OS CIENTISTAS DA NOVA ERA-Jeffrey Satinover-O Cérebro Quântico-As novas descobertas da Neurociência e a próxima geração de seres humanos-Física Quântica e Espiritualidade-Trigésima primeira parte

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Jeffrey Satinover;uma breve biografia

Jeffrey Satinover, psiquiatra e psicanalista, é licenciado e assistente de cátedra do departamento de Física da Universidade de Yale, onde cumpre o programa de doutoramento (Ph.D.). É também bacharel em Ciência pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts – MIT; mestre em educação pela Universidade de Harvard e doutor em Medicina pela Universidade do Texas. Em 2004, tornou-se conhecido do grande público ao participar do filme Quem Somos Nós? (What the Bleep Do We Know!?);Depois de uma carreira de sucesso como um psiquiatra, neurocientista, analista junguiano e consultor empresarial, Dr. Satinover voltou a estudar física. Ele recebeu seu Ph.D. em física teórica interdisciplinar (física e financeira) summa cum laude a partir do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica (Nice) em 2008.Dr. Satinover é formado pelo MIT, mestrado em educação e em física pela Universidade de Harvard e Yale, respectivamente, um MD, da Universidade do Texas e um Ph.D. Bacharelado de Ciência em Física pela Universidade de Nice Sophia Antipolis. Lecionou em Yale e Princeton e é um ex-Professor William James em Harvard. Ele é o autor de numerosos artigos em uma variedade de disciplinas e autor de cinco livros. Ele é um orador convidado frequente em questões de política pública, incluindo pelo Congresso dos Estados Unidos, o Parlamento do Reino Unido e as Nações Unidas. Ele é ex-Estado do cirurgião de vôo para o Exército da Guarda Nacional de Connecticut.

 “Diga-me o que pensas que te direi a doença que terás”.

Lógicamente, a repercussão muitas vezes não é imediata, e também outros fatores estarão em jogo, mas, durante os mecanismos de substituição celular, o dínamo mental influenciando as células em seu estado de mitose, vai gerando células filhas de menor resistência e qualidade, até que os elementos de desagregação constantemente cultivados e emitidos tumultuam os serviços celulares e ensejam a materialização de patologias graves e de longo curso. Que ninguém se engane das responsabilidades e conseqüências quando movimentar as forças vivas do pensamento. Como o pensamento à feição de raios dinâmicos, como correntes de partículas, em um turbilhão de forças, circula em circuito fechado no nosso complexo fisiopsíquico antes de exteriorizar-se, irradiando-se pelo espaço à semelhança da propagação da luz, poderemos atestar com absoluta certeza que realmente ninguém fere ninguém sem primeiro ferir-se. Os frutos mentais que ofertamos são antes de tudo consumidos por nós mesmos. Além do pensamento se espraiar, como um plasma sutil, de forma quase instantânea por todos os campos ou corpos multidimensionais, devido à interpenetração dos corpos e estruturas similares e adjacentes em contato permanente e contínuo, ele ainda atinge, ou bombardeia, as nossas células, provocando influências não só do ponto de vista psíquico como físico, causando transformações moleculares e atômicas, alterações anatômicas, fisiológicas e metabólicas, pelos mecanismos dos centros de força e pelos microtúbulos dos tecidos áuricos, à semelhança de um circuito elétrico a se espraiar por um condutor. É assim que ondas sublimadas ou perturbadoras geram saúde ou doença em nossas vidas, dependendo da direção e da qualificação que viermos a dar às nossas correntes mentais. Nos estudos recentes de neurobiologia, algumas hipóteses vêm sendo levantadas da possível existência de microtúbulos formando as células e os processos de interação e transmissões neuronais. Talvez esses microtúbulos, que estão começando a serem estudados, possam ser a contraparte física das unidades espirituais de que os corpos sutis são formados, dentro de nossa visão e entendimento.

Jeffrey Satinover em seu livro “O Cérebro Quântico” afirma que estamos partindo para uma nova geração dos seres humanos. Em função das grandes novas descobertas envolvendo a neurociência e estudos mais a fundo do órgão, podemos afirmar que realmente estamos evoluindo e isso converge para uma grande evolução nos seres humanos.

As novas descobertas abrem caminho para novas experiências e novas pesquisas, como a construção de super computadores com capacidades lógicas e outras milhares de capacidades infinitamente mais velozes que qualquer outro atualmente disponível.Falam-se da criação de seres artificiais completamente auto-suficientes e dotados até mesmo de consciência própria.Isso mesmo, parece filme (Eu, Robô, IA,etc).

Seguem algumas descobertas:
– Computadores capazes de se auto-reparar (evoluir);
– Moléculas orgânicas que se transformam misteriosamente;
– Neuroplasticidade (ou seja, neurônio inteligente e com capacidade de se adpatar);
– Células Inteligentes;

Hoje já sabe-se que, dentro do nosso cérebro, aonde acontecem as “neurotransmissões”, existe funções químicas e elétricas aonde a mecânica quântica atua de forma até então desconhecida e que nos ajudam a entender cada vez mais sobre a natureza de doenças como Mal de Alzheimer.

 

HOLODECK

Na série “Jornada nas Estrelas – A Nova Geração” existe na nave uma sala na qual o computador pode simular qualquer realidade para o visitante. Esta realidade é tão completa em termos de percepção que todos querem vivenciar as infinitas possibilidades da mente humana. Nós vivemos algo semelhante e não sabemos que estamos num “holodeck” criado por nossa própria mente. Isso limita nossas possibilidades, porque ficamos presos numa só “realidade”. Esta ferramenta permite que se saia de uma determinada “realidade” e se possa experimentar infinitas outras, em todo seu potencial de criação e realização. Podemos “baixar” qualquer In-formação ou Realidade Alternativa e expandir nossas realizações e vivências. Assim,  percebemos que existem outras Realidades prontas para serem vividas. Com isso, acumulamos In-formação, crescemos, evoluímos e nos tornamos mais complexos, segundo após segundo. Isso é inevitável. Agora podemos exponenciar isso na medida do nosso desejo. Finalmente, as Infinitas Possibilidades estão ao nosso alcance.

Abrindo as portas da percepção da realidade

Todos os seres biológicos estão limitados normalmente a só perceber um pequeno espectro eletromagnético da realidade. Nós, humanos, ouvimos numa faixa de 20 a 20 mil Hertz. Um cachorro ouve mais que isso. Existem animais que não vêem as cores que nós vemos e assim por diante. É um parâmetro. Uma limitação codificada no nosso DNA. Desta forma o cérebro atua como um filtro ou redutor das ondas e freqüências que nos chegam. Deixando-nos perceber apenas uma pequena fração da realidade que nos cerca. Isso cria uma série de problemas para a compreensão da realidade. Ficamos presos numa caixa de percepção e achamos que é só isso que existe. Quando temos acesso a outras In-formações da realidade esse véu naturalmente se esvai, pouco a pouco, e passamos a ter acesso a novas camadas ou dimensões da realidade. Essa é uma vantagem extrema em todos os sentidos. Porque, quanto maior a nossa visão do todo, mais eficientes, saudáveis, amorosos, conscientes e felizes somos. É por esta razão que quem usa a Ressonância expande sua visão de mundo sem cessar. Até um ponto em que é feliz por si só.

ALGUNS TÓPICOS ABORDADOS PELO DR SATINOVER

“Técnicas desenvolvidas por Andrew Maniotis, Donald Ingber e seus colaboradores permitem a visualização dos microtúbulos no interior de células vivas e as experiências realizadas demonstram que mudanças conformacionais no citoesqueleto formam e reformam sua configuração interna a fim de criar mobilidade”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).

“Os elementos estruturais básicos dos organismos unicelulares mais primitivos e evolucionáriamente mais antigos são, de forma semelhante, os mesmos microtúbulos, sugerindo mais fortemente como essas estruturas são fundamentais para a vida”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).

OS  MICROTÚBULOS

Os microtúbulos tanto em relação ao corpo físico, quanto aos corpos sutis, seriam estruturas ocas, tubos ou canudos compostos por inúmeros blocos de moléculas idênticas. Em se referindo ao corpo físico, essas moléculas seriam proteínas. Os estudiosos da física quântica sustentam que a existência desses microtúbulos poderia explicar os efeitos quânticos no nosso organismo, cérebro e mente: “Conforme foi descrito por um pesquisador de Harvard: ” Um quadro coerente está finalmente começando a surgir; um sistema de transdução de sinais de “pensamento” integra informações multifacetadas e, algumas vezes, conflitantes de forma a desencadear a resposta biológica apropriada”. Deste modo, a rede interna microtubular dos neurônios exerce um papel chave no estabelecimento da fiação da rede neural macroscópica do cérebro”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).

Essa rede microtubular não seria patrimônio físico apenas, mas conforme nossas observações, seriam, na verdade, representações físicas das unidades menos densas do nosso complexo psíquico, um sistema físico e sutil, multidimensional e interdimensional de transdução das nossas forças físicas, etéricas, astrais, mentais, etc.. Além dos neurônios, os organismos unicelulares, os fusos mitóticos, e inúmeras outras estruturas, seriam formados desses microtúbulos que realizariam funções diversas conectando o macrocosmo ao microcosmo: o transporte intracelular de organelas, os movimentos de cílios e flagelos, a divisão cromossômica, as modificações de sinais de um meio para outro, a comunicação entre o núcleo e o interior das células formariam um dos conjuntos de possíveis funções dos microtúbulos:

“As pontas de uma rede de microtúbulos estão fisicamente ligadas a outras partes da célula (por exemplo, as organelas, o núcleo e as membranas citoplasmáticas), de tal modo que o processamento paralelo, a sinalização e a transdução de forças físicas constituem uma função integrada e sem interrupções”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).

Função integrada, sincrônicas, correlacionadas em processamento inteligente e auto-organizado transmitindo sinais, padrões de ondas ou forças de uma estrutura para outra, de um mundo dimensional para outro, assimilando correntes mentais próprias ou dos outros, quando em ressonância, materializando estados saudáveis ou disfunções, distonias e patologias em diversos níveis:

“Por exemplo, evidências recentes sugerem que, dentro do neurônio, a localização da patologia primária do mal de Alzheimer se acha nos microtúbulos”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV). .

 Ao examinar as estruturas reais e o funcionamento do nosso cérebro, Jeffrey Satinover — um dos cientistas do filme “Quem Somos Nós?” — questiona vários conceitos validados pela ciência tradicional e acaba desvendando a história de uma revolução que transformará o entendimento que temos do mundo, de nós mesmos e até de Deus.Computadores capazes de se auto-reproduzir, moléculas orgânicas que se transformam misteriosamente; universos paralelos que se entrelaçam, projetando o nosso futuro; células que parecem dotadas de inteligência individual; descobertas desconcertantes sobre a natureza de doenças como Alzheimer.

Tantos avanços impensáveis há poucos anos e que hoje, graças ao estudo do nosso cérebro e às implicações derivadas dessas pesquisas, estão se tornando realidade. Uma verdadeira façanha que reflete a emocionante jornada em busca de respostas sobre um dos maiores enigmas da ciência: o funcionamento do cérebro.

A consciência é um fenômeno quântico?

Seria a consciência um fenômeno quântico?  Ora, qualquer fenômeno microscópico é um fenômeno quântico. Assim, como nosso cérebro é constituído de entidades microscópicas, num sentido trivial nosso cérebro é quântico, assim como nossa consciência . Mas não é essa a pergunta interessante. Queremos saber se a física quântica é necessária para explicar a consciência, ou seja, se a física clássica é incapaz de explicá-la. Em poucas palavras, podemos dizer que o que a física quântica tem de essencial é que ela é uma teoria que atribui propriedades ondulatórias para partículas individuais. Se um objeto se comportar às vezes como onda (exibindo franjas de interferência), às vezes como partícula (aparecendo como um ponto ou seguindo uma trajetória bem definida), então só a física quântica é capaz de descrever o objeto. Caso isso não aconteça, dizemos que o objeto se comporta classicamente.

Considere a absorção de luz pela retina.  A física quântica é necessária para descrever este processo?  Sabe-se que certos animais são sensíveis a apenas um quantum de luz, e assim este processo é corpuscular. No entanto, acredita-se que nenhuma das propriedades ondulatórias da luz são relevantes para o processo de absorção em si. As propriedades ondulatórias afetam a distribuição espacial dos fótons, mas a absorção em cada célula da retina independe do que está acontecendo em outras células.  Assim, a física clássica seria suficiente para explicar a absorção de luz pela retina.

Existiria algum processo em nosso cérebro, essencial para a nossa consciência, que só pode ser explicado pela física quântica?

A ligação entre consciência e física quântica foi sugerida na década de 1930, mas em um sentido diferente do que estamos examinando aqui. Naquela interpretação “subjetivista” da teoria quântica, a consciência seria responsável pelo “colapso” da onda quântica . Mas a tese que queremos examinar não é o papel da consciência na teoria quântica, mas o papel da teoria quântica nas teorias materialistas da consciência.

ARGUMENTOS

a) O cérebro seria um “computador quântico”.  Este conceito foi bastante trabalhado pelo físico David Deutsch, que mostrou que tal computador seria mais eficiente do que um computador digital.  Por seleção natural, essa vantagem computacional poderia ter favorecido um cérebro que fosse um computador quântico.

b) O cérebro computaria funções não-recursivas.  Computadores clássicos e quânticos só podem computar funções “recursivas”, mas o pensamento humano (por exemplo, a intuição matemática) extrapolaria esta limitação. Uma solução inovadora ao problema do colapso na mecânica quântica talvez solucionasse também esse problema da consciência, conforme sugestão do físico Roger Penrose. O problema aqui é que não se mostrou rigorosamente que o pensamento humano é capaz de computar funções não-recursivas.

c) Um fenômeno quântico semelhante à “condensação de Bose” poderia ocorrer no cérebro.  Este fenômeno é observado a baixas temperaturas, quando um grande número de partículas se comporta identicamente. O físico H. Fröhlich propôs, em 1968, um modelo biológico deste fenômeno de “coerência” à temperatura ambiente, envolvendo moléculas dipolares. Alguns pesquisadores afirmam ter encontrado evidência de que tal fenômeno ocorreria no cérebro.

d) O cérebro seria regido por leis análogas às da mecânica quântica.  Existe uma abordagem em neurociência que supõe que a convencional dinâmica do neurônio e da sinapse não é fundamental, e que as funções cerebrais podem ser descritas por um “campo dendrítico” que obedeceria a equações da teoria quântica de campos. Esta abordagem matemática foi inspirada na proposta de Karl Pribram, nos anos 60, de um modelo “holonômico” para o cérebro. Mas é fato que leis análogas às da mecânica quântica descreverem funções cerebrais.

e) A liberação de neurotransmissores é um processo probabilístico, que seria descrito apenas pela física quântica. Tal liberação, chamada de “exocitose”, ocorreria com uma probabilidade relativamente baixa (de cada 5 impulsos nervosos chegando à vesícula sináptica de células piramidais do neocórtex, apenas 1 liberaria o neurotransmissor).  De acordo com John Eccles, a mente (que em sua visão dualista existe independentemente do cérebro) poderia alterar levemente essas probabilidades de exocitose, o que constituiria um mecanismo para a ação da mente sobre o cérebro. Se ele estiver correto e a exocitose puder ser descrita pela teoria quântica, faltaria mostrar que a mecânica quântica é necessária para decrever este fenômeno, e de que forma este fenômeno estaria ligado com a emergência da consciência.

f) A nível subneuronal ocorreria processamento de informação.  Nos anos 70 descobriu-se que as células possuem uma delicada estrutura formada por “microtúbulos” de proteína, formando um “citoesqueleto”. Como tais microtúbulos são cilindros com diâmetro de apenas 25 nanometros (10-9 m), é razoável supor que eles só possam ser adequadamente descritos pela física quântica.  Resta saber se de fato o citoesqueleto tem uma função cognitiva, além de sua função estrutural e de transporte.

g) A mecânica quântica explicaria fenômenos de percepção extra-sensorial.  Alguns autores partem do princípio de que a consciência pode exercer influência direta sobre processos naturais, e procuram mostrar como um modelo quântico da consciência daria conta deste e de outros tipos de fenômenos.

Em suma, ainda não existe evidência concreta de que a física quântica seja necessária para explicar a consciência. É verdade, porém, que se trata de uma questão “empírica”, ou seja, só a ciência do futuro poderá dar uma resposta mais definitiva.Por outro lado, é plausível supor que o mistério da consciência deva envolver algum princípio científico novo, além do fato de que a consciência se origina em um sistema altamente complexo, como nosso cérebro. Qual será este princípio novo? Talvez obtenhamos uma resposta neste século XXI.

LEIA MAIS;

“O que é a Ciência Ortodoxa?” –clique aqui 

 “O Yin-Yang da Complementaridade” – clique aqui.

“A Consciência Legisladora” – clique aqui

A consciência não está no cérebro

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SCIENCE OF CONSCIOUSNESS

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

Muitas religiões e filosofias milenares já disseram – e as modernas Física Quântica e Psicologia Transpessoal estão corroborando ­ que tudo o que está fora de nós, está igualmente dentro de nós. Isto quer dizer que todo o Universo está dentro de nós. Todas as potencialidades, qualidades, energias, elementos (inclusive químicos) que existem fora de nós, nós temos tudo isto, desde sempre, dentro de nós. Hoje inclusive já sabemos que o nosso próprio cérebro físico, opera igualmente com relação ao que é de âmbito interno ou de natureza externa. O amor, a força, a paz, a coragem, a determinação, a fecundidade, a justiça, o equilíbrio, a harmonia, a disciplina, a criatividade, a alegria, o prazer, a flexibilidade, a honestidade, a lealdade, a serenidade, a sensibilidade, a beleza, a neutralidade, a paciência;Todas estas – e muitas outras – qualidades, virtudes e potencialidades que existem desde sempre dentro de nós; Mas como ainda somos ignorantes de quem nós somos realmente, e estamos com a nossa perspectiva da existência e com o nosso referencial de realidade ancorados na dualidade e na impermanência, devemos obter respostas na física quântica e seus preceitos,que podem interagir conosco e nos ajudar a despertar e desenvolver a consciência de que estes potenciais e qualidades já existem em nós, desde sempre, e que nós somos Um com todo o Universo. E também podem nos ajudar a limpar e reequilibrar os conteúdos residentes nas nossas dimensões inconscientes, onde se alojam registros, crenças e padrões limitantes e dolorosos, que são o que nos mantém na ignorância de quem somos e na conseqüente manutenção do sofrimento. Ao longo da história da Humanidade, no processo da manifestação dos mitos, o homem projetou para fora de si todas as qualidades, virtudes e potencialidades, antropormofizadas na figura dos deuses, cada um com sua qualidade e função, como um verdadeiro processo coletivo/psicológico de projeção e transferência : focar fora de si e buscar fora de si o que já se tem em si mesmo e não se sabe que tem; E aí o homem construiu os deuses a sua imagem e semelhança, num processo intuitivo onde Sábios e Mestres de todas as épocas canalizaram escrituras, conceitos teológicos, uma infinidade de deuses, de rituais e de sistemas filosóficos.. Infelizmente grande parte das religiões e das pessoas acaba ancorando suas demandas de cura e de libertação/esclarecimento/conhecimento nestes símbolos e mitos externos, desenvolvendo as mais diversas formas de idolatrias e sistemas de barganhas espirituais, na esperança de que estes “seres poderosos” possam nos dar aquilo que pensamos que eles, tem mas nós não temos. Ou esperando que eles façam por nós o que nós temos que fazer.

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL

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Jeffrey Satinover – Quantum Physics & Spirituality-(acione as legendas em ingles)

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JEFFREY SATINOVER-WEBSITE
QUINTIUM ANALYTICS-DR JEFFREY SATINOVER

 VEJA TAMBÉM; DR SATINOVER-Cracking the Bible Code-contemporary debate

 

 

 

 

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Divulgação: A Luz é Invencível

A “Luz é Invencível” tem por norma não publicar links que não estejam ligados ao texto postado.Pedimos a compreensão de todos, e para qualquer dúvida, temos nossa caixa de sugestões onde todos podem livremente fazer suas colocações que serão arquivadas para consultas posteriores.
Nós agradecemos a compreensão de voces.
Equipe da “Luz é Invencível”

8 comentários em “OS CIENTISTAS DA NOVA ERA-Jeffrey Satinover-O Cérebro Quântico-As novas descobertas da Neurociência e a próxima geração de seres humanos-Física Quântica e Espiritualidade-Trigésima primeira parte

    • Olá Raimundo

      A Luz é Invencível agradece por seu retorno, isto é importante para indicar que a missão assumida de auxiliar no despertar e libertação de crenças/dogmas está sendo cumprida.

      Muita Paz, luz, amor e expansão de consciência
      A Luz é Invencível ☼

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    • Olá Sr Marlon

      Nós da Equipe da Luz ficamos muito felizes com esse retorno ,o que nos indica que estamos conseguindo realizar este trabalho de concientização/desbloqueio das mentes nesta Transição Planetária.Continue conosco e venha participar com seus comentários .

      Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível

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    • Olá Sr Rafael

      Obrigado pela presença e fique á vontade para explorar o nosso blog e tecer seus comentários.

      Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível

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  1. Pingback: Os Cientistas da Nova Era – Jeffrey Satinover – O Cérebro Quântico – As novas descobertas da Neurociência e a próxima geração de seres humanos – Física Quântica e Espiritualidade – 31ª Parte – 19.01.2016 | Senh

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