiras visões paranormais não são pensamentos do dia-a-dia, mas revelações raras fácilmente distinguíveis do pensamento comum de uma pessoa. Eles argumentam que, considerando-se essas visões especiais, a explicação de coincidência não se sustenta. Afirmam, ainda, que a teoria da adivinhação instruída pode explicar muitas revelações aparentes, mas não todas.Em todo caso, é evidente que a natureza humana leva as pessoas a se focarem em alguns casos de extraordinária coincidência, como evidências de algo sobrenatural, enquanto ignoram completamente os milhares de sonhos e visões que não se aproximam da realidade de nenhuma maneira notável. Fora de contexto, os acertos individuais são muito impressionantes, ainda mais se você começar a se lembrar de maneira incorreta dos seus pensamentos, assim eles corresponderão mais de perto com a realidade. Se isso considera ou não todos os supostos fenômenos de percepção extra-sensorial, é mais provável que considere muito disso.

Mas, e quanto aos indivíduos da pesquisa e aos proferidos paranormais que demonstraram suas habilidades acima dos níveis determinados? Na seção seguinte, veremos a resposta dos céticos a esses dados.

REFUTANDO A EVIDÊNCIA

É muito difícil explicar evidências relatadas de percepção extra-sensorial, mas dados científicos são um pouco traiçoeiros. A visão comum do cético é que os resultados positivos de laboratório obtidos pelos parapsicólogos vêm de problemas com o experimento ou simplesmente da velha má ciência. Se os modelos matemáticos dos estudos estiverem errados, por exemplo, uma simples adivinhação pode parecer algo excepcional ou os pesquisadores poderiam, acidentalmente, influenciar o sujeito a escolher o alvo correto. Isso certamente poderia acontecer, caso o experimento não seja controlado de modo rigoroso. Nos primeiros experimentos de Rhine, por exemplo, ele sabia qual era a carta correta e normalmente mantinha contato visual com o adivinhador. O indivíduo poderia ter adivinhado corretamente por meio da escolha inconsciente, baseada na linguagem corporal de Rhine. O que pareceu percepção extra-sensorial pode ter sido simples intuição. Mais tarde, Rhine melhorou seus métodos e, de alguma forma, a exatidão do indivíduo diminuiu.O maior problema com muitas das pesquisas sobre percepção extra-sensorial é que elas não são reproduzíveis, ou seja, um cientista pode obter resultados que um outro não pode, através da repetição do experimento com diferentes sujeitos. Os parapsicólogos podem salientar que algumas pessoas não estão físicamente tão sintonizadas como outras, desse modo, diferentes indivíduos levarão a diferentes resultados, mas o estigma ainda permanece. Resultados reproduzíveis são essenciais para os métodos científicos convencionais, assim, muitos cientistas desconsideram quaisquer dados irreproduzíveis, não importando quão confiável seja a fonte.

FRAUDE ?

Em alguns casos, os céticos declaram que as evidências de percepção extra-sensorial são produtos de fraude completa. Certamente, houve experimentos em que parapsicólogos manipularam os dados para que apoiassem suas próprias teorias (isso já aconteceu na maioria das áreas científicas, se não em todas) e, desse modo, até mesmo um inocente cientista pode ter dificuldades em desmentir tais declarações. Acusar um respeitado cientista de fraude é algo muito sério; por isso, a maioria dos céticos hesitam em dar esse passo.É muito provável que céticos apontem fraudes em demonstrações de percepção extra-sensorial, como programas de auditório sobre paranormalidade. Muitos parapsicólogos são cautelosos com demonstrações de percepção extra-sensorial para entretenimento, simplesmente porque é fácil demais criar a ilusão de poderes paranormais.O método mais fraudulento existente em toda a parte é a leitura fria, na qual o paranormal de palco despeja sugestões gerais e abrangentes sobre uma pessoa do público até acertar algo. Por exemplo, o médium pode dizer: “Vejo um homem muito próximo de você, o nome começa com J, João, José, Joaquim? ; um tio, avô ou amigo mais velho?” De maneira objetiva, pode-se ver que isso é tão geral que, de certo modo, poderia se aplicar a qualquer um. Porém, no momento, as pessoas normalmente concentram-se em qualquer acerto e ignoram todos os erros. É o velho truque de nunca estar errado e às vezes estar certo.

A ÚLTIMA PALAVRA

A maioria dos parapsicólogos e estudiosos do fenômeno, reconhece que o ponto de vista dos céticos é muito útil para a compreensão do fenômeno de percepção extra-sensorial. Céticos famosos, como o ex-mágico James Randi  , ajudam a desviar a discussão sobre a percepção extra-sensorial ( sem respostas emocionais ) e conduzi-las em direção às análises lógicas, desmascarando falsos médiuns e dando outras explicações aceitáveis para aparentes fenômenos paranormais. Ao explicar a estatística das coincidências e os truques do mundo da mágica, esses céticos fazem o público pensar de maneira crítica a respeito dessas crenças e suposições,o que não deixa de ser bom, afim de aguçar a percepção e evitar as fraudes.No entanto, céticos como Randi podem também depreciar a discussão sobre a percepção extra-sensorial. Randi é muito conhecido por oferecer um milhão de dólares a qualquer um que possa provar a existência de fenômenos paranormais em uma demostração supervisionada. Até agora, ninguém conseguiu ganhar o prêmio, o que Randi diz ser prova de que nada disso existe. Vários paranormais famosos aceitaram o desafio e depois recuaram, o que com certeza os deixa mal vistos.Para muitos parapsicólogos e crentes na percepção extra-sensorial, o desafio de Randi é apenas teatral, assim como os programas de auditório sobre paranormalidade que ele expõe. Geralmente, os verdadeiros cientistas não participam de negócios de premiação em dinheiro, em demonstrações públicas, e nem têm como principal objetivo provar a existência da percepção extra-sensorial. A principal missão da ciência é investigar a verdade. De modo geral, os cientistas não saem por aí pregando suas crenças, apenas suas próprias descobertas. Ao misturarem verdadeiros pesquisadores com pessoas do entretenimento, os céticos podem confundir as coisas.Aqueles que acreditam na percepção extra-sensorial encontram problemas, principalmente no fato de as explicações lógicas para aparentes fenômenos paranormais e o desmascaramento de falsos médiuns desmentirem a sua existência. É certeza absoluta que muitas demonstrações de poder paranormal são fraudulentas. Também é certo que experimentos não serão perfeitos e que dados podem se tornar inúteis. Mas isso não influencia a validade da teoria.Quando tudo é dito e feito, nós simplesmente não sabemos se a percepção extra-sensorial existe. Devido ao que entendemos sobre o modo como a física age no universo, a percepção extra-sensorial pode não fazer sentido; contudo, essa não é uma razão válida para descartá-la. Na história da humanidade, pensadores reavaliaram o modelo do universo muitas vezes em resposta a novas evidências. O processo científico nunca é sobre decidir o que não pode ser. É sobre descobrir o que é.

O FENÔMENO URI GUELLER PÁRA O PAÍS EM 1976

No ano de 1976, graças à aparição do israelense Uri Gueller  num programa especial da maior emissora de  TV do país, esse tema tornou-se o assunto do dia, durante um bom tempo.Eram tempos bem diferentes dos dias de hoje; a TV reinava suprema no quesito entretenimento, com altos índices de audiência.Não havia internet e nosso país sequer possuía TV a cabo, que já existia nos EUA desde os anos 1950, isso sem falar na baixa escolaridade e na falta de hábito de leitura da imensa maioria de nossa população(que ainda imperam).Com um inglês macarrônico, Geller mostrou os seus poderes (?) paranormais, tais como: entortar colheres (foi o que mais chamou a atenção dos telespectadores) e fazer relógios quebrados voltarem a funcionar.Perguntou, ao apresentador do programa, como se dizia “work” em português, recebendo a resposta “funciona”;E convidou os telespectadores a colocarem seus relógios quebrados na frente da televisão e ficar dizendo, a seu comando: FUNCIONA!!!O grande problema é que, sabe-se lá como, houve pelo menos um caso comprovado, presenciado por pessoa confiável (que prefere não se identificar), em que um relógio quebrado realmente voltou a funcionar, por um curto período de tempo, mas funcionou.Há mais de quatro décadas, Uri Geller, que ficou famoso no Brasil por entortar colheres com a força da mente (?), faz shows, escreve livros e já teve até seu próprio programa de televisão.James Randi, o canadense-americano que é considerado O Rei dos Céticos, demonstrou que os fenômenos produzidos por Geller poderiam ser reproduzidos com técnicas de ilusionismo.Chris Angel, o famoso Mágico das Ruas, desafiou Uri Geller e outro paranormal a descobrirem, sem abrí-lo, qual era o conteúdo de um envelope, o que nenhum dos dois aceitou.Com o advento de mídias como o Google, a Wikipedia e o YouTube, quem assistir ao vídeo pela primeira vez, certamente não sentirá o impacto que ele causou há quase quarenta anos atrás.

VOCE CONHECE ALEX TANOUS?

Não poderíamos deixar de fora desta matéria ,o famoso e ao mesmo tempo não famoso paranormal, chamado Alex Tanous. Dizemos “não famoso” pelo fato de quase não haver informações sobre ele na internet, a não ser pelo site de sua própria fundação, a Alex Tanous Foundation. Em português então é praticamente nulo, a não ser por umas poucas e vagas citações. Alex Tanous foi um paranormal/sensitivo notável, foi associado e também objeto de estudo durante 22 anos da ASPR ( American Society of Psychical Research – Sociedade Americana de Pesquisa Psíquica), uma das mais antigas e tradicionais organizações de pesquisa psíquica do mundo.Atualmente é possível ver um pouco mais do que era o trabalho dele (já que Alex faleceu em 1990), pela série de programas “Assombrações“, do Discovery Channel. Em alguns dos episódios de “Assombrações” são contadas histórias em que houve a presença de Alex para investigar ou solucionar o problema. Normalmente ele está associado à Igreja Católica (ele quase foi padre), o que parece um pouco estranho, já que um dos dons atribuídos a ele é o de conseguir se comunicar com “espíritos”. Alex também colaborava com o FBI. Partindo dos relatos das testemunhas e dramatizações dos casos feitos pelo programa, mais estranhas ainda eram as “reações” que as “casas assombradas” tinham na presença dele (inclusive, foi o primeiro paranormal a pisar na suposta casa assombrada que deu origem à lenda de Amityville e a dizer que ela era uma fraude). Era como se a simples presença de Alex nessas casas realmente incomodasse alguém ou alguma coisa, tendo ele corrido muitas vezes risco de se machucar. De todos os paranormais/médiuns/sensitivos que aparecem nas histórias contadas pelo programa, Alex certamente se destaca como sendo o mais “poderoso”.

Inclusive, apesar do que normalmente se acredita, dons mediúnicos e paranormais genuínos não são tão comuns. Muito pelo contrário. São raros os casos reais documentados e estudados em que se confirmou o dom. São incrívelmente poucos os paranormais/médiuns que realmente possuem um dom fora do normal. A maioria das pessoas que alegam ter esse tipo de habilidade são apenas pessoas frustradas e carentes, querendo, e muito, chamar a atenção e se sentirem especiais e admiradas.Alex possuía inúmeras habilidades paranormais, sendo a mais famosa a da “Projeção Astral” (”sair do próprio corpo” com a consciência ou espírito), a qual ele tinha pleno controle; e a mais arrepiante, a de ter impressões sobre a morte de uma pessoa só de apertar a mão dela.

“Antes de ter nascido – antes mesmo dos seus pais terem se conhecido – foi previsto que ele teria poderes psíquicos. ‘Você terá um filho,‘ Kahlil Gibran aconselhou ao pai de Alex, ‘um homem com dons excepcionais, de grandes habilidades – mas também um homem de grandes tristezas’. Alexander Tanous, nascido em Van Buren, Maine, em 1926, começou a demonstrar poderes psíquicos fora do comum com a idade de 18 meses. Quando tinha 9 anos ele predisse de maneira exata a iminente morte de um amigo da família aparentemente saudável. Aos 13, advertiu o filho de um vizinho à respeito de cruzar as linhas de trem – e em pouco tempo, o menino foi morto por um trem. Coincidência? Não de acordo com as evidências dos seus próximos anos.

A HISTÓRIA ESTRANHA DO SEU NASCIMENTO

Descendente de pais paranormais(?), ele nasceu com um véu, a cruz mística e uma estrela de cinco pontas em sua mão esquerda, as marcas tradicionais de um paranormal. Em 1960, Alex tomou consciência de que possuía não só o poder psíquico tradicional de prever o futuro, mas também uma grande variedade de outras habilidades. Com a idéia de avançar o conhecimento científico nesta área, ele se submeteu à ASPR para ser testado. O Dr. Karlis Osis, diretor da ASPR, disse, ‘Em uma série de testes de PES feitos com o Dr. Tanous em que ele teve pontuações muito altas, a lei da probabilidade de que foram por sorte eram de 1 entre 3000.’ As probabilidades de que sua pontuação no teste fosse coincidência foram de 99,9% contra.O Dr. Tanous completou uma educação clássica no Boston College, e colecionou um impressionante número de diplomas – Mestrado em Filosofia pelo Boston College em 1960, Mestrado em Ciências Sagradas e trabalho de Doutorado na Fordham University, Mestre de Ciência em Educação e Aconselhamento pela Universidade do Maine, em 1973, Doutor em Divindade pelo College of Metaphysics em Indiana, em 1965. Entre 1965 e 1967 Alex lecionou Teologia no Manhattan College e St. Johns University, ambos localizados na cidade de Nova York. Em anos mais recentes deu aulas de Fenômenos Psíquicos e tópicos relacionados na University of Southern Maine.

OS PODERES DE TANOUS

De 1968 até o momento de sua morte, ele esteve associado com a ASPR. Durante este tempo ele serviu como o principal e talentoso objeto de testes em muitos experimentos. Alex também aplicou seus talentos no diagnóstico e tratamento de desordens em uma clínica psiquiátrica da Pensilvânia e para estudos de Cura Psíquica conduzidos na McGill University, no Canadá.Outros poderes de Alex documentados pela ASPR foram: projeção astral, bilocação, PES (ESP), psicometria, o teste Bergman, e todas as suas previsões passadas. Adicionalmente, ele demonstrou a habilidade de praticar teleporte, cura pela fé, comunicação com fantasmas, solidificar luz e projetar seus pensamentos em uma tela.A sua reputação de paranormal talentoso o fez ser convidado para lecionar em várias importantes universidades e organizações pelo mundo todo. Ele também foi o foco de artigos de revista e jornais, e convidado em muitos programas de rádio e televisão, e participou em inúmeros documentários sobre Fenômenos Psíquicos. Ele também foi autor de vários livros, incluindo ‘Beyond Coincidence‘ e ‘Understanding and Developing Your Child’s Natural Psychic Abilities‘.

Alex também apareceu nos seguintes filmes:

– Journey into the Beyond

– Mysteries Beyond the Triangle

– Alex Tanous and ESP Atomic et Galaxie

– Jupiter Menace

ASSISTAM AO VÍDEO SOBRE PES-LEGENDADO EM PORTUGUES

Para mais informações sobre a percepção extrassensorial, incluindo experimentos intrigantes, previsões famosas e fraudes notáveis, consulte os links abaixo;

REFERÊNCIAS E LINKS INTERESSANTES;

ALGUNS TÓPICOS PARA PENSARMOS;

1 – A conexão entre mente e corpo

Só agora alguns cientistas começam a entender melhor a forma com que a mente pode influenciar o corpo. O efeito placebo é um ótimo exemplo. Você toma um remédio que não passa de uma pílula de farinha, por exemplo, e sente que sua dor de cabeça está passando, simplesmente por achar que tomou alguma substância química que faria efeito. A capacidade do corpo de “se curar” é, ainda, um grande mistério.

2 – Poderes psíquicos e percepção extra-sensorial

Poderes psíquicos e percepção extra-sensorial (ou PES OU PSI) estão nessa lista porque não é apenas uma ou duas pessoas que acreditam nisso, mas há ocorrências no mundo todo. Talvez o Padre Quevedo não concorde, mas muitas pessoas acreditam que a intuição é um poder psíquico que permite que alguém acesse conhecimentos “fora do alcance” para pessoas normais. Os resultados até agora com experimentos que tentaram provar a existência desses poderes estão sob análise, mas estamos sofrendo grandes mudanças através das ondas X e da transmutação do DNA,mesmo que os céticos não acreditem.E essas forças/capacidades estão começando a dar sinais de estarem cada vez mais frequente entre as pessoas.

3 – Experiências de quase-morte e vida após a morte

Há pessoas que dizem ter passado por isso – por experiências de quase-morte. Os relatos dessas pessoas incluem desde túneis de luz até conversas com outros falecidos enquanto, elas mesmas, passavam por problemas de saúde no mundo físico (paradas cardíacas e outras complicações do gênero).Céticos acreditam que essas experiências podem ser facilmente explicadas por alucinações ou traumas no cérebro que uma pessoa que está quase morrendo teria. No entanto, eles também não conseguem provar sua teoria;aqui temos uma questão altamente baseada na fé e crença individual, além de uma análise criteriosa de depoimentos e leitura das obras dos autores espiritualistas.

4 – Deja vu

Deja vu – uma experiência de que o momento que você está vivendo agora já aconteceu. Isso não é raro e acontece para a maior parte das pessoas. Você pode entrar em um prédio em uma cidade em que nunca esteve e sentir-se familiarizado com o ambiente. Mas se você nunca esteve na cidade, porque isso acontece? Algumas pessoas atribuem os Deja vu á experiências de premonição ou então a flashbacks que teríamos de nossas vidas passadas. A psicologia pode oferecer explicações mais científicas, mas não consegue provar definitivamente a fonte e a causa desse fenômeno.Mais uma vez estamos diante de um fenômeno que teria origens em uma atividade  paranormal.

5 – Intuição

Podemos chamar de sexto sentido, mas todos nós nos encontramos frente a situações que nos despertam um sentimento que só pode ser explicado como “intuição”. Não estamos falando de palpites que, normalmente, estão errados – Mas algumas vezes, temos um sentimento que nos diz que alguma coisa vai acontecer e acontece de estarmos certos. Psicólogos acreditam que nosso subconsciente capta informações do nosso ambiente e deduz, sem que estejamos cientes disso, que algo pode acontecer. Temos aquele sentimento, mas não sabemos de onde aquela idéia veio. Casos de intuição são difíceis de serem provados ou testados – porque, normalmente, percebemos que tivemos uma intuição após o fato ter ocorrido. Só então pensamos “eu sabia que isso ia acontecer” – mas, nesse ponto, nenhuma tomografia mostra alguma atividade diferente no cérebro.

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

A Natureza dotou o ser humano de 6 sentidos para que ele pudesse ter eficientes ferramentas para caminhar e crescer na vida rumo ao seu objetivo maior ­ a experiência da Unidade essencial: aqueles 5 sentidos que aprendemos na escola (audição, tato, paladar, visão e olfato) que, juntamente com a mente racional são excelentes ferramentas para se lidar no mundo material tridimensional, e um sexto sentido – também chamado de PES, intuição, mediunidade, paranormalidade, sensitividade, canalização, ­ que a nossa cultura (em função da religião e da ciência dominantes) ignorou.Como abrir a mente para novas idéias, inspirações e orientações da Inteligência Superior? Habilidade psíquica é real? Sempre nos encontramos com a pergunta: “Existe mesmo aquilo que chamamos habilidade psíquica?” A habilidade psíquica, também conhecida como PES – Percepção Extra Sensorial, é uma das nossas capacidades invisíveis como seres humanos espirituais.  Assim todos nós possuímos essa habilidade psíquica – é parte inerente da constituição física do que somos. É importante destacar que muitas pessoas não sabem ou não conhecem esta capacidade – ou mesmo quando a conhecem, não sabem como transformá-­la em benefício próprio. Exemplos: Quando lembramos de determinada pessoa, e em seguida a encontramos ou o telefone toca e é ela – isto é PES. Quando mudamos nosso trajeto, que diariamente fazemos o mesmo, e depois ficamos sabendo que houve um alagamento naquela região por causa da chuva, e as outras ficaram presas e os carros ficaram atolados – isto é PES. Há ainda os casos trágicos de pessoas que cancelam de última hora a viagem por avião, e o avião se acidenta com muitas mortes. A verdade é que estamos recebendo informações através dos nossos sentidos superiores. O que muitos poderão não saber, é que há estreita conexão com o que ficou conhecido últimamente como a Lei da Atração e a PES . Mas até aí esta é sómente a ponta do imenso iceberg de nós mesmos. A Lei da Atração é, digamos um atalho rápido, usado, como sendo uma descoberta inédita e impactante. Pessoas que têm PES positiva parecem ter habilidades inerentes para atraírem naturalmente o que precisam, ou para conseguirem progressos rápidos seja nos negócios ou nas suas carreiras profissionais ­ parecem ter o “toque de Midas” – em tudo que toca vira ouro, como isto ficou conhecido. As oportunidades parecem que esperam por essas pessoas, para acontecerem. No outro extremo da linha, existem também pessoas que sem ter consciência, utilizam PES de forma negativa. Suas habilidades de atração são tão fortes quanto as do exemplo anterior, mas orientadas para o insucesso e confusão. São pessoas conhecidas como as que só atraem desgraças uma após a outra. Essas pessoas parecem estar sempre longe de onde as boas oportunidades acontecem, não importando o quão boazinhas essas pessoas sejam. Como então desenvolvermos nossa PES sempre com sentido positivo, transformando­-a em grande auxiliar na realização dos nossos planos? E caso alguém se identifique com PES negativo, como transformá-­la em PES positiva? A perspectiva milenar compartilhada pela maior parte das antigas culturas e civilizações (como por exemplo os orientais, os africanos e os povos nativos das Américas) – e agora amplamente corroborada pela Física Quântica e pelas linhas transpessoais da Psicologia – é de que o Universo, a Criação, é um fenômeno multidimensional, holográfico, sistêmico, e a função da PES,também chamada de  sexto-­sentido, é possibilitar-­nos o acesso consciente á esta teia multidimensional que é a Vida, para que possamos expandir e aprofundar com mais eficiência o nosso movimento evolutivo. Da mesma forma que cada um dos 5 sentidos físicos pode experimentar uma gama bastante ampla de sensações , percepções e funções, com a PES/ sexto-­sentido dá-­se o mesmo. Por isso alguns xamãs treinam para estar consciente nos sonhos, pessoas treinam para sair conscientemente do corpo, para acessar vidas passadas, para acessar os registros do inconsciente coletivo, a dimensão dos desencarnados, dos elementais, dos extraterrestres, etc.Hoje, com o advento da Transição Planetária, estamos cada vez mais conscientes de tudo isso, destas capacidades, e estamos ainda engatinhando para saber como lidar com elas e para que servem, como podemos utilizá-las para ajudar o próximo e a nós mesmos, ao planeta e quem sabe ,interagir com outras raças que também tenham a PES já desenvolvida e possam nos ensinar muitas coisas sobre ela.

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL

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Bibliografia para consulta

A realidade da percepção extra-sensorial
Targ Russel
De Newton á percepção extra-sensorial
Lawrence Leshan
Sexto sentido
Amazildo Medeiros de Souza
Os 3 elementos e o sexto sentido
Rosangela Dutra
Paranormalidade
Elisabeth Mayer
Paranormalidade-Um potencial mental
Pedro A.Grisa
Paranormalidade-O elo perdido
Rosa Maria Jaques
Uma visão ayurvédica da mente
David Frawley
Conexão corpo mente e espírito
Candace Pert

Nota:Biblioteca Virtual

Divulgação: A Luz é Invencível

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Equipe da “Luz é Invencível”
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2 comentários em “ATIVIDADE PARANORMAL- Parte 1-A Percepção extra-sensorial-

  1. Pingback: Atividade Paranormal – A Percepção Extra-Sensorial – 1ª Parte – 11.11.2015 | Senhora de Sírius

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