ATIVIDADE PARANORMAL-O fenômeno Poltergeist ou Psicosinesia Recorrente Espontânea


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Quem acompanha assuntos relacionados à paranormalidade já sabe do que se trata um poltergeist, mas muitas pessoas só ouvem falar, ou se recordam do clássico filme de Hollywood – cuja produção foi envolvida em várias lendas urbanas.

Poltergeist é considerado um fenômeno sobrenatural, caracterizado por manifestações físicas praticadas por supostos espíritos e fantasmas.

Etimológicamente, poltergeist é um termo de origem alemã, formado a partir da junção das palavras polter, que significa “barulho”, “bagunça” ou “desordem”; e geist, que quer dizer “espírito” ou “fantasma”.O fenômeno do poltergeis é estudado pela parapsicologia, que investiga as histórias e fenômenos paranormais ou psíquicos.

PRS: uma válvula de escape?

Desde o século XVII encontramos registros de algumas poucas investigações feitas sobre casos poltergeist. Porém, nessa época, a preocupação maior das pessoas era combater a bruxaria e a possessão diabólica, pois as ocorrências PRS eram atribuídas a efeitos de bruxaria ou encantamento ou à intervenção do demônio ou de “espíritos maus” em nosso mundo.  Nos séculos XVIII e XIX, com o declínio da bruxaria, o desenvolvimento do mesmerismo e do espiritismo, além de outros fatores, as pesquisas começaram se seguir um padrão mais sistemático e rigoroso.  Apesar disso, não se poderia omitir que inúmeras fraudes flagradas levantaram a possibilidade de que não fosse provável que esse fenômeno pudesse ser genuíno. Supunha-se que tudo não passaria de fraudes bem montadas, com finalidades diversas. Se esta hipótese era confirmada em muitos casos, em outros não encontrava respaldo algum.  Ainda no século XIX, era comum se pensar que a eletricidade – recém descoberta – fosse a responsável por eventos PRS. Com a explosão do espiritismo nos Estados Unidos e na Europa, outra explicação encontrada por muitos era de que esses fenômenos se deviam à ação de espíritos desencarnados. Essa contraposição entre uma explicação naturalista e outra sobrenaturalista serviu de incentivo ao desenvolvimento de estudos acerca do tema.

Neste ponto, pode-se dizer que Freud prestou grande contribuição à tentativa de explicação da PRE quando formulou a hipótese da existência do inconsciente e descreveu seu possível mecanismo de funcionamento. Ampliando os limites da mente humana, que teria uma parte secreta a ser desvendada, Freud demonstrou – assim como Jung – que há muitas possibilidades humanas ainda não totalmente conhecidas. Isto se reflete nas hipóteses psicológicas que são levantadas para explicar PRS, e encontram respaldo nas constatações feitas nas pesquisas, ainda que fraudes tenham sido detectadas. Há evidências de fenômenos físicos nas ocorrências de PRE. Isto leva a duas perguntas: “Como os objetos podem se mover sem que nenhum mecanismo conhecido seja utilizado?” e “Por que isto ocorre?” Deixemos neste momento de lado a primeira questão que, a princípio, a Física tenta explicar e passemos à segunda, que envolve, em tese, questões psicológicas. (nota pessoal;Temos aqui este tom cuidadoso ao delimitar a atuação da Física e da Psicologia porque, naturalmente, tanto as questões físicas quanto as psicológicas devem estar correlacionadas em relação ao fenômeno e, como ainda carecemos de elucidação sobre muitos aspectos dessas ocorrências, convém não sermos categóricos nas afirmações.)

OS TESTES PROJETIVOS

Os testes comumente utilizados na análise desses casos são testes projetivos (TAT e Rorscharch) e de associação de palavras. Da análise de vários sujeitos que passaram pela experiência de ser um agente PRS, foram colhidos dados que apontaram para um certo padrão. Essas pessoas apresentavam problemas em expressar emoções, especialmente sentimentos de raiva e agressividade. Além disso, passavam por um momento de intenso stress devido a desajustes psicológicos ou de relacionamento. (Não vamos aqui entrar em questões fisiológicas.) Isto significa, portanto, que o agente vivia um momento de tensão. A questão é: se todos nós temos momentos tensos no nosso dia-a-dia, se estamos sujeitos a desentendimentos familiares ou profissionais, por que apenas algumas pessoas fazem com que isto influencie fÍsicamente o ambiente e outras não?

Em que pesem todas as dúvidas que ainda pairam sobre os aspectos psicológicos do poltergeist, convém lembrar que, se ainda não conseguimos chegar a uma conclusão definitiva sobre como e porque eles acontecem, temos evidências de como fazê-lo parar de ocorrer. A psicoterapia tem se mostrado muito eficaz na cessação do fenômeno. Aparentemente, se o agente resolve problemas internos e toma consciência de emoções contidas, retraídas, abafadas, as ocorrências tendem a diminuir até cessarem por completo.  Este foi o caso de Annemarie, considerada o agente do Caso Rosenheim, apresentado pela primeira vez ao público em 1969 por Hans Bender. Ela vivia sob forte tensão no local de trabalho, pois não gostava dali. Estranhos acontecimentos se deram no escritório de advocacia onde ela era secretária: movimentação de objetos, comprometimentos inexplicáveis das instalações elétricas e problemas com o telefone. Através de investigações, Bender detectou que Annemarie seria a “responsável” por aquelas ocorrências. Ela se surpreendeu ao saber disso. Ao tomar consciência desse fato, mudou-se de emprego e os fenômenos escassearam até cessar por completo.

O POLTERGEIST FICA MAIS CONHECIDO Á PARTIR DO SÉCULO XX

O século 20 foi marcado pelas especulações e interpretações psicodinâmicas dos poltergeists à luz da psicologia e da psicanálise.

Na década de 1920, o pesquisador Carrington propôs que os poltergeists seriam produzidos por uma espécie de energia irradiada do corpo do agente no período da puberdade, quando as energias sexuais estão em “ebulição” em seus organismos. Possivelmente, vem daí o “mito” de que sempre há um adolescente envolvido ou responsável pelos poltergeists. Essa teoria de Carrington se aplicaria a muitos casos, mas não a todos, uma vez que, apesar de aparentemente haver uma tendência para que o agente seja um adolescente, a história registra casos em que o suposto agente não se encontra na adolescência, sendo por vezes bastante idoso.É bom que se diga também que há uma “crença” difundida de que, em geral, os agentes poltergeist são do sexo feminino. No entanto, William Roll verificou, através de um levantamento de dados publicado em 1977, que a porcentagem de supostos agentes do sexo masculino e do sexo feminino é equilibrada, apresentando uma leve tendência, sem importância estatística, para a incidência de agentes do sexo feminino. O fato da porcentagem de mulheres ser um pouco superior à de homens pode se dever, por exemplo, às proporções de homens e mulheres na população em geral à época da ocorrência dos casos. De qualquer forma, essa questão relacionada ao sexo e à idade dos agentes ainda carece de mais pesquisas e maior aprofundamento.


Na década de 30, o Poltergeist era tratado como um “hóspede indesejado”, não exatamente como algo independente do agente, mas como fruto de uma psicopatologia. De acordo com essa idéia, o agente poltergeist estaria sofrendo de uma espécie de doença, de desequilíbrio que causaria os fenômenos. Essa idéia ainda é defendida por alguns, mas ela não tem fundamentos na prática. As pesquisas mostram que não há correlação direta entre doença física ou mental e a ocorrência de eventos poltergeists. Assim, qualquer pessoa, sã ou doente, pode potencialmente se tornar um agente poltergeist, em determinadas circunstâncias.Na década de 1940, o psicólogo britânico John Layard propôs que os poltergeists proveriam “uma forma dissimulada de alívio e, assim, uma função curativa para conflitos reprimidos”. Portanto, a ocorrência dos fenômenos se daria como uma válvula de escape para essas tensões que são muitas vezes reprimidas “para manter as aparências”. É como se a agressividade de uma pessoa se projetasse de alguma forma no ambiente, provocando os eventos já descritos. No entanto, as pessoas envolvidas geralmente não se dão conta de sua participação nos fatos.

UM FAMOSO CASO BRASILEIRO DE POLTERGEIST

Outro exemplo é o caso estudado por Wellington Zangari, ocorrido na periferia de São Paulo em 1987. “…Objetos sumiam para aparecer posteriormente do lado de fora da casa, vultos escuros eram vistos, brisas geladas eram percebidas em determinados pontos da residência e colchões, móveis e roupas eram queimados sem que ninguém tivesse colocado fogo neles. Tudo acontecia às vistas dos moradores da casa (pai, mãe e três filhos) sem que ninguém fizesse o menor movimento. A família, que era espírita, acreditava que tudo fosse causado pela ação de espíritos desencarnados, que agiam por intermédio do filho mais velho, então com 12 anos de idade. Apesar da explicação religiosa encontrada pela família, aceitaram que um pesquisador acompanhasse o caso.”  Algumas ocorrências foram diretamente observadas pelo pesquisador Wellington Zangari. Nenhuma fraude foi detectada, o que não significa que todos os eventos fossem genuínos. “Os fenômenos pareciam estar realmente relacionados ao filho de 12 anos. O garoto dizia ser capaz de se comunicar com os vultos que, segundo ele, faziam exigências absurdas: mudar de casa, trocar de carro, deixar o garoto ficar em casa em vez de ir à escola… As exigências eram atendidas, pois a família temia a represália dos espíritos. O pesquisador verificou que os fenômenos eram utilizados inconscientemente pelo menino, como forma de livra-se de obrigações e também para satisfazer seus desejos e dominar a família. Sendo também psicólogo, o pesquisador iniciou uma terapia familiar com a finalidade de discutir e redefinir os papéis familiares. À medida que o relacionamento familiar foi recuperando o equilíbrio, os fenômenos foram escasseando até que cessaram por completo.”

OUTROS CASOS DOCUMENTADOS NO BRASIL

CASO 1-Era 1948. No Jardim Europa, São Paulo, uma família teve sua residência assolada dias e dias por várias chuvas de pedras que se atiravam contra a casa, quebrando vidraças e provocando muitos estragos. A polícia foi chamada. Vizinhos foram interrogados. As investigações não conseguiram dar conta de explicar a ocorrência dos estranhos fenômenos. Além das pedras, dentro da casa objetos desapareciam e reapareciam em lugares inusitados, como fotos de família que apareceram dentro do vaso sanitário. Peças de roupas apareciam retalhadas.

CASO 2-Final da década de 1970, início da década de 1980. No bairro de Pirituba, São Paulo, uma família se via assustada com eventos estranhos que ocorriam em sua residência. A modesta casa, que sempre fora extremamente limpa e bem cuidada, começou a sofrer ataques constantes de tijolos e terra. Sem que houvesse qualquer dano no telhado, eles se “atiravam” dentro dos cômodos, como se materializassem no ar, provocando muita sujeira e estragos nos móveis comprados com tanto sacrifício. Na cozinha, como se não bastassem esses ataques, pratos e xícaras “teimavam” em não permanecer dentro do armário, lançando-se ao chão, como se uma grande força os impulsionasse para fora das prateleiras. Por vezes, a luz do banheiro se acendia sem que ninguém estivesse naquele cômodo. Os fios elétricos que percorriam os caibros do telhado sem forro do quarto apareceram picados, como se alguém tivesse utilizado uma faca para fazê-lo.

FONTE E CONSULTORIA-Fátima Regina Machado – Mestre em Ciências da Religião (PUC-SP), Doutora em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e Coordenadora do Inter Psi (www.interpsi.cjb.net).

COMO RECONHECER O FENÔMENO POLTERGEIST;PASSO Á PASSO

Mas como você sabe quando há atividade poltergeist em sua casa? Na maioria das vezes, você vai saber através de detalhes sombrios como: sons, movimentos e odores de origem desconhecida.Abaixo estão sete dos tipos mais comuns de atividade poltergeist. Vale destacar uma ou mais das atividades listadas não significa automáticamente que é definitivamente uma atividade poltergeist. Fique atento a causas comuns como cheiro de origem desconhecida que vem a partir de uma janela aberta ou iluminação fraca que poderia ser uma fiação defeituosa.Você deve também procurar explicações lógicas antes de concluir que é uma atividade poltergeist, pois o fenômeno é relativamente raro. Um investigador profissional pode ser capaz de ajudá-lo a determinar a causa que você está experimentando.

Dito isto, aqui estão sete sinais para reconhecer:

1 – Objetos desaparecidos

Se você sempre coloca um conjunto de chaves ou o celular num determinado lugar e um minuto depois ele desaparece. Mais tarde – às vezes dias depois – o objeto reaparece misteriosamente no mesmo lugar que você o colocou. Ou, mais bizarro, mais tarde acaba encontrando em um lugar intrigante, como o alto de uma estante ou dentro de uma caixa de sapatos no armário … ou algum outro lugar onde você nunca iria colocá-lo em um milhão de anos.

2 – Levitação de objetos

Você está sentado assistindo TV quando de repente a sua tigela de pipoca parece se levantar da mesa, flutua pelo ar a poucos metros e, em seguida, cai no chão. Ou você está tendo um argumento forte com a sua filha adolescente e como ela corre para fora da sala, livros e bugigangas são arremessado para fora da estante, como se reagisse à ira da jovem.

O movimento de objetos físicos, podem ser bastante dramático ou tão leve como uma simples caixa de Tic Tac deslizando a poucos centímetros em cima de uma mesa ou tão incrível como uma geladeira pesada levitando do chão da cozinha.

3 – Aromas e odores

Ninguém fuma em sua casa, mas aparece aquele cheiro de cigarro ou charuto que pode ser detectado até dentro do banheiro. Ou como você está arrumando a cama, de repente, o cheiro insuportável de algo estranho enche o quarto.Como dito acima, todos os tipos de cheiros podem entrar na sua casa do lado de fora, até mesmo de um carro passando, então esses aromas podem não significar necessariamente uma atividade poltergeist.Perfumes e odores também pode ser um sinal de atividade de fantasmas, sendo eles associados a um espírito ou com uma assombração residual.

4 – Interferência elétrica

Seu filho está tendo um momento difícil na escola, e às vezes, quando ele entra na sala de aula, as luzes do teto piscam. Ou são 3 horas da manhã e seu som portátil liga no último volume – e está longe de qualquer controle remoto que possa ter o ligado acidentalmente, seja de dentro ou de fora da casa.

5 – Força do nada

Aquele seu relógio antigo na lareira não funciona há anos, mas é uma herança de família e você resolveu guardá-lo. De repente, ele começa a tocar do nada e para novamente, como se nunca tivesse funcionado.Ou seus filhos pequenos estão dormindo quando, de repente, um trem de brinquedo começa a andar chão da sala. Você acha estranho e desliga. Poucos minutos depois, o trem começa a andar novamente. Pensando que há algo errado, você abre o compartimento da bateria e verifica que não há baterias nele.

6 – Batidas, passos e outros ruídos

Você está no seu escritório da sua casa, mas acha difícil se concentrar enquanto seu marido está no outro quarto batendo na parede por algum motivo. Você vai a investigar, mas, em seguida, lembra do seu marido foi num boliche com amigos e ninguém está no local com você.Ou família está reunida para celebrar um momento e a conversa é interrompida quando a atenção de todos é atraída para o som de passos subindo as escadas do porão. Seu pai vai verificar o que ocorre e não há ninguém lá.

7 – Ataques físicos

Alyssa tem 12 anos não gosta de ver seus pais brigando. A constante gritaria está a deixando louca. Ela se senta no chão, no canto de seu quarto, chorando, com o rosto entre as mãos. Ela começa a sentir de uma dor súbita nas costas. Quando verifica em um espelho, ela encontra arranhões frescos.Ou, ao visitar a casa dos Silva, a jovem Rafaela parece ser o centro de tudo. Ele tem sofrido com tapas fortes em seu rosto, aparentemente de uma mão invisível.Ataques físicos como estes têm sido documentados em casos como “A bruxa dos Bell” e do “Amherst, Poltergeist” mas eles são extremamente raros e ocorrem apenas nos casos mais graves.

COMO ACONTECEM AS MANIFESTAÇÕES

As características de uma manifestação de poltergeist envolvem movimentos de objetos inanimados, desaparecimento e aparecimento de objetos, luzes que piscam, sons indetectáveis, entre outras atividades de contato físico que seja inexplicável pela ciência.Antigamente, acreditava-se que o poltergeist se tratava de bruxaria ou manifestações demoníacas, no entanto, essas ideias caíram em desuso no século XIX, passando a ser associado ao estado de perturbação de supostas almas desencarnadas.Atualmente, para parte dos parapsicólogos, o poltergeist ou Psicocinesia Recorrente Espontânea, como também é conhecida, é um fenômeno despertado e motivado por pessoas vivas, dotadas de possíveis poderes psíquicos. Essas pessoas, normalmente, apresentam traumas emocionais e desconhecem a sua condição psicogenética. A telecinese – capacidade de mover objetos com a força do pensamento – seria uma das capacidades psíquicas que esses indivíduos teriam.De acordo com os estudiosos, o espírito geralmente é de criança ou adolescente, em geral do sexo feminino. São fenômenos rápidos e de curta duração, tais como: deslocar objetos, fechar e abrir portas, bater no vidro da janela etc. Ainda segundo especialistas, são espíritos brincalhões e que pregam peças. Ao contrário de uma assombração, que dura muitos anos e é mais chocante.Os casos de poltergeist em todo o mundo ganharam notoriedade no começo da década de 1980, com o lançamento da série de filmes “Poltergeist – O Fenômeno”, escrito e produzido por Steven Spielberg e dirigido por Tobe Hooper.

Poltergeist e Assombração

Determinar a diferença entre a atividade poltergeist, fantasma ou assombração pode ser difícil. Enquanto que a atividade fantasma é o resultado da atividade de espíritos, o poltergeist está relacionado a energia, OU SEJA, é o resultado da energia psíquica gerado (inconscientemente) por uma pessoa, referido como um agente.

Segundo a parapsicologia, existe uma grande diferença entre o fenômeno do poltergeist e as assombrações, mesmo aparentando ter muitas coisas em comum.De acordo com os estudiosos, o espírito geralmente é de criança ou adolescente, em geral do sexo feminino. São fenômenos rápidos e de curta duração, tais como: deslocar objetos, fechar e abrir portas, bater no vidro da janela etc. Ainda segundo especialistas, são espíritos brincalhões e que pregam peças. Ao contrário de uma assombração, que dura muitos anos e é mais chocante.A grande diferença entre o poltergeist e uma assombração é o seu epicentro. No primeiro caso, considera-se como “motivador” do fenômeno uma pessoa, normalmente um adolescente e do sexo feminino, de acordo com os estudos de parapsicólogos.Seguindo a linha mediúnica, o poltergeist é um espírito que procura ajuda na terra para encontrar a sua paz na eternidade. Os céticos creem que tudo se passa de uma série de fraudes e armações bem elaboradas, pois os fenômenos se tornaram mais conhecidos a partir do século 19, em espetáculos de mágica na França, no Reino Unido e nos Estados Unidos.

Há registros bastante famosos, como o da família Lutz, nos anos 70, quando foi perturbada por poltergeist por quase um mês, na cidade de Amityville, nos Estados Unidos, que passaria à tela grande numa superprodução hollywoodiana: “Terror em Amityville”. Um dos integrantes da família, George Lutz afirmou que durante a noite ouvia o ruído de uma banda marcial tocando na sua sala de estar, evento só constatado por ele.Já as assombrações são geralmente associadas com locais e podem persistir por anos ou séculos.

FONTE;IPPB – Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

Os Poltergeist cumprem seu papel de linguagem, porque acabam por promover, de uma forma ou de outra, a resolução dos problemas que o motivaram. Ou seja, os problemas são comunicados metafóricamente por meio das ocorrências que “forçam” uma reflexão sobre essas questões.

Pessoas identificadas como agentes poltergeist comumente não se reconhecem como tais, mas aos poucos acabam por identificar as ocorrências com seus desejos e necessidades. Esse reconhecimento e o aprender a lidar com essas angústias auxiliam também na cessação dos fenômenos.É importante lembrar que existem, de fato, muitos eventos fraudulentos que imitam os poltergeists. Essas fraudes podem ocorrer por vários motivos: alguém que tenta chamar a atenção ou assustar as pessoas com as quais convive, por exemplo. De qualquer forma, as fraudes e os chamados eventos poltergeist genuínos parecem seguir a mesma lógica: expressão de algo interno reprimido. Pessoas que, de propósito forjam eventos de efeitos semelhantes ao poltergeist, podem ter a mesma motivação que seria válida para uma outra situação em que se daria um caso poltergeist propriamente dito. Dessa forma, casos poltergeists, genuínos ou não, se comportam, se estruturam como uma linguagem, compartilham de uma mesma lógica e provocam efeitos, no mínimo, semelhantes. O estudo dessa lógica e dos efeitos comuns certamente pode auxiliar na compreensão não só dos casos poltergeists em si, mas também do ser humano, em última instância.Se ainda há muito o que descobrir sobre PRE, boas pistas sobre esse fenômeno já aparecem através das especulações em torno de seus aspectos psicológicos. Sómente através do investimento em mais pesquisas nessa área, não apenas a nível de casos espontâneos, mas também laboratoriais, é que poderemos lançar mais luzes a respeitos desses eventos intrigantes. As dificuldades de investigação desse fenômeno se constituem em um obstáculo para que se descubra mais a respeito dos mecanismos envolvidos nas ocorrências, sejam eles físico, psicológicos, ou, psicofísicos. Mas ao invés de deixarmos o estudo desses casos de lado temendo suas dificuldades, devemos investir nosso tempo e esforços para investigá-los da melhor maneira possível, estando abertos às críticas quanto à metodologia e tendo bom senso para aprimorar os métodos de investigação. Assim, mais condições teremos de elaborar experimentos que explorem a psicocinesia de forma mais eficaz. As investigações de campo têm uma função valorosa em Parapsicologia – não como um modo de encontrar uma prova científica do fenômeno psíquico, mas como um modo de se ter ‘insights’ sobre sua natureza, que podem, então ser testadas sob condições controladas.Um poltergeist ativo oferece uma excelente possibilidade para a pesquisa.Do ponto de vista do Espiritismo, a resposta está no capitulo IV no item 77 do livro dos médiuns:
“Assim, quando um objeto é posto em movimento, levantado ou atirado para o ar, não é que o Espírito o tome, empurre e suspenda, como o faríamos com a mão. O Espírito o satura, por assim dizer, do seu fluido, combinado com o da pessoa( médium), e o objeto, momentâneamente vivificado desta maneira, obra como o faria um ser vivo, com a diferença apenas de que, não tendo vontade própria, segue o impulso que lhe dá a vontade do Espírito”. Sobre essa ótica conclui-se que os fenômenos “Macro-PER” são em sua maioria Medianímicos;Ernesto Bozzano defenderia mais tarde esta tese em “Animismo e Espiritismo”, assim como em seu livro Fenômenos de Bilocação (Desdobramento) os golpes vibrados, o deslocamento de objetos sem contato (telestesia), os fenômenos de “poltergeist” e outros fenômenos físicos de natureza semelhante são produzidos por um “corpo astral” confirmando a presença de espíritos no fenômeno; num sentido mais amplo, Hernani G. Andrade em suas pesquisas revela:
 
“Os poltergeists revelam muitas coisas ; Alguns deles fornecem evidências de que seres incorpóreos e inteligentes podem, em certas circunstâncias, atuar fisicamente na matéria. Há casos em que deixam marcas indeléveis da sua atuação, produzindo, por exemplo, a combustão espontânea de objetos inflamáveis. Esses agentes normalmente são invisíveis à maioria das pessoas, mas podem ser percebidos por certos sensitivos. Seus efeitos revelam características típicas de seres inteligentes. Parecem habitar espaços paralelos ao nosso e dão a impressão de que podem transitar do seu espaço próprio para o de cá, e vice-versa.”
 
A Doutrina Espírita nos esclarece sobre a alma e seus atributos, mostrando sua natureza e suas possibilidades de ascender a planos mais elevados de esclarecimento, e prova-nos que para afastar esses fenômenos é necessário conhecimento sobre suas causas, em muitos casos  e quase sempre, mudança de comportamento, tanto do espírito desencarnado quanto do encarnado.

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL

 

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Bibliografia para consulta

Avaliações psicológicas de sujeitos poltergeist. Revista Brasileira de Parapsicologia nº 2
ALVARADO, C.S.
 Poltergeist research and conceptualization in the United States: A review of old and recent developments. Psychical Research Foundation
 BAYLESS, R.
The enigma of the poltergeist. Park Publishing Company, Inc. West Nyack, New York
BENDER, H. New Developments in Poltergeist Research.
Physical and psychophysiological researches in mediumship. In C. Vett (Ed.), Le Compte Rendu Officiel du Premier Congres International des Recherches Psychiques a Copenhague, Copenhagen
 DUNCAN, L. & ROLL
 Psychic Connections: A Journey into the Mysterious World of Psi. New York:
Delacorte Press, 1995
 As casas mal-assombradas. Federação Espírita Brasileira, Rio de Janeiro, RJ, 1980 (Publicado originalmente em francês em 1968)
FLAMMARION, C
 Um fantasma em minha casa? Uma Introdução aos fenômenos de poltergeist ou RSPK. Revista Brasileira de Parapsicologia, São Paulo, Brasil, 1994
MACHADO, F.R. & ZANGARI, W

Nota:Biblioteca Virtual

Divulgação: A Luz é Invencível

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Nós agradecemos a compreensão de voces.
Equipe da “Luz é Invencível”

 

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Um comentário em “ATIVIDADE PARANORMAL-O fenômeno Poltergeist ou Psicosinesia Recorrente Espontânea

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