A AUTO-OBSERVAÇÃO

A Auto-Observação íntima de si mesmo, é um meio prático para lograr uma transformação radical. Conhecer e observar são diferentes. Muitos confundem a observação de si mesmo com o conhecer. Temos conhecimento que estamos sentados numa cadeira em uma sala; mas isto não significa que estejamos observando a cadeira.Conhecemos que, num dado instante, nos encontramos num estado negativo; talvez com algum problema ou preocupados por este ou aquele assunto; em estado de desassossego ou incerteza, etc., mas isto não significa que o estejamos observando.

Ninguém muda nada em si mesmo, em seu comportamento, em sua maneira de ser, se não perceber que algo está errado, que algo pode ser corrigido, refinado, melhorado. E é sómente a auto-observação do que ocorre dentro e fora de nós mesmos que possibilita esta percepção. Se implementarmos isso em nossas vidas, nos tornaremos um objeto de estudo para nós mesmos. Com a auto-observação vamos nos conhecendo e nos familiarizando conosco.Infelizmente, nossa capacidade de auto-observação está atualmente atrofiada, já que vivemos olhando para fora, projetando e fantasiando, julgando e criticando os demais. Mas esta habilidade pode ser recuperada e desenvolvida pela prática constante. Atualmente, nossa atenção é zero, é dispersa, mas para mantermos a auto-observação, precisamos dirigir e sustentar a atenção, e para tanto precisamos desenvolver a concentração. A capacidade de concentrar-se é necessária para a auto-observação. Para desenvolvermos a concentração e a auto-observação precisamos ter uma forte intenção de manter a atenção.

Para nos conhecermos precisamos nos auto-observar e investigar nossas reações, identificações, projeções, lembranças, hábitos, condicionamentos, gostos e desgostos, desejos e rejeições, observar o que ocorre em nosso coração e em nossa mente no momento presente, de instante em instante. Nenhum evento é inútil, nenhuma situação deve ser desprezada, nada deve passar despercebido ou não observado. Todas as situações podem ser aproveitadas para aprendermos mais sobre nós mesmos. Todo nosso tempo pode ser aplicado nesse objetivo.

Na vida diária, no convívio com a família, no trabalho ou na escola, no trânsito ou na condução, no relacionamento com as pessoas, se estivermos atentos, veremos nossos defeitos se manifestando, e então podemos analisá-los, a fim de compreendê-los e eliminá-los.Para conseguirmos eliminar nossos defeitos, precisamos aprender a conhecê-los, a detectá-los. Os defeitos precisam ser percebidos quando eles ocorrem. Uma coisa é analisar o que foi percebido, e outra, muito diferente, é tentar perceber depois. Depois que a situação passou, a nossa percepção é completamente diferente, nossa mente já está convencida com suas histórias, os fatos já estão distorcidos.

Sente você antipatia por alguém? Cai-lhe mal certa pessoa? Por quê? Você dirá que conhece essa pessoa… Observe-a; conhecer nunca é observar, não confunda o conhecer com o observar. A observação de si, que é cem por cento ativa, é um meio de mudança de si; enquanto conhecer, que é passivo, não o é.Certamente, conhecer não é um ato de atenção. A atenção dirigida para dentro de nós mesmos, para o que está sucedendo em nosso interior, sim, é algo positivo, ativo.

No caso de uma pessoa pela qual se tem antipatia, muitas vezes, sem motivo algum, advertimos a multidão de pensamentos que se acumulam na mente, o grupo de vozes que falam e gritam desordenadamente dentro de nós mesmos, o que estão dizendo, as emoções desagradáveis que surgem em nosso interior, o sabor desagradável que tudo isto deixa em nossa psiquê. Obviamente, em tal estado nos damos conta, também, de que interiormente estamos tratando muito mal a pessoa pela qual temos antipatia.Mas para ver tudo isto, se necessita, inquestionávelmente, de uma atenção dirigida intencionalmente para dentro de si mesmo; não de uma atenção passiva.A atenção dinâmica provém, realmente, do lado observante, enquanto os pensamentos e as emoções pertencem ao lado observado.Tudo isto nos faz compreender que o conhecer é algo completamente passivo e mecânico, em contraste evidente com a observação de si, que é um ato consciente.

Não queremos, com isto, dizer que não exista a observação mecânica de si; mas tal tipo de observação nada tem a ver com a Auto-observação Psicológica a que nos estamos referindo. Pensar e observar são, também, muito diferentes. Qualquer sujeito pode dar-se o luxo de pensar sobre si mesmo tudo o que quiser, porém isto não quer dizer que se esteja observando realmente. Necessitamos ver os diferentes “Eus” em ação, descobri-los em nossa psiquê; compreender que dentro de cada um deles existe uma porcentagem da nossa própria consciência.Então exclamaremos: “Mas que está fazendo este EU? O Que está dizendo? O que é que ele quer? Então veremos dentro de nós mesmos, todo essa gama de pensamentos, emoções, desejos, paixões, comédias privadas, dramas pessoais, elaboradas mentiras, discursos, desculpas.Muitas vezes antes de dormir, no preciso instante de transição entre a vigília e o sono, sentimos, dentro de nossa própria mente, diferentes vozes que falam entre si. São os diferentes Eus que devem romper, em tais momentos, toda a conexão com os diferentes centros de nossa máquina orgânica, a fim de submergir, logo, no mundo molecular, na “Quinta dimensão”.

DOIS MUNDOS
Observar e observar-se a si mesmo são duas coisas completamente diferentes; com tudo, ambas exigem atenção.Na observação, a atenção é orientada para fora, para o mundo exterior, através das janelas dos sentidos. Na auto-observação de si mesmo, a atenção é orientada para dentro; e, para isso, os sentidos de percepção externa não servem. Motivo este mais que suficiente para que seja difícil ao buscador do Caminho, a observação de seus processos psicológicos íntimos.O ponto de partida da ciência oficial, em seu lado prático, é o observável. O ponto de partida do trabalho sobre si mesmo é a auto-observação, o auto-observável.Inquestionávelmente, estes dois pontos de partida nas linhas acima citados, levam-nos em direções completamente diferentes.Poderia alguém envelhecer, engarrafado nos dogmas intransigentes da ciência oficial, estudando fenômenos externos, observando células, átomos, moléculas, sóis, estrelas, cometas, etc., sem experimentar dentro de si mesmo, nenhuma mudança radical?

A classe de conhecimento que transforma interiormente a alguém jamais poderia ser conseguida mediante a observação externa.O verdadeiro conhecimento que realmente pode originar em nós uma mudança interior fundamental, tem por baseamento a auto-observação direta de si mesmo.É urgente dizer á todos que estão procurando o Caminho, que se observem a si mesmos e em que sentido se devem auto-observar e as razões para isso.A observação é um meio para modificar as condições mecânicas do mundo. A auto-observação interior é um meio para mudar intimamente.Como sequência de tudo isto, podemos e devemos afirmar, de forma enfática, que existem duas classes de conhecimento: o externo e o interno; e que, a menos que tenhamos, em nós mesmos, o centro magnético que possa diferenciar as qualidades do conhecimento, esta mescla dos dois planos, ou ordens de idéias, poderia levar-nos à confusão. Sublimes doutrinas pseudo-esotéricas, com marcado cientificismo como pano de fundo pertencem ao terreno do observável; não entanto, são aceitas por muitos aspirantes, como conhecimento interno.Encontramo-nos, pois, ante dois mundos: o exterior e o interior. O primeiro destes é percebido com os sentidos de percepção externa; o segundo só pode ser percebido mediante o sentido da auto-observação interna. Pensamentos, idéias, emoções, anelos, esperanças, desenganos, etc., são interiores, invisíveis para os sentidos ordinários, comuns e correntes; e, todavia, são para nós, mais reais que a mesa de refeições ou as poltronas da sala.

Certamente, nós vivemos mais em nosso mundo interior que no exterior; isto é irrefutável, irrebatível.Em nossos Mundos Internos, em nossos mundos secretos, amamos, desejamos, suspeitamos, bendizemos, maldizemos, anelamos, sofremos, gozamos, e somos premiados.

Inquestionávelmente, os dois mundos, interno e externo, são verificáveis experimentalmente. O mundo exterior é o observável. O mundo interior é o auto-observável em si mesmo e dentro de si mesmo, Aqui e Agora.

Como exercitar?

Uma das sugestões é que logo pela manhã você se pergunte: Como estou hoje? Escreva e coloque em algum lugar visível, não tenha receio da resposta, medite a respeito por alguns minutos. Depois encontre formas de ser generoso consigo mesmo. Por exemplo, se a resposta foi “hoje estou desanimado porque tenho uma reunião difícil no trabalho”, que tal se poupar um pouco? A ideia é não se colocar em situações que vão exigir de você mais do que pode doar. Ao contrário, se está animado, feliz, pode programar atitudes que vão exigir mais de você, pois terá energia para isso.Ao longo do dia esteja atento as suas reações, ficou com raiva no trânsito? Procure algo que te traga mais tranquilidade antes de começar o trabalho. Está com medo? Ligue para alguém ou leia algo que tenha a capacidade de te motivar e encorajar.Além da auto-observação, é importante respeitar o que estamos sentindo para escolhermos situações que nos auxiliem, e não ao contrário. Quando nos priorizamos e nos sintonizamos com aquilo que somos, trazemos uma parte importante de nós para o mundo, entendendo que faz parte da vida as variações de humor e emoções e que é possível lidar com elas de uma forma inteligente e saudável. Agradar aos outros é bom, mas fazemos isso legitimamente quando primeiro estamos bem conosco. A auto observação é uma grande demonstração de amizade e de reconciliação consigo mesmo.

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

Quem, de verdade, quiser conhecer os “Mundos Internos” do planeta Terra, do Sistema Solar ou da Galáxia em que vivemos deve conhecer, préviamente, seu mundo íntimo, sua vida interior, particular, seus próprios “Mundos Internos”. “Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses”.Quanto mais se explore este “Mundo interior”, chamado “si mesmo”, mais se compreenderá que se vive simultâneamente em dois mundos, em duas realidades, em dos âmbitos: o exterior e o interior.Do mesmo jeito que nos é indispensável aprender a caminhar no mundo exterior, para não cair num precipício, não nos extraviar nas ruas da cidade, selecionar nossas amizades, não associar-se com perversos, não fazer más escolhas, etc., assim, também, mediante o trabalho psicológico sobre nós mesmos, aprendemos a caminhar no “Mundo Interior”, o qual é explorável mediante a auto-observação de si mesmo.Realmente, o sentido de auto-observação de si mesmo encontra-se atrofiado na maioria da raça humana decadente desta época transitória em que vivemos. Na medida em que perseveramos na auto-observação de nós mesmos, o sentido de auto-observação íntima irá se desenvolvendo progressivamente.

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL

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Bibliografia para consulta

O Uso de Si Mesmo

F.M.Alexander

Padrão Mental de Equilíbrio

Sebastião Gonçalves Maciel

O Valor das Emoções

Michael Stocker/Elizabeth Hegeman

O Tempo e a Tecnosfera

José Arguelles

LEIA MAIS;Resgatando a Sua Totalidade E Academia de Ascenção;Os Quatro Focos

Nota:Biblioteca VirtualCONSULTE NOSSO CANAL DE VÍDEOS

A “Luz é Invencível” tem por norma não publicar links que não estejam ligados ao texto postado.Pedimos a compreensão de todos, e para qualquer dúvida, temos nossa caixa de sugestões onde todos podem livremente fazer suas colocações que serão arquivadas para consultas posteriores.

Divulgação: A Luz é Invencível

 

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13 comentários em “A AUTO-OBSERVAÇÃO

    • Olá Augustus

      O controle de inscrição é feito pelo WordPress.com, nós não temos controle sobre isto e nenhum tipo de restrição, aceitamos todos com o maior orgulho e alegria, já procurou olhar na caixa de SPAM ou na lixeira do gmail, as vezes ele usa critérios estranhos para classificar e-mails como indesejados.

      Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível, muita paz, luz, amor e expansão de consciência
      Equipe da Luz é Invencível

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  1. Olá honorável Mônica!
    Esse texto magnifico sobre a ética da transformação, serviu-me como um guia na senda em busca do meu tesouro interior, o qual percebo que está trancado, estou me esforçando para encontrar a chave! Cada texto postado aqui é como um mapa indicando aonde encontrar a chave do bau.
    Nesta saga de mutação e crescimento, o maior obstáculo a transpor é interesse pessoal, o conjunto de viciações do ego repetido durante variadas existências corporais e que cristalizaram a mente nos domínios do personalismo. O hábito de atender incondicionalmente as imposições dos desejos e aspirações pessoais levou-nos à cruel escravização, da qual muito será exigido nos esforços reeducativos para nos libertarmos do” império do eu ” e desse modo encontrarmos a chave que abre o bau onde está ocultado o nosso verdadeiro EU, como você disse: “sermos nós mesmos.”

    Fraternal abraço,
    Namastê

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    • Olá Magahope

      Obrigado pelo comentário e pela presença.Seja bem vinda.

      Obrigada pelas considerações gentis e pelos comentários complementares da matéria.

      Cultivar a autenticidade, manter­-se fiel ao seu próprio ser, guiar-­se pelo que sua consciência e seu coração lhe sopram suavemente a cada momento, tudo isso é auto-observar-se; Pagamos um preço muitas vezes alto, quando optamos por esse padrão de atitude. Nem sempre seremos aceitos e compreendidos.Entretanto, nada pode nos dar mais prazer e alegria interior. Quando nos mantemos fiéis à nossa própria natureza, passamos a atrair, naturalmente, pessoas e situações em sintonia com essa nova forma de agir e descobrimos o prazer de conviver sem ter de estar, o tempo todo, preocupados em agradar os outros para nos sentirmos socialmente inseridos.

      Fique á vontade para suas considerações e continue conosco.

      Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencìvel

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  2. Acredito que com a auto observação o homem consegue perceber que todas as dores internas que sente nada mais é do que os sentimentos de ego, orgulho e vaidade. Se uma pessoa se sente ofendida por um ato grosseiro ou uma crítica, nada mais é do que sua vaidade ou orgulho agindo em seu coração. Creio que com a auto observação isso possa ser identificado e corrigido. Agradeço pelos ensinamento. Muita luz a todos.

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    • Olá Sr Leonardo

      Obrigado pelo comentário e pela presença.Seja bem vindo.

      Sábias palavras.

      Eu acrescentaria que é através do autoconhecimento,que podemos nos aproximar mais de nós mesmos, enquanto seres humanos e indivíduos,encontramo­-nos então, com nossa verdadeira essência, conhecemo­-nos realmente e nos apercebemos de nossos mais autênticos recursos internos. A partir daí, desenvolvemos uma imagem mais realística de quem somos e então, teremos a verdadeira sensação de autenticidade, plenitude e bem estar, que é efetivamente a sensação de felicidade. Porque não existe maior felicidade do que a autonomia de podermos ser nós mesmos, de verdade.Continue conosco.

      Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível

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  3. Boa noite!

    Passei minha vida oscilando entre religiões e tentando acreditar em seus ensinamentos. Percebi a tempo que esse não era o caminho, e graças a informações como a deste site, tenho me libertado e aprendido dia após dia.

    Obrigado!

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  4. Grata pela informação, amei. “…Infelizmente, nossa capacidade de auto-observação está atualmente atrofiada, já que vivemos olhando para fora, projetando e fantasiando, julgando e criticando os demais…” Se ela está atrofiada, é pela ignorância -o desconhecimento, porque podemos e devemos crescer olhando também por fora com olhos conscientes.
    Quero partilhar consigo um conhecimento que desenvolvi sobre a auto observação. Desde 2001, participo intensivamente na minha purificação para o (meu) desenvolvimento pessoal do Ser que Eu Sou e do mundo espelho mágico que Eu Sou.
    A informação vai certamente facilitar muito o trabalho de desenvolvimento de cada um de nós.
    Tudo é energia, tudo o que somos, tudo o que nos pertence, tudo o que fazemos, enfim, tudo exprime o nível de consciência de cada Ser. Somos tod@s regid@s pelas Lei universais, a Lei do Retorno e a Lei da Atração. Atraímos tudo o que precisamos para viver as experiencias que vão, se for vividas em conhecimento de causa e efeitos, purificar o nosso ADN, libertar o conhecimento interior (recuperar fitas perdidas) e nos libertar do sofrimento – retorno. Assim vividas, as experiencias vão nos libertar de todas as energias que nos unem uns aos outros, que sejam boas ou maus.
    Como sabemos, o que fazemos aos outros volta para nós, mas também, o mal QUE FAZEMOS A NÓS PRÓPRIO volta por nós através dos outros. Esta regra, geralmente, é pouco conhecida. As pessoas, muitas vezes, queixam-se, dizendo que Deus não é justo porque passam a vida a ajudar os outros e, quando chega a vez de elas serem ajudadas, não há ninguém disponível. Isso é justo, é a lei do retorno. Quando muda os seus planos para por os outros antes de si, em general, conseguiu ajudar os outros e não tive tempo para sim, vai ficar para amanhã…se tiver tempo. Com a Lei do retorno, os outros fazem-lhe o mesmo: primeiro os outros e depois vós… A regra sem sacrifícios é Eu e os outros, com Amor compaixão.

    Lei da atração, atraímos também o que somos, é o espelho mágico do universo. Em vez de criticar, julgar e condenar os outros pelos seus defeitos, deveríamos olhar por eles como sendo defeitos nossos. É o reflexo de um talvez desconhecido e pequeno defeito nosso que deve ser transformado por nós. Recebemos a informação pelo espelho mágico que acrescente sempre o que é nós (por ter a certeza que seja visto por nós), mas como ignoramos esta regra, perdemos a possibilidade de crescimento ao trabalhar em nós. Além disso, decrescemos porque criticamos, julgamos e as vezes condenamos os outros. Neste caso, o espelho mágico vai ainda aumentar a dosa até que seja transformada por nós. Aí sim, mudança interior atrai mudança exterior – mudança no mundo (espelho mágico).
    Em relação as qualidades que vemos nas outras pessoas, o ego vai logo pensar que o que admiramos nos outros está também em nós, mas é o contrário. A energia está á nos mostrar o que devemos trabalhar em nós para alcançar tal qualidade.
    Pronto, é simples quando sabemos. Assim descobrimos que não só podemos mas devemos observar fora para receber informações sobre nós.
    Baseada na (minha) experiencia de vida, desenvolvi uma Técnica de meditação, para apreender a controlar a mente em vez de Ser controlados por ela, apreender a auto observação e a observação exterior. Apreendemos a desenvolver todos os sentidos para sentir a vibração da energia por dentro e por fora, apreender principalmente a desenvolver a visão alargada para ler o livro da vida com os dois olhos físicos bens abertos e apreendemos a desenvolver a intuição para compreender a informação recebida por nós. Isto tudo porque afinal de conta estamos aqui na Terra para viver as experiencias de purificação do ADN que permitem desenvolver o conhecimento interior – a Espiritualidade sem condicionamento, que vai nos libertar. É assim que relembramos tudo o conhecimento que está em nós.
    O livro da Vida é a expressão da Consciência mais elevada em tudo que existe, em tudo que nos rodeia em tudo que atraímos e em tudo o nosso retorno, ou seja, é a manifestação da voz divina nas experiencias de crescimento de cada um de nós. È a Lei da atração e do Retorno em pureza, é a omnipotente presença. Toda a vibração dos nossos sentidos é a manifestação do nosso guia interior, ou seja, a voz da nossa alma. A sensação do apetece ou do não me apetece são a voz do coração e da consciência unificadas. Com tal conhecimento e com as capacidades desenvolvidas, estamos a recuperar o Poder Criativo Individual, libertos do condicionamento, voltamos ao direito de livre arbítrio para escolher o que queremos Ser e Viver (vi-ver).

    O (meu) objetivo da Vida na Terra é viver para alcançar a libertação do sofrimento neste mundo, aqui agora.
    Com Luz Amor Alegria,
    Nicole.

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    • Olá Nicole

      Obrigado pelo comentário e pelas suas considerações e presença nos prestigiando.

      Fazemos as escolhas á todo momento e somos responsáveis por elas;o livre arbítrio nos dá essa condição maravilhosa,pois a Fonte está experenciando através de Suas Criaturas e Expandindo-se junto conosco.Gostaria de lhe pedir um favor;se puder, passe no post sobre o Eu SOU-parte 1-
      https://portal2013br.wordpress.com/2016/03/04/eu-sou-o-inicio-de-tudo-primeira-parte/
      e se puder e quiser, faça uma leitura dos comentários,principalmente o mais extenso.Esse espaço é para debatermos e ajudarmos uns aos outros na compreensão de temas difícieis, mas que nos ajudam muito nesta Transição.Fique á vontade para suas considerações contra ou á favor, porque aqui, todos os comentários são de grande utilidade.Nós agradecemos.

      Muitas vibrações positivas da Equipe da Luz é Invencível

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  5. Pingback: A Auto-observação – 06.03.2016 | Senhora de Sírius

  6. Obrigada amigos sinto-me gratificada com seus títulos são muito esclarecedores e aprendo com eles. Gratidão por fazerem parte de meu aprendizado espiritual.
    Recebam um grande abraço.

    Curtido por 1 pessoa

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