O grande perigo do leite,queijo e laticínios-Voce sabe o que está consumindo e como isso está afetando a sua saúde?

O perigo do leite … Evite o leite… pela sua saúde!

O QUE É O LEITE DE VACA?

O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito acumulativo prejudicial. Com 59 hormônios ativos, vários alérgenos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares. Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.
O cálcio do leite de vaca é básicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11% do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente, para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por 78.000 enfermeiras num período de 12 anos.

AS MANIPULAÇÕES DAS MÍDIAS E O INTERESSE DOS GRANDES CARTÉIS

As indústrias de laticínios americanas gastaram rios de dinheiro para convencer o público em geral que o leite é necessário por razões de saúde, mas o que não nos disseram é que para os adultos o consumo de leite animal pode estimular doenças coronárias, obesidades, diabetes, câncer de mama, próstata e cólon, doenças autoimunes, osteoporose, algumas doenças da retina e dos rinse  diabetes tipo 1 em crianças predispostas, em que o pâncreas sofre uma destruição autoimune. Por isso, o alimento pode e deve ser evitado, sem prejuízo para o organismo. O leite, particularmente o de vaca, é a mais comum das alergias a alimentos [Fonte: Rona, Nowak-Wegrzyn]. Mesmo quando não se é alérgico o leite é frequentemente intolerado no trato intestinal [Fonte: Nowak-Wegrzyn] e o problema vai muito além da intolerância à lactose pois este provoca inchaço intestinal, prisão de ventre e refluxo. Clinicamente, o leite, está ainda ligado ao aumento de problemas de pele (eczema), sinusite, enxaquecas e dores nas articulações [Fonte:  Grant]. Na realidade o leite é muito mais do que uma bebida, é um fenômeno cultural e industrial passível de ser analisado ao longo da história das civilizações. O mito do leite espalhou-se pelo mundo baseado na crença de que é rico em proteínas e cálcio e essencial para a saúde, especialmente dos ossos. Todavia os estudos mostram que são mais os malefícios e os efeitos nefastos à saúde do que os benefícios. Surpreendentemente não só o corpo humano é incapaz de absorver o cálcio do leite de vaca (especialmente pasteurizado), mas também ficou já provado que o leite pode aumentar as perdas de cálcio nos ossos. Irônico?

Como todas as proteínas animais o leite aumenta a acidez do pH do corpo humano que por seu lado desencadeia uma correção biológica natural.  É que o cálcio é um excelente neutralizador de acidez e o maior armazém de cálcio do corpo é exatamente o esqueleto. Assim, o mesmo cálcio que os nossos ossos necessitam para se manterem fortes e saudáveis vai ser usado para neutralizar a acidez provocada pela ingestão de leite. Uma vez destacado dos ossos para equilibrar o pH, o cálcio é expelido pela urina causando um efeito surpreendetemente contrário ao que é advogado pelas indústrias leiteiras. Sabendo tudo isto percebemos finalmente porque os países com menor consumo de lacticínios são também aqueles que possuem menor incidência de fraturas ósseas na população. É triste ver que os profissionais de saúde continuam a ignorar estes fatos comprovados O leite de vaca é para bezerros! Graças à nossa ingenuidade e talvez aos instintos de sobrevivência adotamos o ato dúbio de beber o leite de outras espécies. Ninguém nega a eficácia e pertinência do leite de vaca para os bezerros, mas ao contrário dos humanos, estes deixam de consumir leite definitivamente uma vez que estejam crescido e o mesmo se aplica a todos os mamíferos da face do planeta. Além disso cada espécie de mamífero é o próprio ‘designer’ do seu leite que serve exatamente para a sua espécie, e isto aplica-se ao leite de vaca que contém três vezes mais proteínas que o leite humano ,o que óbviamente tem de provocar distúrbios metabólicos nos humanos que erradamente o consomem. Para quem insiste em manter os laticínios na sua dieta ,fique pelo menos sabendo que o que compram no supermercado está muito longe de ser saudável. As vacas leiteiras recebem diáriamente hormonios de crescimento e de simulação de gravidez para aumentar a produção de leite, bem como antibióticos variados para diminuir infecções provocadas pelos mais variados mecanismos e químicos a que estão expostas. Estes materiais obrigatóriamente contaminam o leite e o seu impacto para os seres humanos que o consomem é ainda desconhecido.

INTOLERÂNCIA Á LACTOSE

Os sintomas da intolerância à lactose são diarréia, flatulência e distúrbios gastrointestinais, e surgem devido à ausência, no organismo humano, de enzimas capazes de atuar na digestão do açúcar do leite. Esta ausência é um processo natural que ocorre no organismo, pois os humanos são mamíferos e os mamíferos não necessitam consumir leite durante a vida adulta (menos ainda de outras espécies). Humanos que insistem em consumir leite após o seu desmame forçam o organismo a continuar a produzir estas enzimas, daí ser tão comum encontrar pessoas intolerantes à lactose.O consumo de lacticínios não está só relacionado com doenças e alergias – os agentes contaminantes encontrados em várias amostras de leite são um grave problema para a saúde humana. A indução artificial da produção de leite conduz a inflamações graves nas glândulas mamárias dos animais, que requerem tratamento à base de antibióticos. Vestígios destes antibióticos, bem como de pesticidas e outros medicamentos, são encontrados em leites e outros produtos derivados.

O leite de vaca e seus derivados posicionam-se, atualmente, entre os alimentos mais consumidos no mundo. Sempre foi elogiado pelas suas propriedades nutricionais, pelo seu delicioso sabor e pelas vitaminas e minerais que fornece ao nosso corpo, especialmente o cálcio. No entanto, pesquisas mais recentes questionaram os supostos benefícios do leite de vaca, ao descobrir que, ao contrário do que se pensava, o consumo excessivo de leite de vaca pode prejudicar a saúde e levar a várias doenças.

Por que o leite de vaca pode fazer mal para a saúde?

Muitos se perguntam por que o leite de vaca é ruim para a saúde se nós o consumimos há séculos? Para responder esta questão, temos que voltar um pouco ao tempo, mais ou menos na década de 1960, quando se começou a alterar artificialmente o envelhecimento natural do gado. Estudos apontam que em meados de 1800, uma vaca produzia, aproximadamente, cerca de dois litros de leite por dia. Em 1960, uma vaca começou a produzir cerca de 9 litros de Leite por dia.

Atualmente, são aplicadas novas técnicas de reprodução artificial de animais, tais como o uso de Antibióticos, seleção genética do filhote, mudança de alimentação e o uso de hormônios de crescimento, o que tem feito uma vaca chegar a produzir até 24 litros de leite por dia. É muito impressionante ver como uma vaca passou da produção de dois litros de leite a 24 litros e até mais por dia.

Embora as técnicas de criadouros artificiais sejam benéficas para a economia e para as indústrias de laticínios e da carne, o fato é que o processo de alteração da natureza tem consequências que estão afetando os consumidores, uma vez que o leite é afetado pela forma de criação do animal, através de antibióticos, hormônios e nutrição, entre outros. Como resultado há diferentes incidentes de saúde que podem surgir ao longo dos anos.

As pesquisas sobre os impactos do leite de vaca na saúde são feitos há muitos anos e estas concordam com o fato de que forma  forma como este é tratado pode afetar a saúde. Há pouco tempo, um estudo de Harvard reconheceu o que se vinha dizendo do leite de vaca e advertiu sobre a relação entre o consumo excessivo deste produto e o desenvolvimento de diferentes doenças.

Enxaqueca

Enxaqueca

Os estudos descobriram que os pacientes que sofrem de Enxaqueca reduziram significativamente os sintomas depois de parar de consumir leite de vaca.

Prisão de ventre

A intolerância ao leite de vaca tem sido associada à prisão e ventre em crianças e adultos mais velhos. Remover este item da dieta e aumentar o consumo de frutas,Legumes e fibras é a solução para este problema.

Câncer

Câncer

A presença de hormônios e de outras substâncias no leite de vaca têm sido associadas com o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, incluindo de estômago, mama, ovário, pâncreas, próstata, pulmão e testículo.

Catarata

As pesquisas constataram que as populações que consomem com mais frequência o leite de vaca e seus derivados têm uma maior incidência de catarata, em comparação com aqueles que evitam o produto. Este problema está relacionado à lactose e galactose, afetando principalmente a população feminina.

Fadiga crônica

Fadiga-crônica

Um estudo realizado com crianças em 1991, em Rochester, Nova York, descobriu que o consumo de leite de vaca aumentou em 44,3% o risco de fadiga crônica.

Reações alérgicas

A alergia a proteínas do leite de vaca foi definida como um mecanismo de defesa do sistema imunológico. Estudos têm mostrado que a reação alérgica pode ser imediata, isto é, pode aparecer em menos de 45 minutos, depois de algumas horas ou depois de alguns dias.

Sangramento gastrointestinal

É causado pela intolerância às proteínas do leite de vaca, que afetam, sobretudo, as crianças. Inclusive, a intolerância tem sido julgada como uma das causas mais comuns da Anemia em crianças.

Outras 17 doenças relacionadas com o consumo de leite de vaca:

  • Artrite reumatóide e artrose
  • Asma
  • Autismo
  • Colite ulcerativa
  • Síndrome do intestino irritável
  • Diabetes mellitus tipo I
  • Dores abdominais
  • Doença de Crohn
  • Doença coronárias
  • Esclerose múltipla
  • Fístulas e fissuras anais
  • Incontinência urinária
  • Intolerância à lactose
  • Linfomas
  • Concluindo, e como explica o famoso Save Our Bones Program,ao contrário do que diz a imprensa, a mídia e os profissionais de saúde arrebanhados a repetir unicamente o que ouvem sem tentar perceber se é correcto ou não, beber leite e consumir laticínios não é uma resposta ou uma reversão à osteoporose ou outras deficiências, bem pelo contrário. No meio de tudo isto ressalva-se apenas que laticínios naturalmente processados e sem adição de açúcares ou adoçantes estão já livres de acidez e os estudos atestam que o iogurte, as natas e o kefir que não possuem rBGH (hormonio) têm francos benefícios para a saúde humana. Fica o aviso… saia da corrente! Investigue e pondere não consumir leite, pela sua saúde!
  • ASSISTA O VÍDEO -IMPERDÍVEL-GRANDES REVELAÇÕES DO  DR LAIR RIBEIRO SOBRE O LEITE

Fórmulas Infantis de leite em pó representam risco para a saúde dos bebês.

FONTE-reportagem publicada pela FSP.

Os leites infantis modificados, também ditos “substitutos” do Leite Materno possuem desvios em relação à composição prometida em seus rótulos. Essa foi a conclusão de um teste com 16 marcas de leites para uso de lactentes realizado pelo IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor em conjunto com o Instituto Fernandes Filgueira da Fundação Oswaldo Cruz – IFF/FioCruz, do Rio de Janeiro.

O teste não acusou a presença de bactérias, bolores e resíduos de pesticidas em nenhuma das fórmulas analisadas. Já em relação a sua composição, foram registradas alguns problemas.

RÓTULO

A análise do rótulo apontou que os valores de sódio e proteínas indicadas no “Nestogeno 2″ (Nestlé) ultrapassam os limites fixados pelo Codex Alimentarius da FAO/OMS (Norma internacional que especifica a composição de leites para uso até 1 ano de idade) em 1% e 3 %, respectivamente.

Na verdade, esses valores respeitam uma outra norma do Codex, para leites de seguimento (“follow-up milks”), produtos com quantidades um pouco maiores de ferro que os outros leites, que devem ser usados a partir dos 6 meses de idade. O rótulo do “Nestogeno 2″, porém, indica o produto para bebês com idades a partir de 5 meses.

PROBLEMAS NA COMPOSIÇÃO

Nos testes laboratoriais, também foram encontradas várias disparidades com relação ao que era declarado na embalagem. Em todos os produtos analisados, verificou-se uma diferença superior a 10% – para mais ou para menos – em um ou mais nutrientes, em relação à informação indicada no rótulo.

O “Nursoy” (Wyeth-Whitehall) foi o que menos apresentou desvios em sua composição, excedendo as normas apenas na quantidade de ferro. No “Nan 1″ (Nestlé), foi encontrado 81% a mais de vitamina A e 21% a menos de cálcio do que declarava o rótulo, superando em 7% e 1% respectivamente, os limites estabelecidos pelo CODEX. No “Alfaré” (Nestlé), foi acusado 2% de sódio acima dos limites da norma. Também no “Nestogeno 2″ (Nestlé), as taxas de proteína estavam 6% acima do limite.

De acordo com Lynn Silver, que coordenou a pesquisa pelo IFF/FioCruz, “há sinais de descuido no controle de qualidade; isso nos preocupa, porque, se não houver melhor fiscalização, poderá ocorrer desvios maiores no futuro”.

PROPAGANDA ENGANOSA

Muitos fabricantes vendem suas fórmulas para os pediatras como sendo indicadas para vários sintomas, como diarréia, rinites, otites e cólicas.Estes leites não podem indicar condições de saúde ou doença para as quais o produto possa ser utilizado, segundo a “Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes” no seu artigo 12º. Por exemplo, a diarréia pode levar a desidratação, e deve – se imediatamente usar o soro de reidratação oral, e não mudar o leite ou iniciar um leite especial.

ANÁLISES DOS LEITES EM PÓ PARA LACTENTES

Público, Marca, Conteúdo

Bebês sadios
Nan 1
Leite de vaca modificado 81% a mais de vitamina A e 21% a menos de cálcio que declarava no rótulo.

Nestogeno 1
Leite de vaca modificado Grande concentração de dextrino-maltose sacarose – que torna o produto mais doce, podendo desviar o bebê do seio materno.

Pelargon
Leite de vaca modificado/ Rótulo em desacordo com a legislação.

Prematuros e RN de baixo pêso

Enfalac-Prematuro
Leite de vaca modificado/ Rótulo não cumpre legislação.

Pre Nan
Leite de vaca modificado. Dá indicações de preparo para o bebê até 5kg, faixa de peso em que o uso não é indicado.

Bebês mais velhos

Nan 2*
Leite de vaca modificado/ Rótulo em desacordo com a legislação.

Nestogeno 2**
Leite de vaca modificado. Taxas de proteínas 6% acima do limite estabelecido pelo CODEX; 101% a mais de umidade do que declara o rótulo.

Nestogeno Soy ***
Mistura de soja com leite modificado com lactose. Nome leva a crer que produto é de soja, mas trata-se de mistura com leite de vaca, não sendo apropriada para lactentes com alergia a proteínas de leite de vaca ou intolerância a lactose.

Intolerâncias, alergia ou diarréia

Alsoy
Soja modificada. Material para pediatras o indica sem justificativa para casos de diarréia aguda.

Isomil
Soja modificada Idem.

Nursoy
Soja modificada Idem.

Prosobee
Soja modificada Idem.

Sobee
Soja modificada Idem.

AL 110
Leite de vaca modificado sem lactose Idem.

Alfaré
Leite de vaca modificado, semi-elementar, proteínas hidrolisadas, sem lactose. Foi encontrado 2% de sódio acima do limite estabelecido pelo CODEX. Material promocional para médicos indica o produto sem justificativa para diarréia aguda.

NAN H.A.
Leite de vaca modificado, hidrolisado parcialmente, com lactose. Nome pode enganar o consumidor. A abreviação HA (de Hipo Alergênico) só vale para casos de intolerância às proteínas do leite e não à lactose, o que é mais comum.

* a partir dos 5 meses; ** a partir dos 5 meses; *** a partir dos 3 meses.

Perigos biológicos de origem bacteriana associados ao leite e derivados

As principais doenças relacionadas ao consumo de leite ou produtos lácteos são causadas por bactérias. Até 1930, as principais eram febre tifóide e escarlatina, com surtos esporádicos de difteria e tuberculose. Durante e logo após a Segunda Guerra Mundial, brucelose, salmonelose e intoxicações alimentares causadas por estafilococos eram as principais preocupações para a saúde pública. A partir de 1970, reduziram-se as intoxicações causadas por estafilococos e aumentaram as salmoneloses e campilobacterioses, com relatos de diversos surtos em indivíduos que consomem leite cru. Atualmente, os microrganismos patogênicos mais freqüentemente associados a doenças cujos agentes são transmitidos pelo leite são: Salmonella spp., Escherichia coli produtora de enterotoxina semelhante à de Shigella (STEC), Listeria monocytogenes, Campylobacter jejuni, Yersinia enterocolitica, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Brucella spp. Na Tabela 1 são citadas as principais doenças bacterianas associadas ao consumo de leite ou produtos lácteos, os microrganismos envolvidos e os reservatórios na natureza.

Tabela 1. Doenças bacterianas associadas ao consumo de leite ou produtos lácteos.

Doenças e os agentes etiológicos Reservatório
Bovino Caprino Homem Ambiente
Brucelose

Brucella abortus

Brucella melitensis

 

+

 

+

 

 

Campilobacteriose

Campylobacter jejuni

 

+

 

 

 

Doenças entéricas

Escherichia coli STEC

Samonella Dublin

Salmonella Typhi

Salmonella spp.

 

+

+

+

 

+

+

 

+

+

+

 

Yersinoses

Yersinia enterocolitica

 

+

 

 

 

+ (fezes)

Clostridioses

Clostridium botulinum (intoxicação)

Clostridium perfringens (infecção)

 


+ (fezes)

 


+ (fezes)

 


+ (fezes)

 

+ (solo)

+ (solo)

Listeriose

Listeria monocytogenes

 

+

 

+

 

+

 

+

Febre Q

Coxiella burnetti

 

+

 

+

 

 

Intoxicação alimentar

Staphylococcus aureus

Bacillus cereus

 

+

 

+

 

+

 


+ (solo)

Infecções estreptocócicas

Streptococcus pyogenes

Streptococcus spp.

 


 


 

+
+

 


Tuberculose

Mycobacterium bovis

Mycobacterium tuberculosis

 

+

 

+

 

+

 

Fonte: Adaptado de HUBBERT et al. 1996

Fonte: IDEC

das bactérias transmitidas pelo leite

As bactérias podem contaminar o leite através de diversas fontes. Essas incluem o próprio animal, o homem e o ambiente da fazenda. Algumas bactérias causam doenças nos animais e podem ser eliminadas no leite. Essas incluem os agentes da mastite, da tuberculose e da brucelose. Vacas com mastite podem eliminar microrganismos comoStaphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae e Escherichia coli, que possuem o potencial de causar doenças no homem. Outras bactérias podem contaminar acidentalmente o leite (durante e após a ordenha) e não causam doenças nos animais, embora causem problemas para o homem. As vacas podem ser portadoras de microrganismos patogênicos nos pêlos ou na pele, devido ao contato com o solo, dejetos, fontes de água natural ou outras fontes do ambiente. A contaminação do leite pode ocorrer quando se ordenham tetas sujas e úmidas.Os indivíduos que lidam com os animais podem eliminar microrganismos patogênicos nas fezes ou se contaminar com dejetos e solo, causando contaminação do leite ou equipamentos de ordenha ou utensílios, se a higiene pessoal for deficiente.Na propriedade rural, o leite pode ser contaminado com bactérias de outras espécies animais, como, por exemplo, Yersinia enterocolitica de origem suína ou Salmonella spp. de aves. A transmissão dos agentes do carbúnculo ou antraz (Bacillus anthracis), nocardiose (Nocardia asteroides) e pasteurelose (Pasteurella multocida) no leite é considerada possível, embora extremamente remota nas condições de infecções naturais.Pontos importantes para se evitar a disseminação de microrganismos patogênicos no leite são (a) a manutenção do rebanho sadio, isto é, livre de tuberculose, brucelose e com baixos índices de mastite; e (b) a redução da contaminação microbiana do leite durante e após a ordenha.

Bactérias produtoras de toxinas

Algumas bactérias produzem toxinas que permanecem no alimento mesmo após a eliminação do agente, durante o processamento industrial (pasteurização ou outro tratamento térmico). Quando o agente é uma toxina previamente elaborada por um determinado microrganismo no alimento, a doença resultante é denominada toxinose. Células viáveis de bactérias não precisam estar presentes para que a doença ocorra. Exemplos de toxinoses alimentares são: botulismo, toxinose estafilocócica e quadro emético do Bacillus cereus.

Bactérias que causam infecção alimentar

Algumas bactérias necessitam ser ingeridas com o alimento, para terem condições de se multiplicar no organismo e aí exercerem sua ação patogênica. Quando a doença envolve a ingestão de células viáveis do microrganismo patogênico, colonização e/ou invasão, a doença é denominada infecção alimentar . São exemplos de infecções: salmonelose, shigelose e listeriose.

Bactérias causadoras de toxinfecção alimentar

O termo é usado para caracterizar o resultado da colonização do organismo com bactérias, seguido da ação de toxinas. São consideradas toxinfecções as doenças causadas porBacillus cereus e Clostridium perfringens.

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa

AVISO-Alimentos industrializados escondem perigos!

Pães, geleias, sorvetes, maioneses, margarinas, leite em pó, pudins, cremes, refrigerantes e uma infinidade de outros produtos apresentam grandes concentrações de ácidos, corantes, espessantes, dióxidos, ésteres, nitratos, nitritos e outros aditivos. Esses componentes são utilizados para conservação, melhora do sabor e aparência. As altas concentrações de aditivos encontradas nos alimentos trazem danos à saúde. Por isso, a ingestão de alimentos industrializados deve ser cortada e /ou bem restrita.

Aditivos e seus efeitos colaterais:

-Conservadores (ácido benzóico, nitratos, nitritos…): alergia, distúrbios gastrointestinais, dermatite, aumento de mutações genéticas, hipersensibilidade, câncer gástrico e do esôfago.

-Corantes: reações alérgicas, convulsões e câncer.

-Espessantes: irritação da mucosa intestinal e ação laxante.

-Estabilizantes: cálculos renais e distúrbios gastrointestinais.

-Umectantes: distúrbios gastrointestinais e da circulação pulmonar.

-Acidulantes (ácido acético): cirrose hepática, descalcificação dos dentes e dos ossos.

-Flavorizantes: câncer e alergias.

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Divulgação: A Luz é Invencível

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Nós agradecemos a compreensão de voces.

 

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9 comentários em “O grande perigo do leite,queijo e laticínios-Voce sabe o que está consumindo e como isso está afetando a sua saúde?

  1. Monica,

    Sobre o leite que é vendido e consumido no mercado ser um veneno eu já sábia a muito tempo, se duvidar acho que ele se enquadra em 1º lugar dos produtos industrializados que deveríamos para de consumir/ beber.

    Eu tenho uma filha de 4 anos, amamentei ela bem mais do que 1 ano, foi até os 2 anos e 8 meses rsrs
    Minha filha gosta de tomar leite, para ser sincera eu fui aos poucos diminuindo a quantidade que ela toma, antes ela tomava cerca de 4 copos de leite durante um dia inteiro, hoje é 1 no máximo 2, e eu não tenho outra opção a não ser o leite de caixinha =/
    Eu sempre procuro pela Marca que passa nos testes da Anvisa (o que não leva muito em conta, porque pra mim estes teste são uma “balelá’) … Mais você saberia me dizer se há alguma opção não sei, de algum outro leite que seja ao menos consumível para crianças?

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    • Olá Nayara

      Obrigada pelo comentário e presença

      O Leite de vaca é de uso inadequado ao ser humano.Antigamente, quando não existia essa pasteurização(eu sou do tempo em que o leite era de saquinho e tinha que ferver)não existia tanta intolerância á lactose, coisa que só aumenta e porque? por causa do leite altamente contaminado como dito no post e nos comentários.Algumas doenças não eram detectadas antigamente como provenientes do leite,porque não se conhecia o suficiente sobre o funcionamento de certas enzimas, mas agora sabemos que o nosso estômago não processa ,não só a lactose, como a problema da caseína.E hoje, a industrialização da comida e do leite e derivados(queijo branco, reueijão, queijos cremosos para passar no pão, eles inventam de tudo), estão cheios de caseína, e nosso organismo fica intoxicado.Hoje tudo tem queijo e leite, até nas comidas prontas que aparentemente achamos que não tem(empanados, nuggets, essas porcarias).Minha filha não toma leite há mais de dez anos,e se desenvolveu muito bem, sem qualquer doença/problema/carência.Para as mulheres, a adição de hormônios no leite pode aumentar os problemas de câncer de mama e de ovário, colo de útero e trompas, estes últimos, bastante invasivos.Portanto, temos de ficar muito vigilantes se formos consumir leite hoje em dia, eu já prefiro eliminar que correr riscos.

      Os substitutos que voce pode tentar introduzir para ver se ela aceita bem;por exemplo;

      1-Leite de amêndoas;O “leite de amêndoas”, ou mais precisamente, o extrato de amêndoas é altamente utilizado no exterior, em especial nos Estados Unidos. Infelizmente, no Brasil, ele é escasso e dificilmente acha-se o extrato de amêndoas puro, sem adição de açúcar ou maltodextrina. Todavia, isso não é problema, pois hoje na internet você encontra inúmeras receitas fáceis de fazer o leite de amêndoas e que nada deixam a desejar dos produtos industrializados.O extrato de amêndoas é extraído de um “suco da amêndoa” que sai com uma aparência leitosa, e seus sólidos são filtrados. O resultado é que temos uma bebida com baixíssimo teor de lipídios saturados, altíssimo teor de lipídios insaturados, que contribuem para a saúde cardiovascular, ômegas (em especial o ômega-6) e um alto teor de vitamina E, que é um poderosíssimo nutriente antioxidante, promovendo melhor saúde e preservação celular.Cada copo de aproximadamente 200ml de extrato de amêndoas fornece 30-60 calorias (a depender da concentração usada), e em torno de 3-4g de lipídios, com apenas 1-6g de carboidratos, também dependendo da concentração usada.Esse é um alimento extremamente utilizado na culinária ou mesmo para shakes orgânicos, bebidas naturais e etc.È saboroso é altamente aceitável para a maioria das pessoas.Há apenas uma observação que deve ser feita aos produtos industrializados, que é a adição de muitos emulsificantes, que podem prejudicar a parede intestinal e matar bactérias naturais da flora. Então, esse é mais um bom motivo para fazer seu próprio extrato de amêndoas.

      2-Leite de proteína isolada de soja;A soja é comumente utilizada hoje em dia, mas muitas pessoas desconsideram os malefícios da proteína texturizada de soja, malefícios como: a descalcificação óssea, o estímulo de estrógeno, a geração de menarca precoce em crianças, entre outros. Do contrário, a proteína ISOLADA de soja é uma excelente opção. Vem se mostrando eficaz no aumento de massa muscular, no fornecimento de aminoácidos em geral;Todavia, a maioria dos produtos de “leites de soja” possuem a proteína texturizada de soja. Porém, hoje é possível facilmente encontrar também produtos que usam a proteína isolada de soja. Claro, claro… Basta olhar o rótulo. E garanto que o valor chega a ser INFERIOR dos produtos mais comumente conhecidos.Além do alto teor proteico, a proteína isolada de soja possui potássio em sua composição. Esse micronutriente é fundamental no balanço hídrico e de eletrólitos do corpo, na contração muscular, entre outros processos;O excesso de extrato de soja pode causar algumas alterações gastrointestinais, portanto caso você não consuma normalmente o extrato, comece adicionando aos poucos.Ele pode ser utilizado também em preparações doces com açúcar orgânico, salgadas, pode ser usado em cereais e o sabor não é ruim, apesar de mais ‘enfarinhado” do que outros extratos e do que o leite de vaca.

      3-Leite de castanhas de caju;Apesar de não ser a melhor fonte de cálcio biodisponível, ele tem um bom teor do mineral e pode auxiliar indivíduos vegetarianos ou que não fazem consumo de suplementos de cálcio. Além disso, ele é rico em vitamina B12, que participa como co-fator de inúmeras reações químicas, em especial do metabolismo energético, de zinco, que é importantíssimo na síntese de testosterona, que conhecemos grandemente a importância.Para fazer o leite de castanha de caju, basta também procurar inúmeras receitas disponíveis hoje na internet.

      4-Leite de cânhamo;O “leite de cânhamo” é muito pouco conhecido, até mesmo no exterior. Ele é um extrato utilizado por pessoas que são naturalistas ou até mesmo veganos. Apesar de ter um dos princípios da marijuana, o THC, ele não é tóxico ao corpo.O extrato de cânhamo é rico em ômega-3, indispensável a qualquer ser humano e muito indicado para praticantes de musculação pelo poder nutricional e também pelo poder ergogênico, é fonte de ferro, necessário no metabolismo do oxigênio no corpo, entre outros. Quando industrializado, dificilmente o cânhamo é modificado genéticamente, tornando-o uma boa fonte de nutrientes sem contaminações cruzadas, o que para indivíduos com alergia à soja ou a nozes, por exemplo, é muito interessante.Apesar de pouco conhecido, certamente ele é uma boa opção, em especial para tomar ou utilizar em preparações doces pelo sabor “de nozes” que ele tem.

      5-Leite de coco;Assim como o óleo de coco, o extrato de coco é extremamente rico em lipídios saturados de cadeia média, que não são responsáveis por danos cardíacos, e sim por melhoria no sistema cardiovascular, melhoria em diversos pontos como o fornecimento rápido de energia, a baixíssima conversão em gordura corpórea, a termogênese.è meu preferido e faço uso diário ,minha filha adora e assista o vídeo do Dr lair Ribeiro sobre ele.O extrato de coco é um dos que mais se aproxima do leite de vaca. Ele pode ser colocado em shakes orgânicos e outras bebidas naturais, pode ser ingerido naturalmente, pode fazer parte de cremes, doces, preparações salgadas, entre muitas opções. Para pessoas que estão em dietas low carb, certamente ele é uma excelente opção.Todavia, o excesso de TCMs (triglicerídios de cadeia média) pode causar problemas gastrointestinais, como desconfortos e diarreias. Portanto, o consumo moderado para quem não está acostumado é indicado.Use sempre o bom senso, um copo de 100 ml por dia é mais do que suficiente.

      O lance é você utilizar não apenas um, mas todos, gerando assim uma grande variação de nutrientes do seu corpo, o que será excelente para que seu corpo não se acostume com nenhum deles.E obrigado pela pergunta,pois ajudou a complementar o post.

      Fique á vontade para perguntas e considerações.

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      • Monica,

        Muito obrigada pelo rápido retorno e pelas varias opções que passou como substituição.

        Minha intenção é tirar o consumo da minha filha de leite de vaca aos poucos, como estou tirando o meu próprio; com as opções que passou vou começar a substituir. Um tio meu já havia me dito sobre o leite de coco, porém para ser sincera não dei muita importância… Vi agora na internet que da para se fazer ele em casa da mesma forma que se faz o de amêndoas ou o do castanhas.

        Vou testar eles =)

        Obrigada!

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        • Olá Nayara

          Obrigado pelo retorno.

          Faça isso, teste as sugestões e vá retirando aos poucos este ítem da sua alimentação, que com certeza voce vai ganhar mais saúde e a cabeça mais tranquila de saber que não consome mais estes venenos.Eu particularmente prefiro o leite de côco, vale á pena no sabor e nos nutrientes ,além de poder ser tomado gelado.Mas tome puro, sem achocolatados ou aditivos químicos, e de preferência longe da comida,pois a absorção dos nutrientes é mais completa.

          Boa sorte com suas tentativas e estamos aqui para ajudá-la .

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  2. Pingback: O grande perigo do leite, queijo e laticínios – Você sabe o que está consumindo e como isso está afetando a sua saúde? – 16.08.2016 | Senhora de Sírius

    • Olá Sr Rui

      Vamos raciocinar juntos;isso são dados pesquisados.

      Uma vaca livre na natureza vive 25 anos, e produz em média 5 litros de leite por dia para seus bezerros. Contudo, vacas leiteiras não são livres. São vacas confinadas. Elas passam o dia sendo ordenhadas mecânicamente, para extrair leite até a última gota.
      Essas vacas são constantemente engravidadas de maneira artificial. Isso aumenta sua produção. Mas também aumenta a liberação de muitos hormônios. Aliás, elas recebem hormônios de crescimento (BGH, posilac) para aumentar a produção. Esses hormônios injetados vão parar no leite. Como se não bastasse, a ordenha mecânica estimula a secreção de mais hormônios ainda.

      Por causa dessa ordenha mecanizada, ocorre a incidência de infecções e mastites nas glândulas mamárias( as tetas da vaca). Mas a ordenha não pára;São administradas altas doses de antibióticos e agora o leite tem hormônios, antibióticos, fungos e bactérias das glândulas da vaca.
      No final das contas, a vaca leiteira vive em média 5 anos e produz 60 litros de leite por dia.

      Alguém teve a” brilhante idéia” de sofisticar o processo criado por Louis Pasteur, e criar o leite UHT(Ultra High Temperature). Ele é aquecido a altíssimas temperaturas( 150º) por poucos segundos(2 segundos). Isso destrói bactérias, algumas delas que seriam úteis aos nossos intestinos. Mas também destrói por desnaturação as vitaminas. O leite torna-se um produto inerte, morto e mesmo após a pasteurização pesquisas apontam a presença de antibióticos. Há muitas outras contaminações presentes como metais e pesticidas.

      Pergunta básica;Por que só é permitido o aleitamento materno até um ano de vida de uma criança, e sumáriamente proibido o leite de vaca? Porque a caseína leva a criança a desencadear alergia, causando morte súbita. No leite de vaca existem minerais próprios para o estômago do bezerro, que é um animal ruminante. O estômago humano não está preparado para utilizá-los! Por isso essa bebida é inadequada para nosso organismo.

      Outra pergunta que não quer calar;Porque o leite contribui para o desenvolvimento de câncer? Bom, os hormônios secretados nele são fatores de crescimento. E o câncer é um descontrole do crescimento de células do corpo em ambiente propício, estimulado por estes fatores de crescimento. Tomar leite é fazer uma reposição hormonal “não solicitada”. Estimula o câncer de próstata nos homens, mas é pior ainda nas mulheres.

      Não querendo ser repetitiva, outra pergunta;Existe uma idéia geral de que “leite tem cálcio” e “cálcio faz bem para os ossos“. O leite de vaca possui níveis altíssimos de cálcio, ideais para um bezerro, mas não para nós. O ser humano absorve apenas 32% desse cálcio. A absorção de cálcio depende da presença correta de outros elementos como magnésio. O cálcio em excesso está diretamente relacionado com o desenvolvimento da osteoporose e não a prevenção.

      Então, diante de tudo isso, o leite de vaca não serve para nós, MESMO NÓS SENDO MAMÍFEROS E GOSTARMOS DE LEITE.Conclusão que se tira;Não é estranho que sejamos a única espécie que depende do leite de outra espécie para suprir suas necessidades de cálcio? Se isso não está correto, por que bebemos o leite então? Pelo mesmo motivo que bebemos cerveja. Não é saudável, mas alguém está ganhando dinheiro com isso.

      Creio que estas são razões mais do que suficientes para pararmos de tomar leite.

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        • Olá Sr Rui

          Obrigado pelo retorno

          Fique sempre á vontade para suas considerações,pois todas as dúvidas dos leitores são bem vindas e sempre ajudam a esclarecer mais o assunto do post.Continue conosco e seja bem vindo

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