UMA VIAGEM AO CÉREBRO HUMANO-Parte 12

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O sono é um estado transitório e reversível, que se alterna com a vigília (estado desperto). Trata-se de um processo ativo envolvendo múltiplos e complexos mecanismos fisiológicos e comportamentais em vários sistemas e regiões do sistema nervoso central. São identificados no sono dois estados distintos: o sono mais lento, ou sono não REM, e o sono com atividade cerebral mais rápida, ou sono REM (do inglês, movimentos rápidos dos olhos). O sono não REM é dividido em três fases ou estágios, segundo a progressão da sua profundidade. Já o sono REM caracteriza-se pela atividade cerebral de baixa amplitude e mais rápida, por episódios de movimentos oculares rápidos e de relaxamento muscular máximo. Além disso, este estágio também se caracteriza por ser a fase onde ocorrem os sonhos.Em um indivíduo normal, o sono não REM e o sono REM alternam-se ciclicamente ao longo da noite. O sono não REM e o sono REM repetem-se a cada 70 a 110 minutos, com 4 a 6 ciclos por noite. A distribuição dos estágios de sono durante a noite pode ser alterada por vários fatores, como: idade, ritmo circadiano, temperatura ambiente, ingestão de drogas ou por determinadas doenças. Mas normalmente o sono não REM concentra-se na primeira parte da noite, enquanto o sono REM predomina na segunda parte.Várias funções são atribuídas ao sono. A hipótese mais simples é a de que o sono se destina à recuperação pelo organismo de um possível débito energético estabelecido durante a vigília. Além dessa hipótese, outras funções são atribuídas, especialmente ao sono REM, tais como: manutenção do equilíbrio geral do organismo, das substâncias químicas no cérebro que regulam o ciclo vigília-sono, consolidação da memória, regulação da temperatura corporal, entre outras.

A IMPORTÂNCIA DO SONO

Dormir não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico: durante o sono ocorrem vários processos metabólicos que, se alterados,  podem afetar o equilíbrio de todo o organismo a curto, médio e, mesmo, a longo prazo. Estudos provam que quem dorme menos do que o necessário tem menor vigor físico, envelhece mais precocemente, está mais propenso a infecções, à obesidade, à hipertensão e ao diabetes .Alguns fatos comprovados por pesquisas podem nos dar uma idéia da importância que tem o sono no nosso desempenho físico e mental. Por exemplo, num estudo realizado pela Universidade de Stanford, EUA, indivíduos que não dormiam há 19 horas foram submetidos a testes de atenção. Constatou-se que eles cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g de álcool no sangue – quantidade equivalente a três doses de uísque. Igualmente, tomografias computadorizadas do cérebro de jovens privados de sono mostram redução do metabolismo nas regiões frontais (responsáveis pela capacidade de planejar e de executar tarefas) e no cerebelo (responsável pela coordenação motora). Esse processo leva a dificuldades na capacidade de acumular conhecimento e alterações do humor, comprometendo a criatividade, a atenção, a memória e o equilíbrio.

Dormimos para o cérebro fazer faxina de toxinas, diz estudo

Um estudo americano mostrou que o cérebro faz uma espécie de “faxina” das toxinas deixadas para trás após um dia de “trabalho pesado”, quando se pensa bastante. A “limpeza” seria uma das principais razões para o sono, segundo os pesquisadores.O estudo liderado pela pesquisadora Maiken Nedergaard e publicado na revista Science mostrou que as células do cérebro, provávelmente as neuróglias, encolhem, abrindo espaço entre os neurônios, permitindo que um fluído “lave” o cérebro.A pesquisa do Centro Médico da Universidade de Rochester, no Estado de Nova York, sugere ainda que distúrbios cerebrais podem estar relacionados à “falhas” nesse tipo de “limpeza”.Já se sabe que o sono desempenha um papel importante na fixação da memória e no aprenzidado. Os pequisadores da universidade americana agora acreditam que a “faxina cerebral” é uma das principais razões do sono.

“O cérebro tem energia limitada e precisa escolher entre dois estados funcionais – ou está acordado e atento, ou dormindo e fazendo a faxina”, disse Nedergaard.“É como uma festa em casa. Ou você recebe os convidados, ou limpa a casa. Não dá para fazer os dois ao mesmo tempo”, disse.

Bombeamento

O estudo descobriu a “faxina” a partir de uma descoberta anterior, feita no ano passado – a de que existe uma rede de dutos que retira a “sujeira” do cérebro, nomeada pelos cientistas como “sistema glymphatic” (ainda não há tradução do termo em português).Os pesquisadores observaram o sistema glymphatic de ratos e viram que ele era dez vezes mais ativo durante o sono.

Sono

Células do cérebro, provavelmente as neuróglias, encolhem durante o sono, aumentando o espaço entre o tecido cerebral, permitindo o bombeamento de mais fluído e a limpeza das toxinas.

Para a professora Nedergaard, esta é uma função “vital” para se manter vivo, mas aparentemente só ocorre durante o sono.“O que vou dizer é puramente especulação, mas parece que o cérebro perde muita energia bombeando água nele mesmo, função que é provavelmente incompatível com o processamento de informação”, disse.A professora disse que a dimensão da descoberta só poderá ser medida após testes com humanos.

A BBC Brasil ouviu um cientista independente para comentar a descoberta. Neil Stanley disse que “já há dados importantes sobre as razões psicológicas para dormir, como memória e aprendizado”.”Mas esta (faxina) é uma razão química e física de verdade, algo importante”, disse.Doenças que levam à perda de células cerebrais, com as doenças de Parkinson e Alzheimer, surgem com a disseminação de proteínas danificadas no cérebro.Os pesquisadores sugerem que problemas no mecanismo de limpeza do cérebro podem estar relacionados a estas doenças, mas alertam que ainda é necessário mais pesquisa.

Sono melhor pode reduzir deterioração da memória

Um estudo divulgado na publicação científica Nature Neuroscience sugere que ter um bom sono pode reduzir a deterioração da nossa memória à medida que envelhecemos.Até antes da pesquisa, os cientistas já sabiam que tanto o cérebro quanto o corpo sofrem desgaste com o tempo, mas não se sabia ao certo se as mudanças no cérebro, sono e memória eram sinais distintos do envelhecimento ou se haveria uma conexão profunda entre eles.Mas a pesquisa, feita por cientistas da University of California, Berkeley, indicam que mudanças que ocorrem no cérebro com a idade prejudicam a qualidade do sono profundo, o que, por sua vez, diminui a capacidade do cérebro de aprender e armazenar memória.Com base nessas conclusões, a equipe pretende agora testar formas de melhorar o sono para interromper o declínio da memória.

Experimentos

Trabalhando com um grupo de 36 voluntários – metade dos quais com idade em torno de 20 anos e outra metade com cerca de 70 anos – os especialistas fizeram uma série de experimentos.Primeiro, a equipe constatou que era capaz de prever a quantidade de sono profundo (o chamado sono de ondas lentas) que o participante teria com base nas condições de preservação de uma região do seu cérebro chamada córtex pré-frontal médio.Essa parte do cérebro é essencial para que a pessoa consiga entrar no estágio de sono profundo, mas com a idade ela tende a se deteriorar.Em seguida, os especialistas demonstraram que a quantidade de sono profundo podia ser usada para prever quão bem as pessoas se sairiam em testes de memória.Os pacientes jovens, que conseguiam obter sono de boa qualidade em abundância, tiveram melhor desempenho nos testes do que os participantes mais velhos, cujo sono tinha qualidade inferior.Matthew Walk, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, disse que, “vista em conjunto, a deterioração do cérebro leva à deterioração do sono que produz a deterioração da memória (geralmente solidificada na fase de sono REM, ou de movimentos rápidos dos olhos)”.“O sono de ondas lentas é muito importante para solidificar novas memórias que você aprendeu recentemente. É como clicar o botão ‘salvar’ (no computador)”, ele explicou.A equipe disse não ser capaz de restaurar a região do cérebro desgastada pela idade, mas espera que algo possa ser feito em relação ao sono.Por exemplo, é possível melhorar a qualidade do sono estimulando a região certa do cérebro com eletricidade durante a noite, os especialistas explicaram.Estudos demonstraram que essa técnica pode melhorar o desempenho da memória em jovens. Agora, os pesquisadores querem iniciar testes também com pacientes mais velhos.”Você não precisa restaurar as células do cérebro para restaurar o sono”, disse Walker. Ele disse que a técnica é uma forma de fazer o sistema “pegar no tranco”.

Demência

Em pacientes com demência, os sintomas associados à morte das células do cérebro – como sono ruim e perda de memória – são muito piores do que no envelhecimento normal.Alguns estudos sugerem que exista um vínculo entre sono e demência. Um relatório divulgado na publicação científica Science Translational Medicine apontou para a possibilidade de que problemas de sono sejam um dos primeiros sinais do Mal de Alzheimer.O médico Simon Ridley, da entidade beneficente Alzheimer’s Research UK, disse que são necessários mais estudos para confirmar ou não essa conexão.”Cada vez mais evidências vinculam alterações no sono a problemas de memória e demência, mas não está claro se essas mudanças seriam uma causa ou consequência”.”As pessoas estudadas aqui foram monitoradas por um período muito curto e o próximo passo poderia ser investigar se a falta de sono de ondas lentas também pode ser relacionada ao declínio de memória a longo prazo”.

O sono e os hormônios

A longo prazo, a privação do sono pode comprometer seriamente a saúde, uma vez que é durante o sono que são produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais no funcionamento de nosso organismo. Por exemplo, o pico de produção do hormônio do crescimento (também conhecido como GH, de sua sigla em inglês, Growth Hormone) ocorre durante a primeira fase do sono profundo, aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir.

QUAL É O PAPEL DO GH?

Entre outras funções, ele ajuda a manter o tônus muscular, evita o acúmulo de gordura, melhora o desempenho físico e combate a osteoporose. Estudos provam que pessoas que dormem pouco reduzem o tempo de sono profundo e, em conseqüência, a fabricação do hormônio do crescimento.A leptina, hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade, também é secretada durante o sono. Pessoas que permanecem acordadas por períodos superiores ao recomendado produzem menores quantidades de leptina. Resultado: o corpo sente necessidade de ingerir maiores quantidades de carboidratos.Com a redução das horas de sono, a probabilidade de desenvolver diabetes também aumenta. A falta de sono inibe a produção de insulina (hormônio que retira o açúcar do sangue) pelo pâncreas, além de elevar a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, que tem efeitos contrários aos da insulina, fazendo com que se eleve a taxa de glicose (açúcar) no sangue, o que pode levar a um estado pré-diabético ou, mesmo, ao diabetes propriamente dito. Num estudo, homens que dormiram apenas quatro horas por noite, durante uma semana, passaram a apresentar intolerância à glicose (estado pré-diabético).

MAS QUAL É A QUANTIDADE IDEAL DE SONO?

Embora essa necessidade seja uma característica individual, a média da população adulta necessita de 7 a 8 horas de sono diárias. Falando em crianças, é especialmente importante que seja respeitado um período de 9 a 11 horas de sono, uma vez que, quando elas não dormem o suficiente, ficam irritadiças, além de terem comprometimento de seu crescimento (devido ao problema já mencionado sobre a diminuição do hormônio do crescimento), do aprendizado e da concentração.É na escola que os primeiros sintomas da falta de sono são percebidos. O desempenho cai e a criança pode até ser equivocadamente diagnosticada como hiperativa, em função da irritabilidade e de sua dificuldade de concentração, conseqüentes da falta do sono necessário. É no sono REM, quando acontecem os sonhos, que as coisas que foram aprendidas durante o dia são processadas e armazenadas. Se alguém, adulto ou criança, dorme menos que o necessário, sua memória de curto prazo não é adequadamente processada e a pessoa não consegue transformar em conhecimento aquilo que foi aprendido. Em outras palavras: se alguém – adulto ou criança – não dorme o tempo necessário, tem muita dificuldade para aprender coisas novas.

OS DISTÚRBIOS DO SONO-O QUE É INSÔNIA?

A insônia se caracteriza por dificuldade em iniciar o sono, ou por acordar durante a noite com dificuldade para voltar a dormir com consequências no dia seguinte. Muitas vezes, ocorre a sensação de sono não reparador, de má qualidade, com cansaço diurno. Outras consequências da insônia em longo prazo são irritação, dificuldade para se concentrar ou de memória, sintomas de depressão, entre outras.

POR QUE ALGUMAS PESSOAS TÊM INSÔNIA?

A insônia tem muitas causas, sendo algumas delas problemas psiquiátricos como ansiedade, depressão, uso de alguns medicamentos em longo prazo e de bebida alcoólica; no último caso, principalmente após a suspensão do consumo. Pode estar associada a outros distúrbios do sono que facilitam sua interrupção, favorecendo alguns despertares. A insônia primária, que é a forma mais comum, apresenta predomínio em mulheres, mas pode ocorrer em homens também. Essa insônia se caracteriza por uma resposta anormal a estresses, como, por exemplo, perdas, dificuldades financeiras, doenças, ou até mesmo coabitar com um parceiro, mudanças, promoções no trabalho, entre outros. Além disso, o indivíduo apresenta dificuldade para dormir durante a noite ou de dia (o que não é aconselhado), e isso é muitas vezes associado a atividade mental intensa, com maior fluxo de pensamentos.Com frequência, as insônias são agravadas ou podem decorrer de hábitos inadequados que adquirimos durante a vida. Geralmente é um conjunto de fatores que provocam dificuldades para dormir, associados à predisposição para se ter insônia. Frequentemente quem sofre de insônia tem familiares com o mesmo problema.

COMO AS DOENÇAS FÍSICAS PODEM PROVOCAR INSÔNIA?

Atualmente as dificuldades respiratórias durante o sono são causas frequentes de um sono de má qualidade. São situações que podem provocar pequenas pausas respiratórias conhecidas como apneia, que culminam em curtos despertares. Como esses pacientes apresentam muitas apneias e, consequentemente, muitos despertares, podem achar que estão dormindo uma grande quantidade de horas de sono, porém acordam cansados e sentem muita sonolência durante o dia. Doenças que causam dores, principalmente durante a noite, também podem provocar insônia. Existe um quadro clínico, a fibromialgia, que predomina nas mulheres, e se caracteriza por pontos dolorosos em determinadas regiões do corpo. Além de outras doenças físicas, como distúrbios hormonais, hiper e hipotireoidismo, algumas doenças psiquiátricas e neurológicas, como ansiedade, depressão, doença de Parkinson, doenças cerebrais isquêmicas e doença de Alzheimer também podem provocar insônia.

COMO É O TRATAMENTO DA INSÔNIA?

O tratamento da insônia se inicia após um diagnóstico correto, da identificação e abordagem da causa da insônia quando podemos detectá-la. De modo geral, a prescrição de medicamentos que ajudam a dormir e não provocam dependência química, associada a medidas comportamentais e cognitivas, é a melhor forma de tratamento. Os médicos e profissionais da saúde, como psicólogos e assistentes sociais, podem ajudar as pessoas com insônia a reconhecerem os seus sintomas, os seus hábitos, por vezes inadequados e, por meio de aplicação de técnicas especializadas, podem proporcionar uma melhor qualidade de sono e de vida.

Medicamentos e Remédios para dormir

Grande parte da população mundial sofre de insônias, ainda que este método não seja o mais indicado para o tratamento deste problema, existem determinados medicamentos e remédios capazes de provocar o sono.
Os medicamentos e remédios referidos são os hipnóticos. Estes medicamentos e remédios têm a capacidade provocar o sono, sendo por isso utilizados como estratégia para tratar a insônia. Este tipo de remédios e medicamentos são conhecidos como sedativos, tranquilizantes ou drogas ansiolíticas (são drogas sintéticas usadas para diminuir o stress a ansiedade e a tensão acumulada).

Como atuam os hipnóticos?
Os hipnóticos fixam-se nos receptores do cérebro, aumentando os efeitos de uma substância química que inibe a transmissão de sinais eléctricos no cérebro. Em consequência a estes efeitos, a atividade geral do cérebro diminui, o que provoca o sono.
Estes hipnóticos não devem de ser ingeridos juntamente com:

  • Bebidas alcoólicas
  • Outros hipnóticos
  • Narcóticos
  • Anti-histaminicos
  • Antidepressivos

Na utilização destes medicamentos e remédios não é aconselhável a condução de um automóvel ou a operação de equipamentos, uma vez que estes reduzem o estado de alerta diurno.

ATENÇÃO –  Este método não é o método mais indicado para tratar as insônias e não é recomendado;Os medicamentos e remédios para tratar as insônias causam dependência. O organismo acostuma-se às doses que estão  sendo administradas e com o passar do tempo ,caso o indivíduo deixe de tomar os medicamentos, as insônias irão voltar, pois o organismo irá sentir falta disso. Por outro lado, caso continue a tomar os medicamentos, o organismo irá se habituar às doses ingeridas e a certa altura já não irá surgir efeito. Para tratar esse problema será necessário aumentar as doses para que o medicamento volte a fazer efeito.

Este tipo de medicamentos também contém alguns efeitos secundários não desejáveis, que se manifestam com o passar do tempo como é o caso de:

  • Amnésia
  • Tremores
  • Confusão
  • Hipotermia
  • Náuseas e/ou vómitos
  • Diarréia
  • Alterações do apetite
  • Alterações visuais

O recomendado é fazer tratamento contra insónia sem recorrer ao uso de medicamentos
PS: Se tiver como opção tomar medicamentos e remédios para tratar o caso das insônias, antes de tomar algo deverá sempre aconselhar-se junto do seu médico ou farmacêutico.

O uso da Melatonina no tratamento da insônia.

Sendo que os medicamentos não sejam os mais indicados para tratar o problema das insónias, existe como alternativa a ingestão de melatonina.
Melatonina é uma hormona produzida pelo nosso organismo que influencia a regulação do sono. É um hormônio produzida naturalmente pelo nosso organismo, principalmente quando anoitece, de uma forma mecânica em resposta ao escuro. Se permanecerem luzes acesas durante a noite (ex: computador, televisão, candeeiros, etc), este hormônio não é produzido de forma eficaz, diminuindo assim a sensação de sono. (Obs: A produção de melatonina diminui com o envelhecimento).A suplementação com melatonina é um substituto eficiente e natural à toma demedicamentos e remédios para dormir. Porém as suas doses têm de ser controladas. A tomada de 2 mg de melatonina é o mais indicado para tratar a insônia de uma forma natural e eficiente. O uso deste hormônio aumenta o tempo e a qualidade de sono, pelo que o recomendado é ser tomada meia hora antes de ir dormir.O fato de não ser um medicamento em si, não corre o risco de ter efeitos viciantes como os que foram referidos nos hipnóticos, nem perde eficiência com o uso prolongado, e pode ser tomado por qualquer pessoa de qualquer idade, ainda que não seja recomendado, a crianças inferiores a 12 anos.A melatonina pode ser encontrada em forma de comprimidos ou pode ser adicionada a alimentos sob a forma de suplemento alimentar.

ATENÇÃO-Medicamento Natural com Melatonina -É relembrado mais uma vez, que antes de tomar quaisquer químicos com intenção de provocar o sono, deverá se aconselhar junto do seu médico ou farmacêutico. Por norma estes tipos de medicamentos não são vendidos sem receita médica.

O Tratamento das Insônias é um tratamento que deve ser avaliado por um especialista médico, e nunca se deve optar pela auto-medicação e pela toma de remédios ou medicamentos que podem complicar ainda mais um estado psicológico frágil que a pessoa com insónias acarreta. Procure sempre combater a insônia sem remédios e medicamentos, e procure sempre métodos alternativos para substituir os tratamentos prescritos pela medicina convencional, no combate às insônias.

 

OUTRAS OPÇÕES NATURAIS QUE TAMBÉM COMBATEM A INSÔNIA

1- Magnésio e Cãlcio

O cálcio e o magnésio são impulsionadores do sono e, quando tomados em conjunto, tornam-se ainda mais eficazes.

2-Alface Selavagem

Se você já sofreu de ansiedade, dores de cabeça ou dores musculares ou articulares, pode já estar familiarizado com alface selvagem. É também eficaz em reduzir a acalmar o nervosismo ea ansiedade, e pode até mesmo acabar com a síndrome das pernas inquietas. Ao usar um suplemento de alface-selvagem, levar de 30 a 120 mg antes de dormir.

3-Lúpulo

Com o efeito calmante do lúpulo,são usadas as  flores femininas ; Para efeitos de sono,este extrato tem sido amplamente utilizado como um sedativo suave para ansiedade e insônia.

Aromaterapia

Lavanda é o truque aqui, pois os estudos têm comprovado que ela ajuda no sono. É também uma forma barata e não tóxica para escorregar em um sono tranquilo. Encontrar um spray de lavanda real e spritz-lo em seu travesseiro antes de dormir. Ou comprar um travesseiro de lavanda-cheia.


Yoga e Meditação

Escolha yoga ou alongamento suave, não pode ser tão vigoroso ou yoga ashtanga, que poderia energizá-lo em seu lugar. Tente alongamentos de yoga fácil na cama seguida de meditação simples. Feche os olhos e, de 5 a 10 minutos, preste atenção a nada, sómente em sua respiração.

L-Theanine

Este aminoácido vem de chá verde e não só ajuda a manter um estado de alerta e calmo durante o dia, mas também um sono mais profundo durante a noite. No entanto, o chá verde não contém suficiente L-theanine para elevar significativamente os seus ciclos de sono REM.

Valeriana

Valério é um dos remédios do sono mais comum para a insônia. Numerosos estudos demonstram que a valeriana melhora o sono profundo, a velocidade de adormecer, e qualidade total do sono. No entanto, é mais eficaz quando usado por um longo período de tempo. Uma advertência; Cerca de 10% das pessoas que o usam realmente se sentem energizados, o que pode mantê-los acordados. Se isso acontece com você, tome valeriana durante o dia.

Sono aumenta número de células no cérebro

Cientistas americanos acreditam ter descoberto mais um motivo para incentivar as pessoas a tentar ter uma boa noite de sono: dormir ajudaria a repor um tipo de célula do cérebro.Segundo eles, dormir eleva a produção de células que produzem uma substância estimuladora conhecida como mielina, responsável proteger o circuito neural.A pesquisa, realizada até agora somente com ratos de laboratório, poderia ajudar a entender a ação do sono na reparação e no crescimento do cérebro, além do combate à esclerose múltipla, disse a equipe de cientistas do Estado americano de Wisconsin.As descobertas foram publicadas na revista científica Journal of Neuroscience.A equipe liderada pela cientista americana Chiara Cirelli, da Universidade de Wisconsin, descobriu que a taxa de crescimento das células produtoras de mielina dobrou enquanto os ratos dormiam.O aumento se deu com maior intensidade durante o período associado ao sonho – chamado de REM ou “movimento rápido dos olhos” – e foi produzido por genes.Em contrapartida, genes envolvidos na morte das células e em respostas de estresse passaram a ser observados quando as cobaias foram forçadas a permanecer acordadas.O motivo pelo qual os seres humanos precisam dormir intriga os cientistas há séculos. Já se sabe que uma boa noite de sono ajuda o corpo a repor as energias e garante seu bom funcionamento – mas o processo biológico que acontece durante esse período só começou a ser estudado recentemente.

Crescimento e reparação

“Por muito tempo, os cientistas concentraram seus esforços em comparar a atividade cerebral quando estamos dormindo e quando estamos acordados”, explica Cirelli. “Agora, está claro que a maneira como operam outras células de apôio no sistema nervoso também muda significativamente se estivermos dormindo ou acordados.”Os cientistas dizem que suas descobertas indicam que a perda de sono pode agravar alguns sintomas da esclerose múltipla, doença que prejudica a produção de mielina.Nela, o sistema imunológico ataca e destrói o revestimento de mielina dos neurônios e da medula e do cordão espinhal.Segundo Cirelli, estudos posteriors poderão observar se o sono afeta ou não os sintomas da esclerose múltipla.Ela acrescenta que sua equipe também vai examinar se a falta de sono, especialmente durante a adolescência, pode gerar efeitos nocivos de longo prazo para o cérebro.De acordo com o Instituto Americano de Transtornos Neurológicos e de Acidente Vascular Cerebral, dormir ajuda o sistema nervoso a funcionar corretamente.Um sono profundo coincide com a liberação do hormônio do crescimento em crianças e em jovens adultos. Muitas das células do corpo também registram elevação da produção e redução da quebra de proteínas durante esse período.Dado que as proteínas ajudam o crescimento das células e a reparação dos danos causados por estresse e raios ultravioletas, uma boa noite de sono realmente pode significar o “sono da beleza”, acrescenta a instituição.

chamada.jpgPor que os sonhos nos ajudam a viver melhor-A ciência revela que sonhar deixa a memória afiada, ajuda a lidar com as emoções e nos treina para os obstáculos da vida real

Fechar os olhos, relaxar, dormir, sonhar. Um ritual comum, diário, banal até. E que, no entanto, como começam a revelar as mais recentes pesquisas da neurociência, é vital para nossa sobrevivência e tem impacto profundo na qualidade de vida. De acordo com os estudos, para viver melhor, é preciso sonhar. Os sonhos exercem funções biológicas fundamentais na evolução da nossa espécie: eles aprimoram a memória, ajudam no aprendizado, nos auxiliam a resolver nossa vida emocional e servem como treino para nos preparar para os desafios do dia a dia.

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Na história da humanidade, é a primeira vez que os sonhos alcançam uma dimensão dessa magnitude. Desde as primeiras civilizações, buscamos entender o significado das imagens e das emoções experimentadas durante o sono – às vezes prazerosas, às vezes apavorantes. Explicações variadas já surgiram, inclusive. Grande parte delas relaciona-se a interpretações místicas, colocando o sonho como uma forma de nos relacionarmos com o divino. Também já são conhecidos episódios famosos que o colocam como fonte de inspiração para a criação. A escritora britânica Mary Shelley idealizou o personagem Frankenstein depois de sonhar com ele. O químico russo Dmitri Mendeleiev organizou os elementos químicos na tabela periódica depois de vê-la em um sonho. Paul McCartney sonhou com a música “Yesterday” e a compôs assim que acordou. E o pintor surrealista espanhol Salvador Dali desenvolveu uma técnica em que usava seus sonhos para fazer seus quadros. Não por acaso, o tema estimula mentes criativas e aparece com frequência em todos os tipos de arte, como no recente sucesso cinematográfico “A Origem”.Porém, o entendimento mais profundo dos sonhos só começou a ganhar fôlego a partir de Sigmund Freud. Seu livro “A Interpretação dos Sonhos”, lançado há 110 anos, representou um marco e lançou as bases da psicanálise. Pelo entendimento do médico austríaco, os sonhos eram um modo de manifestação dos desejos reprimidos.

Sómente agora, no entanto, com os progressos da neurociência, compreende-se muito mais seu papel real na vida cotidiana – a prática e a emocional. O primeiro passo para a guinada foi a descoberta, por meio de eletroencefalogramas, de que durante o sono a atividade cerebral não se mantém constante. Ondas cerebrais lentas são sucedidas por curtos períodos de ondas mais aceleradas, acompanhadas por rápidos movimentos involuntários dos olhos. É o chamado sono REM (do inglês “movimento rápido dos olhos”). Constatou-se, posteriormente, que, durante esse período mais agitado, o fluxo sanguíneo cerebral se intensifica e uma série de imagens toma conta do cérebro. É o nascimento dos sonhos.

A partir dessa descoberta, outras foram surgindo, associando o sono à consolidação das memórias. Observava-se, por exemplo, que a privação de sono atrapalhava o aprendizado, mas não se explicava exatamente como. Ainda foram necessárias muitas outras pesquisas para se chegar à equação que relaciona a memória aos processos desencadeados no cérebro durante as duas fases do sono.Para resolver esse enigma, os cientistas precisaram entender o modo como o cérebro define, em meio ao turbilhão de novos conteúdos ao qual é exposto diariamente, o que será guardado. Uma nova informação só se torna uma memória de longa duração se passar pelo crivo de nossa mente, que precisa considerar aquilo significativo e, portanto, digno de ser lembrado. “O que não é importante é esquecido”, explica o psicólogo Rafael Scott, doutorando em psicobiologia pelo Instituto Internacional de Neurociência de Natal (IINN), no Rio Grande do Norte. Selecionado o que deverá permanecer, essas lembranças começam a ser ligadas a outras, mais antigas. É esse processo que lhes garante permanência. “Nossa memória funciona por meio da formação de redes associativas de significado”, diz o cientista Sidarta Ribeiro, um dos fundadores do IINN. “Quando você era criança, aprendeu que rosa era uma flor. Depois descobriu que também era uma cor. Quando foi para a escola, teve uma coleguinha chamada Rosa. Mais tarde, descobriu o escritor Guimarães Rosa e que essa mesma palavra também poderia ser o nome de um livro de Umberto Eco – “O Nome da Rosa”, exemplifica.Mas o que o sonho tem a ver com esse processo? “É nos sonhos que as experiências importantes vividas durante o dia estão sendo associadas às memórias passadas”, explicou  Robert Hoss, presidente da Associação Internacional para o Estudo dos Sonhos e diretor-fundador da Fundação DreamScience. Ou seja: o sonho é fundamental para que essa rede de associações seja tecida. Ele permite a migração daquilo que aprendemos durante o dia e que está no hipocampo – região do cérebro responsável pela aquisição de novos conhecimentos – para o córtex cerebral, onde é armazenado. “É como se fosse o movimento das marés”, compara Ribeiro. A maré cheia corresponde à fase em que as memórias atingem o córtex e, ao “esvaziar”, deixa o hipocampo livre para novos aprendizados. Ao construir essa teia, símbolos diferentes se mesclam de acordo com sua significação ou com as emoções a eles associadas. “É por isso que, no sonho, a pessoa Rosa pode aparecer significada como o escritor: todos estão dentro da mesma rede de associações”, esclarece o cientista brasileiro.

Mas o que dizer da hipótese de que o objetivo principal dos sonhos não é de natureza psicológica?

Em artigo recente no periódico Nature Reviews Neurosciennce, o psiquiatra J. Allan Hobson, que pesquisa o sono na Universidade Harvard, argumenta que a função principal do sono REM (caracterizado por movimentos rápidos dos olhos) é de natureza fisiológica. O cérebro está aquecendo seus circuitos, preparando-se para as visões, os sons e as emoções do estado desperto.“Isso ajuda a explicar muitas coisas, como o porquê de as pessoas esquecerem tantos sonhos”, disse Hobson. “É como praticar corrida; o corpo não se recorda de cada passo dado, mas sabe que se exercitou. Ele foi aquecido e afinado. A idéia aqui é a mesma: os sonhos afinam a mente, preparando-a para a consciência desperta.”Robson argumenta que o sonhar é um estado de consciência paralela que opera continuamente, mas que costuma ser suprimido durante a vigília.”A maioria dos estudiosos parte de ideias psicológicas previamente determinadas e tenta fazer os sonhos se encaixar nessas ideias”, disse Mark Mahowald, neurologista e diretor do programa de desordens do sono do Centro Médico Hennepin County, em Minneapolis (EUA). “O que me agrada nesse novo artigo é que ele não parte de nenhuma premissa prévia sobre a função dos sonhos.”

O SONO REM

O sono REM parece ser um desenvolvimento recente, em termos evolutivos; ele é perceptível em humanos, outros mamíferos e pássaros. E estudos sugerem que o sono REM aparece em fase muito precoce da vida: no caso dos humanos, no terceiro trimestre de vida do feto.

Cientistas encontraram em estudos evidências de que a atividade REM ajuda o cérebro a construir conexões neurais, especialmente em suas áreas visuais. O feto em desenvolvimento pode estar “vendo” algo, em termos de atividade cerebral, muito antes de seus olhos se abrirem.Algumas pessoas são capazes de assistir a seus próprios sonhos como observadoras, sem despertarem. Conhecido como sonhar lúcido, esse estado de consciência é em si um mistério. Mas é um fenômeno real, e Robson encontra nele um argumennto forte em favor de sua tese de que os sonhos serviriam como aquecimento fisiológico.Em estudo publicado em setembro no períodico “Sleep”, Ursula Voss, de Frankfurt, liderou uma equipe que analisou ondas cerebrais durante o sono REM, a vigília e o sonho lúcido. O estudo constatou que o estado de sonho lúcido possui elementos do sono REM e da vigília especialmente nas áreas frontais do cérebro, que ficam inativas durante o sonhar normal. Robson foi co-autor do artigo.”Vemos esse cérebro dividido em ação”, disse ele. “Isso me diz que existem esses dois sistemas e que eles podem, de fato, estar em ação ao mesmo tempo.”Ainda falta muito para os pesquisadores poderem confirmar essa hipótese. Mas os benefícios disso podem ir além de uma compreensão mais profunda do cérebro adormecido. Os esquizofrênicos sofrem alucinações de origem desconhecida. Hobson sugere que esses vôos da imaginação possam estar relacionados à ativação anormal da consciência sonhadora. Como disse Jung: “Deixe o sonhador despertar, e você verá uma psicose”.

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 DICAS PARA PRESERVAR O SONO
  • Ter horários regulares para dormir e despertar.
  • Ir para a cama somente na hora dormir.
  • Ter um ambiente de dormir adequado: limpo, escuro, sem ruídos e confortável.
  • Não fazer uso de álcool ou café, determinados chás e refrigerantes próximo ao horário de dormir.
  • Não fazer uso de medicamentos para dormir sem orientação médica.
  • Se tiver dormido pouco nas noites anteriores, evite dormir de dia
  • Jantar moderadamente em horário regular e adequado.
  • Não levar problemas para a cama.
  • Realizar atividades repousantes e relaxantes preparatórias para o sono.
  • Ser ativo física e mentalmente.

FONTE;Dra. Regeane Trabulsi Cronfli, médica formada pela Faculdade de Medicina da USP, especialista em Endocrinologia e Metabologia.

LEIA MAIS;

Universidade Estadual de Campinas
Revista Cérebro & Mente
Núcleo de Informática BIomédica

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

Estamos dormindo menos e pior. Basta imaginar a rotina de um morador de uma grande cidade, como São Paulo por exemplo, há quatro décadas. Sem congestionamentos de veículos, chegava-se mais cedo em casa. Sem o apelo de computadores, celulares e centenas de canais na televisão, as pessoas iam para a cama mais cedo. Em média, dormia-se 7 horas por dia. Hoje, essa estatística é de seis horas. Existe a percepção equivocada de que dormir é perda de tempo ou lazer. Mas cada vez mais a ciência aponta a estreita relação do sono com processos importantes, como o fortalecimento das defesas imunológicas.Uma metáfora do que ocorre no cérebro enquanto dormimos, é a obra “Sono” (1937), de Salvador Dalí – uma enorme cabeça sem corpo, apoiada sobre muletas, sugere que, enquanto estamos aparentemente “desligados”, acontecem inúmeros processos mentais, essenciais para a saúde orgânica e psíquica, como os sonhos.O cochilo,outro exemplo, é natural e tem função fisiológica. Dormir por 30 minutos no meio do dia, diminui a irritabilidade e contribui para a melhora da produtividade e das relações interpessoais;existe o fato de que, apesar de irmos para a cama muito mais tarde, os horários de entrada na escola e no trabalho continuam os mesmos. À mercê do despertador, submetemos nosso organismo á uma constante agressão.A privação de sono é cumulativa e o organismo reage com liberação de cortisol, o hormônio do estresse. Em excesso, essa substância prejudica o sono delta, associado à restauração orgânica. Também há impactos sobre a capacidade de concentração. A falta de sono está relacionada a acidentes de trabalho e automotivos; 30% da população trabalham à noite ou em turnos que interferem no horário de sono. E a maioria delas não consegue dormir adequadamente de dia, por causa da presença de luz, o que interfere na produção de melatonina, hormônio regulador do sono;Até algumas décadas, a opinião dominante na neurociência era de que sonhos não serviam para nada. Mas hoje se sabe que sonhos são movidos a desejo – isso é ciência; As imagens oníricas podem ter tido uma função importante ao longo da evolução: algumas teorias sugerem que elas são uma espécie de simulação de situações. Essas “cenas” foram e são importantes treinar a percepção do risco e também ajudam na resolução de problemas e no surgimento de idéias inovadoras, os insights. Cada vez mais estudos mostram que as observações que Sigmund Freud fez há mais de um século fazem sentido: o sonho não é apenas um conglomerado de formações psíquicas, mas um caminho real para o inconsciente. Um caminho individual, traçado de acordo com as experiências e emoções de cada pessoa.E o cérebro, está envolvido “até o pescoço” neste processo.Precisamos estudar este campo exaustivamente e buscar mais elementos que possam embasar as teorias milenares de que o sonho é fundamental para a vida humana, afinal….

“Nós somos do tecido de que são feitos os sonhos.”

William Shakespeare

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL

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LEIA MAIS;

PESQUISAS DA USP SOBRE O SONO

DISTÚRBIOS DO SONO-PESQUISAS

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Bibliografia para consulta

O super cérebro
Deepak Chopra
 O Cérebro que se transforma
 Norman Doidge
O cérebro criativo
Shelley Carson Ph.D
Treine a mente e mude o cérebro
 Sharon Begley
 Como funciona o cérebro
Série mais ciência
 Vitalize seu cérebro
John Arden
 A cura do cérebro
Adriana Fóz

Nota:Biblioteca Virtual

Divulgação: A Luz é Invencível

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Nós agradecemos a compreensão de voces.
Equipe da “Luz é Invencível”

 

 

2 comentários em “UMA VIAGEM AO CÉREBRO HUMANO-Parte 12

  1. Pingback: Uma viagem ao Cérebro Humano – 12ª Parte – 27.12.2015 | Senhora de Sírius

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